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“O sucesso do estado está com vocês”, diz Gladson Cameli na Federação das Industrias

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Realizado na FIEAC, na última sexta-feira, 8 de novembro, o 2º Encontro de Empresas Acreanas para o Comércio Exterior contou com a participação do governador Gladson Cameli, que debateu com empresários sobre as dificuldades do setor produtivo local. O evento teve por objetivo esclarecer requisitos para empresas acessarem o mercado exterior e detalhar programação e ações a serem desenvolvidas pela proposta da Rede de Negócios Comex, que vem sendo conduzida pela FIEAC, Sebrae, Fecomércio, Faeac, Federacre, Acisa e Seict.

A ideia é preparar um grupo de empresas que tenha interesse em desenvolver negócios com importação ou exportações, provendo capacitações e ações para divulgação de produtos, orientações e assessoria técnica. De acordo com o assessor de Relações Institucionais da FIEAC, Assurbanipal Mesquita, a Rede de Negócios Comex pretende ajudar o setor empresarial para que ele consiga se organizar, trabalhar e divulgar seus produtos para fora do estado – seja dentro do próprio país ou em países vizinhos.

“No portal do Observatório do Fórum Permanente do Desenvolvimento, os principais produtos que o Acre exporta são castanha, madeira e carne bovina. E os maiores compradores do Acre são Hong Kong, Peru e Bolívia. Existe um mercado em nosso entorno e temos que saber como aproveitar e trabalhar melhor isso”, informou. Ainda durante a reunião foi apresentada uma amostra de produtos acreanos, que possuem potencial para negócios.

O governador Gladson Cameli agradeceu a oportunidade de participar do Encontro, aproveitando a ocasião para relatar sobre a viagem que fez à China na comitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro. De acordo ele, os chineses estão interessados na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Acre.

“Eu quero que a gente cresça e gere emprego. E, para mim, o que importa é que a ZPE tenha utilidade, que a gente valorize a nossa mão de obra, gere riqueza para a nossa economia. Não dá para ter uma ZPE dessas parada. Não dá para ter a Peixes da Amazônia parada. Precisamos dizer que estamos vivos e preparados para ter esse intercâmbio comercial. O governo tem a humildade de reconhecer que precisa das federações representativas do setor produtivo. O sucesso do estado está com vocês. Eu sou parceiro”, garantiu Gladson.

Para o presidente da FIEAC, José Adriano, a presença do governador no evento representa uma vitória para o setor empresarial. “Ficamos muito felizes pelo fato do governador Gladson Cameli ter atendido ao nosso chamado e que ele está em sintonia com aquilo que sonhamos para o desenvolvimento do estado. Não conseguiremos ir longe sozinhos e o apoio do governo é preponderante, já que todos temos o mesmo objetivo”, comemorou o empresário.

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Viúva vai à rádio procurar companheiro para relacionamento sério em Tarauacá

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A viúva Joana Ferreira Araújo, de 59 anos, procurou a Rádio Comunitária Nova Era FM, localizada na cidade de Tarauacá, para desabafar e afirmar que está cansada de viver sozinha e procura um companheiro para um futuro relacionamento.

Moradora do Beco da Garagem, ela deixa um número para que os interessados possam ligar: 015 (97) 99197-0680. “Sou uma mulher direita, evangélica e não quero terminar meus dias na solidão. Por isso, estou à procura de um homem da minha idade ou mais velho, que não tenha vícios e possa dividir seus dias comigo, que cuide de mim e eu cuide dele”, declarou.

Dona Joana é tarauacaense, mãe de 6 filhos, todos adultos, e viveu grande parte na sua vida no estado do Amazonas, município de Eirunepé. “Se eu não arranjar um companheiro aqui em Tarauacá vou voltar para o Amazonas”, concluiu.

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Xapuri tem três acidentes, duas mortes e um princípio de incêndio em menos de 4 horas

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O sábado, 24 de outubro de 2020, não foi um dia dos mais comuns em Xapuri, que apesar de não ser mais a pacata cidade onde “se dormia de janelas abertas”, ainda é um lugar em que os acontecimentos trágicos e violentos ainda consternam e chocam a população de menos de 20 mil viventes.

Em um período aproximado de 4 horas de um dia extremamente quente e anormalmente movimentado, a cidade registrou um número de ocorrências de vários níveis de gravidade que em circunstâncias habituais costumam levar semanas ou até meses para ser consumadas.

