Conecte-se agora

Projeto “Casinha Recicla” realiza campanha de reciclagem para manter ações culturais

Publicado

em

Você já ouviu falar da campanha “Casinha Recicla” da Casinha Ocupação Cultural? Não? Então, o ac24horas vai falar um pouco sobre essa campanha e sobre a Casinha.

O objetivo da campanha é conseguir recurso, através da reciclagem, para quitar as grades que foram colocadas para segurança do local para coibir novos atos de vândalos e assaltos que ocorreram nos últimos meses e, conseguir caixa para realizar atividades até o final deste ano.

O projeto teve início na última quinta-feira (11) e segue até o dia 12 de dezembro.

Você que tem plástico/embalagens, alumínio, ferro, fios de instalação, de internet, metal/bronze, inox, garrafas de vidro ou até motor pode estar doando no endereço localizado na Rua Granada, 50, no Bairro Mascarenhas de Moraes, ou pode também está ligando pelo número (68) 99944-9593 para a equipe da Casinha buscar.

A coordenadora desta campanha, Lidia Sales, relata que as instituições públicas ou privadas que queiram participar da ação, estarão recebendo um selo chamado “amiga da natureza” e ainda será montado um catálogo com a adesão dessas empresas na campanha.

Você que queira ficar por dentro da programação da casinha, pode ficar ligado por meio das redes sociais, https://www.facebook.com/casinhaocupacaocultural ou por meio do Instagram: @casinhaocupação

Saiba mais

A Casinha Ocupação Cultural, iniciou suas atividades em outubro de 2015, e traz várias atividades para a comunidade rio-branquense como leitura, contação de estória (lenda), oficinas de máscaras, perna de pau, brechó, além de saraus culturais com repertório regional. A Casinha tem como objetivo realizar não só atividades culturais, mas ecológicas por meio da reciclagem do lixo com a meta de redução e reutilização do lixo.




Propaganda

Cotidiano

Em Cruzeiro do Sul, mulher é encontrada morta; polícia suspeita de enforcamento e estupro

Publicado

em

No final da manhã desta quinta-feira, 14, Maria José Doria Maciel, 46 anos, foi encontrada morta por populares em sua casa no bairro da Várzea. A morte, inicialmente foi tratada como sendo de causa natural, mas a tarde houve a confirmação do homicídio por enforcamento e há indícios de estupro.

As primeiras notícias na vizinhança, eram de que Maria José que seria usuária de drogas, havia morrido por estar com dengue e ter ingerido bebida alcoólica.

Houve desencontro de informações entre a família, o SAMU, polícia e IML. O corpo da mulher passou quase o dia inteiro em cima da cama onde teria sido assassinada.

O caso

O IML só faz o resgate, transporte e necropsia em corpos de pessoas vítimas de morte violenta ou de morte natural de pessoa não identificada. Em caso de morte natural, a família por meio de funerária, cuida do translado.

O técnico de necropsia do Instituto Médico legal de Cruzeiro do Sul, Marcos Barbosa, explica que foi chamado para atender o chamado pela primeira vez as 11 horas da manhã, mas logo em seguida, foi informado pela equipe do SAMU que não havia indício de morte violenta. Só a tarde, um outro médico informou ao IML, a morte violenta e ele, então levou o corpo para o Instituto.

” As 11 horas o médico do Samu falou que não tinha suspeita de morte violenta , mas depois de muitas horas outro médico da unidade do Bairro da Várzea falou que tinha suspeita de violência então toda polícia foi lá de novo e verificamos que realmente ela foi morta por enforcamento”, conta o técnico do IML.

A Assessoria de Comunicação da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, informou que “a equipe do SAMU que esteve no local, suspeitou de infarto, por isso, o perito alegou que não iria ao local” .

Horas depois, segundo a PM, uma médica da família comunicou que a vítima tinha sinais de estupro e somente após essa informação, o perito foi ao local.

O corpo já foi liberado e o caso de feminicídio será investigado pela Polícia Civil.




Continuar lendo

Acre

Prefeitura de Rio Branco lança Campanha de Combate à Tuberculose

Publicado

em

Foto: Val Fernandes

Homens entre 25 e 40 anos são os mais afetados pela doença, que acomete o pulmão e outros órgãos.

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), realizou na manhã desta quinta-feira (14), na URAP Roney Neves, localizada no conjunto Adalberto Sena, o Lançamento da Campanha Nacional de Combate à Tuberculose.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, podendo acometer, também, órgãos como ossos, rins e meninges.

Para conscientizar a população e alertar sobre os riscos da doença, foi instituído o dia 17 de novembro como Dia Nacional de Combate à Tuberculose. Em Rio Branco, o número de casos chega, em média, a 300 casos por ano.

Durante o lançamento da campanha deste ano em Rio Branco, a SEMSA promoveu uma palestra educativa sobre a doença, tratamento e prevenção. Também houve a busca de sintomáticos respiratórios e os devidos encaminhamentos para a consulta e coleta de material para exames.

De acordo com a secretaria, durante todo o mês serão intensificadas as ações de orientação sobre o agravo da doença em todas as URAPS e Centros de Saúde do município.

A equipe da SEMSA alerta que tuberculose tem cura e que o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenir a doença. O tratamento é gratuito, oferecido em todas as Unidades de Saúde, e após 15 dias do início do tratamento, ininterruptos, a cadeia de transmissão do bacilo é interrompida.

A tuberculose não é mais tão famosa como antigamente, mas ainda preocupa. O Brasil registrou 72,8 mil novos casos da doença no ano passado e 4.534 óbitos em 2017. No mundo, são 10 milhões de acometidos e mais de um milhão de vítimas fatais ao ano – ou 4.500 por dia.




Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.