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Custo da construção aumenta R$ 87 no Acre, aponta dados do IBGE

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Sem a desoneração da folha de pagamento, o custo da construção civil no Acre é R$ 87,62 mais caro. Com a desoneração o valor é de R$ 1.276,24 e sem ela o preço sobe para R$ 1.363,86.

Trata-se do Índice Nacional da Construção Civil divulgado nesta quinta-feira (7) pelo IBGE. Esse índice variou 0,19% em outubro no País, uma queda de 0,18 ponto percentual em relação ao mês de setembro, quando registrou 0,37%. Em outubro de 2018, o índice foi de 0,43%. O acumulado do ano ficou em 3,69%. O sistema registrou o resultado de 4,17% nos últimos 12 meses, uma queda em relação aos 4,42% dos 12 meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em setembro fechou em R$ 1.152,87, passou em outubro para R$ 1.155,01, sendo R$ 605,40 relativos aos materiais e R$ 549,61 à mão de obra.

A região Norte apresentou a maior variação em outubro (0,97%), influenciada pelas altas captadas nas parcelas da mão de obra nos estados de Roraima e Pará. O Centro-Oeste variou 0,37%, enquanto a região Sul teve a variação de 0,25%, o Sudeste, de 0,09% e o Nordeste, de -0,01%. Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.168,34 (Norte); R$ 1.064,44 (Nordeste); R$ 1.204,23 (Sudeste); R$ 1.220,73 (Sul) e R$ 1.158,31 (Centro-Oeste).

A desoneração da folha é uma das propostas apresentadas pelo presidente Jair Bolsonaro para dinamizar a economia.

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Bombeiro do Acre fica em 2º lugar na competição nacional de técnica-profissional, em São Luis

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Ocorreu nessa quarta-feira, 13, na cidade de São Luís, no Maranhão, a tradicional prova ‘Bombeiro de Aço’. As equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre ficaram na 2ª colocação da competição, que contou com a participação de equipes de 22 estados brasileiros. Foram mais de 100 competidores na disputa que elegeu o melhor bombeiro do Brasil.

Os bombeiros revezavam-se nas etapas do concurso, que contou com cinco categorias, em versões feminina e masculina. A competição fez parte do XIX Seminário Nacional de Bombeiros (Senabom). O Tenente Bombeiro Felipe Lima, do CBMAC, foi vice-campeão da prova ‘Bombeiro de Aço’, com o 2º tempo mais baixo já visto no circuito.

“A prova é muito interessante, porque a gente tem a convicção da necessidade de manter o pleno desempenho físico e técnico, porque o bombeiro não tem que sair sozinho de uma situação de risco. Ele tem que sair e levar outra pessoa. Temos a consciência exata disso, e tão importante quanto o condicionamento físico é o autocontrole emocional, pois muitas vezes possuímos o físico, mas o psicológico abala”, afirmou o Tenente Felipe.

O Comandante-geral, Coronel Carlos Batista, esteve presente no evento e disse que é motivo de grande presenciar o bom desempenho dos militares acreanos. “Eles estão de parabéns por demonstrarem e esbanjarem força física, técnica operacional e força de vontade em tão bem representar o CBMAC. Esta prova demonstra o potencial do bombeiro em ocorrências reais, porque exige dele habilidades como força, assertividade e a velocidade necessária para o salvamento de vítimas ou extinção de incêndio”, explicou Batista.

Com informações Ascom/CBMAC

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PIB do Acre cresceu 77,2% em quinze anos, mostra dados do IBGE

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FOTO: INTERNET

Mesmo com um crescimento de somente 0,2% em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre, no período de 2002/2017, cresceu a uma taxa média de 3,9% ao ano, ocupando a 6ª posição dentre os nove Estados que conseguiram fazer o PIB crescer no período. Na soma, o PIB acreano cresceu 77,2% em quinze anos, período que coincide com os governos da extinta Frente Popular do Acre no Estado.

“No Brasil, após dois anos consecutivos de queda, 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,3%), o PIB voltou a crescer em volume: 1,3% em 2017 na comparação com 2016. Já no período 2002/2017 a variação em volume acumulada do Brasil foi de 42,5%, com uma média anual de 2,4% ao ano”, informa o economista Orlando Sabino, do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

Os dados foram publicados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE estão sendo avaliados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

O IBGE estima em R$14. 271.000.000,00 o PIB do Acre, 23º no ranking de valor nominal. Os salários tem grande peso na composição da riqueza acreana. No Norte, a participação da remuneração de empregados também foi mais expressiva em Roraima (60,3%); Acre (54,5%); e Amapá (55,1%), estados caracterizados pela baixa participação no PIB nacional e pelo peso relativamente alto da atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social em suas economias.

O Nordeste, que ao longo da série detinha o maior peso da remuneração dos empregados no PIB, saiu de 47,3% em 2016 para 46,8% em 2017, foi superado pelo Centro-Oeste (47,0%). No Piauí, Paraíba e Sergipe, o valor relativo da remuneração de empregados foi superior a 50%, o que se justifica em grande medida pelo peso da administração pública nestes estados.

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