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Governo aumenta bônus de garantia do preço de açaí do Acre

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O Acre tem o açaí como produto beneficiado em novembro. O produto ganhou 25,15% de bônus na garantia do preço (mais de 4% sobre o último bônus, em outubro). Ou seja: enquanto o mercado paga R$ 1,22 pelo quilo do produto o Governo Federal paga R$ 1,63/kg.

Os produtos considerados com bônus são, além do açaí, o babaçu (amêndoa), borracha natural cultivada, castanha de caju, cana-de-açúcar, feijão caupi, laranja, leite, maracujá, mel, raiz de mandioca e sorgo. Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, há o bônus da cesta de produtos.

A relação, que está na Portaria 5.253, publicada nesta sexta-feira (8) no Diário Oficial da União, vale para o período de 10 de outubro a 9 de dezembro deste ano. Os produtos que tiveram queda no preço de mercado terão descontos no momento de amortização ou liquidação do crédito obtido junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O desconto concedido é correspondente à diferença entre o preço de mercado e o de garantia.

O desconto é aplicado pelo banco que operou o Pronaf sobre o valor do pagamento para os produtos da lista, para que os agricultores tenham assegurado, no mínimo, o custo de produção para garantir o pagamento.

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Bombeiro do Acre fica em 2º lugar na competição nacional de técnica-profissional, em São Luis

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Ocorreu nessa quarta-feira, 13, na cidade de São Luís, no Maranhão, a tradicional prova ‘Bombeiro de Aço’. As equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre ficaram na 2ª colocação da competição, que contou com a participação de equipes de 22 estados brasileiros. Foram mais de 100 competidores na disputa que elegeu o melhor bombeiro do Brasil.

Os bombeiros revezavam-se nas etapas do concurso, que contou com cinco categorias, em versões feminina e masculina. A competição fez parte do XIX Seminário Nacional de Bombeiros (Senabom). O Tenente Bombeiro Felipe Lima, do CBMAC, foi vice-campeão da prova ‘Bombeiro de Aço’, com o 2º tempo mais baixo já visto no circuito.

“A prova é muito interessante, porque a gente tem a convicção da necessidade de manter o pleno desempenho físico e técnico, porque o bombeiro não tem que sair sozinho de uma situação de risco. Ele tem que sair e levar outra pessoa. Temos a consciência exata disso, e tão importante quanto o condicionamento físico é o autocontrole emocional, pois muitas vezes possuímos o físico, mas o psicológico abala”, afirmou o Tenente Felipe.

O Comandante-geral, Coronel Carlos Batista, esteve presente no evento e disse que é motivo de grande presenciar o bom desempenho dos militares acreanos. “Eles estão de parabéns por demonstrarem e esbanjarem força física, técnica operacional e força de vontade em tão bem representar o CBMAC. Esta prova demonstra o potencial do bombeiro em ocorrências reais, porque exige dele habilidades como força, assertividade e a velocidade necessária para o salvamento de vítimas ou extinção de incêndio”, explicou Batista.

Com informações Ascom/CBMAC

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PIB do Acre cresceu 77,2% em quinze anos, mostra dados do IBGE

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FOTO: INTERNET

Mesmo com um crescimento de somente 0,2% em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre, no período de 2002/2017, cresceu a uma taxa média de 3,9% ao ano, ocupando a 6ª posição dentre os nove Estados que conseguiram fazer o PIB crescer no período. Na soma, o PIB acreano cresceu 77,2% em quinze anos, período que coincide com os governos da extinta Frente Popular do Acre no Estado.

“No Brasil, após dois anos consecutivos de queda, 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,3%), o PIB voltou a crescer em volume: 1,3% em 2017 na comparação com 2016. Já no período 2002/2017 a variação em volume acumulada do Brasil foi de 42,5%, com uma média anual de 2,4% ao ano”, informa o economista Orlando Sabino, do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

Os dados foram publicados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE estão sendo avaliados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

O IBGE estima em R$14. 271.000.000,00 o PIB do Acre, 23º no ranking de valor nominal. Os salários tem grande peso na composição da riqueza acreana. No Norte, a participação da remuneração de empregados também foi mais expressiva em Roraima (60,3%); Acre (54,5%); e Amapá (55,1%), estados caracterizados pela baixa participação no PIB nacional e pelo peso relativamente alto da atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social em suas economias.

O Nordeste, que ao longo da série detinha o maior peso da remuneração dos empregados no PIB, saiu de 47,3% em 2016 para 46,8% em 2017, foi superado pelo Centro-Oeste (47,0%). No Piauí, Paraíba e Sergipe, o valor relativo da remuneração de empregados foi superior a 50%, o que se justifica em grande medida pelo peso da administração pública nestes estados.

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