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“Só venceremos o desafio do desenvolvimento se acreditarmos”, diz José Adriano em posse da diretoria da Fieac

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“Somente acreditando é que enfrentaremos o desafio do desenvolvimento do Acre, pois cremos que só haverá desenvolvimento econômico se a estrutura produtiva contar com importante participação da indústria”, com este discurso, José Adriano, presidente reeleito da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), deu o tom de como pretende conduzir os trabalhos junto com a nova diretoria para o quadriênio 2019/2023. O tradicional Jantar de Posse foi realizado na noite desta quinta-feira, 31 de outubro, no Afa Jardim, contando com a presença de autoridades, como o vice-governador Major Rocha, o deputado estadual José Bestene, e o superintendente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Gilberto Batista.

Ao parabenizar o presidente José Adriano pela reeleição, o vice-governador aproveitou a oportunidade para agradecer a parceria do estado com a Federação das Indústrias. “Estamos abertos para trabalharmos, junto com a FIEAC, em prol do desenvolvimento do nosso Acre. É dessa forma que iremos superar a crise econômica”, assinalou Major Rocha.

A nova diretoria da FIEAC é constituída pelos empresários João Paulo de Assis Pereira (1º vice-presidente); Francisco Nailton Feitosa Lima (vice-presidente); Raimunda Holanda de Paula (vice-presidente); José Afonso Boaventura (vice-presidente); George Dobré (vice-presidente); Raimundo Nonato Aguiar Leite (vice-presidente); Antonio Jorge de Azevedo Barbosa (vice-presidente); Edival Lopes Diniz (vice-presidente); Carlos Henrique Braga Simão (vice-presidente); Paulo Roberto Cavalcanti (vice-presidente); Francisco Augusto Nepomucena de Souza (1º tesoureiro); Zenilda Ribeiro da Cunha Simão (2º tesoureiro); Márcio Valter Agiolfi (1º secretário); Valdisnei Defende (2º secretário).

Também compõem a chapa os seguintes suplentes da diretoria: Denise de Castro Pinho; Pedro Gomes da Silva Costa; Elson Dias Dantas Filho; Antônio Leônidas Araújo Neto; Adilson Moretto; Pasqualim Líbero Martini. O conselho fiscal efetivo é formado por Raquel Toschi Fernandes Diniz; João Evangelista Quintela Rodrigues e Jorge Afonso Tomás. Finalizando, os conselheiros suplentes são Hamurabi Barbary de Mesquita; Ricardo de Barros Curado e André Luis Cian.

Primeiro vice-presidente da nova diretoria, o empresário João Paulo Pereira diz que a instituição tem muitos desafios, mas que também tem muita união entre líderes de todas as classes representativas do setor produtivo. “A FIEAC tem adotado uma postura arrojada de convergir todas as áreas em prol de um bem em comum, que alcançar o tão sonhado desenvolvimento do estado”, acrescentou.

De acordo com Adriano, o desenvolvimento será a bússola que guiará os trabalhos da nova diretoria nos próximos quatro anos. “A FIEAC é uma instituição transversal e faremos questão de participar de todas as discussões que envolvam o tema. Estaremos envolvidos cada vez mais nos debates e não mediremos esforços para traçar rotas de desenvolvimento e cumpri-las”, declarou.

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Acre

Mercado não reage e preço da castanha despenca neste fim de ano

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Não se confirmou a expectativa da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista (Cooperacre) e da Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (Cooperxapuri) de que haveria uma reação do preço da castanha neste mês de dezembro, motivada pelas festas de fim de ano. Com isso, o preço médio pago ao produtor está variando entre R$ 25 e R$ 30.

No fim da safra passada, a castanha estava sendo comprada do extrativista ao preço médio de R$ 55. Em 2018, a noz amazônica foi comercializada ao preço de médio de R$ 110, chegando a atingir R$ 160. Em 2019, a queda nas exportações acreanas passava dos 50% até o mês de agosto, o que representava mais de 4,3 milhões de dólares.

Com um total de US$ 3,99 milhões exportados, a castanha respondia por somente 19% do volume de exportações do estado até aquele mês. De janeiro a agosto do ano passado, o produto extrativista representava 38% do valor total das exportações do Acre, com 8,38 milhões de dólares.

Mesmo com a queda nas exportações do produto acreano, no período de janeiro a agosto deste ano, divulgada pelo Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a Usina de Beneficiamento de Castanha Chico Mendes, localizada em Xapuri, continuou a beneficiar castanha na espera da reação que não veio no fim do ano.

O presidente da Cooperxapuri, Sebastião Nascimento de Aquino, que também é membro do Conselho Gestor da Cooperacre, afirmou que o mercado da castanha continua em crise e que não há expectativa de melhora, uma vez que o produto, segundo ele, não consta entre as prioridades de compra dos consumidores.

“O mercado está em crise e entre as prioridades de compra do consumidor não está a castanha. Com isso, posso dizer que dificilmente vai reagir nessa safra. Hoje, o preço praticado – pago ao produtor – está entre R$ 25 e R$ 30, e não sei se vai reagir”, explicou.

A maior razão da queda do preço e das exportações da castanha em 2019 foi a supersafra do ano anterior, que atingiu a casa de 1 milhão de latas, abarrotando o mercado do produto. Ainda com a situação desfavorável, a oleaginosa responde pela segunda maior fonte de receita para a economia do município de Xapuri, depois do gado.

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Acre

Taxas de cartórios no Acre sofrem reajuste a partir de 2020

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Os deputados estaduais aprovaram na última semana de trabalho da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) o Projeto de Lei enviado pelo governador Gladson Cameli (Progressistas) que atualiza os valores dos serviços cartorários no Acre. Com isso, as tabelas de taxas cartoriais do estado aumentaram seus valores. Segundo os parlamentares, ficou acordado entre governo e Aleac que apenas as tabelas referentes a transferências e averbações de imóveis não irão sofrer aumento. O projeto aprovado segue para sanção do governador Gladson Cameli.

O Projeto altera e institui novos dispositivos à Lei n.º 1.805, de 26 de dezembro de 2006, que já tratava da fixação de valores pelos serviços notariais e de registros. O texto do PL decreta quais serviços serão acrescentados aos valores, que são: “o pagamento dos títulos apresentados para protesto dentro do tríduo legal; a intermediação de renegociação de dívidas no âmbito dos Tabelionatos de Protesto e as Sessões de Conciliações e Mediações realizadas pelos Serviços de Notas e de Registros do Estado do Acre”.

O documento informa que “a apresentação, distribuição e todos os atos procedimentais pertinentes às duplicatas e demais títulos e outros documentos de dívidas encaminhados a protesto independem de depósito ou pagamento prévio dos emolumentos [taxas] e despesas, cujos valores devidos serão exigidos dos interessados, de acordo com regras editadas pela Corregedoria-Geral da Justiça, que utilizará como parâmetros normas e orientações expedidas pelo Conselho Nacional de Justiça e legislação infraconstitucional afeta à matéria em espécie”.

Para o governo, havia a necessidade de atualizar as tabelas de serviços notariais. O Acre é um dos estados onde é a Assembleia Legislativa quem determina os valores a serem fixados. Trata-se de uma reestruturação nos cartórios do estado. Conforme solicitado, os estabelecimentos não conseguiriam manter os serviços se não se fizessem essa reestruturação.

Confira o projeto de lei aprovado e seus anexos com os novos valores:
CARTORIOS

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