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Vanda Milani destina R$ 63 milhões para obras em todo o Acre

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Obra da Orla do bairro Quinze está garantida por emenda de bancada. Outros R$ 25 milhões são extraorçamentários. R$ 15 milhões de emendas impositivas serão destinadas para os municípios com obras em infraestrutura, saúde, educação, meio ambiente, habitação e assistência social.

Deputada federal de primeiro mandato, Vanda Milani (SD-AC) fechou em R$ 63 milhões o total de recursos que serão destinados para o Acre. Emendas impositivas, de bancada e recursos extraorçamentários vão beneficiar todas as cidades do estado. R$ 20 milhões estão destinados para a obra de construção da Orla do Bairro XV.

“A cidade começou ali, a ideia é resgatar a autoestima dos moradores. Tinham dois portos que serviam a população ribeirinha. O porto do mercado e o Porto do Salin Fahat, um dos mais antigos moradores da região e mais atuante comprador de borracha” relembrou a deputada.

Vanda afirma que o desbarrancamento e a erosão, com o passar dos tempos contribuíram para os prejuízos e até fechamento dos comércios localizados do lado do rio. A parlamentar acredita que com a Orla, o ponto se tornará em nova atração turística de Rio Branco e reaquecerá a economia local.

“A primeira etapa de R$ 10 milhões será liberada até o final do ano. O projeto é lindo, será executado pela Secretaria de Infraestrutura, inclui construção de quiosques, pistas de corrida, quadra de areia, área urbanizada com iluminação e estrutura de contenção de bolsa concreto. Um sonho da população do Segundo Distrito que se tornará realidade”, acrescentou a parlamentar.

Com foco na geração de emprego e renda, Vanda Milani priorizou todos os municípios do estado. Os recursos que serão liberados vão proporcionar obras além da infraestrutura, o fortalecimento da educação, saúde, assistência social, esporte e meio ambiente.

“Nas cidades do interior as obras geram emprego e renda. Destinei emendas para todas as cidades sem distinguir cores partidárias, nós precisamos garantir a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, garantiu a deputada.

Ainda no setor estruturante, Vanda Milani destinou recursos para a construção de Casas Populares em Cruzeiro do Sul e obras de urbanização em Sena Madureira, no Iaco. A construção de um Mercado Municipal em Senador Guiomard vai receber investimentos avaliados em R$ 1 milhão.

Educação – Uma das mais tradicionais escolas de Sena Madureira, o Instituto Santa Juliana, vai receber R$ 500 mil para reforma. A escola Rita Bocalom, em Acrelândia, vai receber R$ 300 mil. E na área de educação ambiental serão investidos R$ 1,5 milhão na secretaria de meio ambiente.

A saúde pública será beneficiada através do investimento de R$ 15 milhões de emendas impositivas, sendo R$ 3.900.000,00 destinados para manutenção das unidades básicas de saúde dos 22 municípios. As obras vão beneficiar cidades isoladas como Porto Walter e Marechal Thaumaturgo com aquisição de equipamentos de unidades de saúde e hospitalar.

“Destinei recursos para a continuidade de um projeto importante que é o Saúde Itinerante do governo do estado e R$ 450 mil para manutenção das atividades do Hospital do Amor”, destacou Vanda.

O setor produtivo também será contemplado pelos investimentos propostos pela parlamentar. Em Acrelândia a agropecuária tem destinados R$ 300 mil. Em Senador Guiomard, R$ 1 milhão será para construção do Mercado Municipal.




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Comitiva parte para 2ª Visita Técnica à Ponte do Rio Madeira

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Com objetivo de se atualizar sobre a real situação da execução da obra – questão de contratos e orçamentos para a sua conclusão – partiu, na manhã desta quinta-feira, 21 de novembro, às 6h50, uma comitiva formada por diversas entidades, empresários e acadêmicos para realizar a 2ª Visita Técnica à Ponte do Rio Madeira. O grupo se concentrou na FIEAC, onde o presidente José Adriano afirmou que o grande número de participantes demonstra a disposição e o interesse da sociedade nessa questão.

“Isso mostra que esta visita não é apenas institucional. A Ponte do Rio Madeira tem uma representação, para nós, não só física mas também emocional. Ela liga o nosso estado ao restante do Brasil. Já estamos há oito anos discutindo isso, esperando que essa obra se conclua”, analisa o empresário. “Então, é natural que tenhamos interesse e curiosidade em acompanhar os seus desdobramentos”, concluiu.

A visita técnica conta com apoio da FIEAC, Fecomércio, Federacre, Dnit, Fiero, Crea-RO, Acisa, Sebrae, STICCEA, Associação das Pequenas Empresas, Aprogeo, CRA, Abee, Aefea, Uninorte, Ufac, Setacre, Amazom Junior, Crea-AC, Ageac, Suframa, Sinpal, Sincepav, Sinduscon, Sindigraf, Sindmóveis, Sindmineral, Sindoac, Sindsorvetes e Sinear. O grupo foi formado por aproximadamente 60 pessoas, sendo metade empresários dos mais diversos segmentos do setor produtivo e, o restante, composto por jornalistas e universitários. De acordo com o assessor de Relações Institucionais da FIEAC, Assur Mesquita, após o retorno da visita, o grupo irá elaborar um relatório que será apresentado para a sociedade.




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Juiz responde Coronel Ulysses sobre audiência de custódia: “não foi invenção judicial”

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Após entrevista concedida pelo novo comandante-geral da Polícia Militar do Acre ao ac24horas, no Bar do Vaz, o juiz de Direito Giordane Dourado usou as redes sociais nesta quarta-feira, 20, para comentar as críticas proferidas por coronel Ulysses Araújo. Para Giordane, nenhum sente satisfação em colocar um delinquente na rua.

“O que pouca gente observa é que a legislação (feita por políticos, e não por juízes) mostra-se muitas vezes leniente e paternalista com agentes criminosos. E com a futura vigência da malsinada Lei de Abuso de Autoridade (aprovada com votos inclusive de parlamentares do Acre) a situação será ainda mais preocupante”, escreveu o magistrado.

Ulysses declarou que “dói e desmotiva prender bandido que são soltos logo em seguida na audiência de custódia”. O juiz respondeu dizendo que o judiciário faz sua parte. “É comum falarem que a “polícia prende, mas a Justiça solta”, mas basta uma rápida visita aos presídios para verificarem a superlotação carcerária. Se estão presos, é porque uma decisão judicial assim determinou. Onde mais colocaremos presos? Não cabe aos juízes resolver essa questão”, ressalta Dourado.

Sobre a audiência de custódia, Giordane alerta que a medida nasceu de um compromisso legislativo brasileiro. “Não foi invenção judicial. Podemos prender cem mil. Contudo, se o poder público, em comunhão de esforços e princípios, não se organizar para conter o avanço do crime, outros duzentos mil surgirão para aterrorizar a sociedade”, encerrou.




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