Por volta das 15 horas, o primeiro e mais grave registro deixou duas famílias de luto. Dois rapazes, Cairo José, de 25, e Domingos Neto, de 30 anos de idade (ironicamente ele completaria 31 anos neste domingo), perderam a vida depois de uma colisão entre as duas motocicletas que pilotavam na Estrada da Borracha (Rodovia AC-485), que liga a cidade à BR-317.

Enquanto a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros faziam os procedimentos de costume, um novo chamado comunicava outro acidente de moto em frente à Delegacia Geral de Polícia da cidade. A vítima, que aparentemente estava em estado de embriaguez, foi socorrida por uma unidade do Samu e levada ao hospital local com algumas escoriações.

No começo da noite, por volta das 18h30, um motoqueiro perdeu o controle de uma Honda Fan e atropelou três jovens que se refrescavam do calor tomando um tereré na calçada de casa, na bairro do Laranjal. O condutor abandonou o veículo e fugiu após o acidente. Uma das três vítimas precisou ser levada ao hospital, mas foi liberada poucas horas depois.

Ainda no início da noite do sábado, uma panela esquecida no fogo ocasionou um início de incêndio em uma residência localizada nas imediações do cemitério municipal São José. Uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi acionada e a situação foi controlada com algum prejuízo material, sem danos físicos.

A sequência de fatos nefastos deste sábado causou repercussão nas redes sociais, principalmente nos movimentados grupos de WhatsApp. A sete dias do internacionalmente conhecido e celebrado Dia das Bruxas, os xapurienses desejam mesmo é a manutenção da sua rotina relativamente pacífica e sossegada.

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OAB/AC e CAA/AC entregam parlatórios e se reúnem com a advocacia de Cruzeiro do Sul

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As diretorias da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) e da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA/AC), e presidentes de comissões, participaram de atividades na Subseção Vale do Juruá, em Cruzeiro do Sul, entre os dias 21 e 23 de outubro. Assistência às comunidades do Rio Croa, inauguração de novos espaços e escutas com a advocacia local foram algumas ações realizadas pelos dirigentes.

No dia 21, a OAB/AC prestou assistência jurídica aos moradores das comunidades ribeirinhas do Croa, durante a ação do Outubro Rosa. No dia 22, os advogados entregaram a reforma de dois parlatórios no Presídio Manoel Neri e inauguraram o terceiro. Essa foi a 2ª fase do Projeto Parlatórios, gerenciado pela Caixa de Assistência com o apoio da Ordem dos Advogados.

Para Thiago Poersch, presidente da CAA/AC, o ato representa o compromisso da gestão com a advocacia criminal e os advogados do interior do estado. “A advocacia local recebeu com muita alegria este projeto. Por várias vezes o atendimento era realizado em pé, na grade, mas agora os atendimentos podem ser realizados de forma segura, digna e reservada com o cliente”. A entidade também construirá um parlatório no Presídio Feminino e uma sala de amamentação para as mães advogadas, no Fórum da cidade, além de ampliar a rede de convênios na região.

A visita também proporcionou encontros com a jovem advocacia e com as mulheres advogadas, além de fortalecer e esclarecer sobre as prerrogativas da classe. Erick Venâncio, presidente da Ordem, destacou o empenho dos profissionais em exercerem a advocacia. “Nas nossas visitas ao interior é possível observar que os advogados são verdadeiros guerreiros, já que o acesso a algumas ferramentas é limitado para o pleno exercício do trabalho. Esses dias aqui representam o nosso empenho em oferecer melhores condições aos colegas”, pontuou.

 

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Indígenas investem em segurança alimentar para reduzir impacto da Covid-19 em aldeias

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Foto: Divulgação/The Nature Conservancy

Agentes agroflorestais Indígenas no Acre junto com as comunidades vêm há mais de 25 anos enriquecendo as florestas com Sistemas Agroflorestais (SAFs). Graças a estas iniciativas, uma grande quantidade de alimentos é produzida localmente, nas Terras Indígenas, reduzindo a saída em direção às cidades para comprar alimentos.

“Uma das maiores forças do trabalho dos agentes é justamente animar as famílias a plantarem, produzindo a recuperação de áreas degradadas. Esse trabalho valoriza muito a segurança alimentar”, disse Julieta Matos, da Comissão Pró-Índio do Acre, em podcast sobre o tema.

A segurança alimentar nas aldeias diminui as chances de contaminação da doença Covid-19. O projeto Experiências Indígenas de Gestão Territorial e Ambiental no Acre é executado pela CPI com apoio do Fundo Amazônia/BNDES, e parceria com as Associações das Terras Indígenas, a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre e Organização dos Professores Indígenas do Acre.

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