Conecte-se agora

Prefeitura lança concurso público para contratação de quase 600 profissionais da educação

Publicado

em

No dia do Professor, comemorado no dia 15 de Outubro, a prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEME), tornou público o edital de Nº (01/2019) que trata sobre concurso público para provimento de quase 600 vagas efetivas do quadro da educação municipal. O edital do concurso foi publicado na edição do Diário Oficial do Estado (DOE).

O concurso público será regido pelo edital e executado pela Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre – FUNDAPE, por meio da Comissão Organizadora de Concursos.

Os conteúdos programáticos das provas objetivas para todos os cargos encontram-se no Anexo I deste edital, disponível no endereço eletrônico http://fundape.ufac.br.

As inscrições serão realizadas, exclusivamente, via Internet, no endereço eletrônico http://fundape.ufac.br, mediante o preenchimento do formulário de inscrição, no horário local de Rio Branco (AC).

Lembrando que as inscrições começaram nesta terça-feira (15) e encerra no dia 03 de Novembro.

O valor da inscrição para participar do concurso ficou definido em R$ 85,00 para nível superior, R$ 65,00 nível médio e R$ 45,00 nível fundamental.

Cargos e remuneração para nível superior

Serão ofertadas 190 vagas para Professor da Educação Infantil (Pré-Escola) 131 vagas Professor do Ensino Fundamental (1º ao 5.º ano) zona urbana, nove vagas Professor da Educação Especial (Bilingue), 28 vagas para Professor do Ensino Fundamental (1º ao 5.º ano) zona rural e 69 vagas para Professor da Educação Especial (Mediador) zona urbana, nesta categoria citada acima, a carga horaria para todos são de 25 horas semanais e a remuneração ficou definido para todos em R$ 2.154,64.

Serão ofertadas, 4 vagas para Professor da Educação Especial (Libras) com remuneração definida em R$ 3.447,35 por 40 horas semanais e duas vagas para nutricionista com remuneração de R$ 1.865,16 para 30 horas semanais.

Cargos e remuneração para nível médio e fundamental

Estão sendo ofertadas, 80 vagas para cuidador de pessoal com remuneração fixa de R$ 1.032,66 para 35 horas semanais e nove vagas para motorista com remuneração R$ 1.162,80 para 40 horas semanais.

Por mais informações, clique aqui

Propaganda

Destaque 3

Após fogos do CV no Juruá, Polícia prepara série de operações contra o crime

Publicado

em

Cumprindo determinação do Governo Estadual em intensificar ações de combate à criminalidade, a Direção Geral da Polícia Civil, seus diretores e coordenadores de especializadas e regionais finalizaram o planejamento estratégico de operações que serão realizadas em todo o estado do Acre.

José Henrique Maciel Ferreira, delegado Geral da Polícia Civil, afirmou que as operações ocorrerão de forma integrada e se iniciam já neste final de semana. As operações objetivam coibir os crimes de roubos, tráfico de drogas, homicídios, tentativa de homicídios, entre outros.

“Essa é uma das determinações do governo para a área da Segurança, coibir as ações criminosas buscando resultados positivos refletindo diretamente nos indicadores de violência. A Polícia Civil já tem um vasto levantamento de diversas áreas e pontos de maior incidência de crimes em nossa capital e são nesses locais que vamos agir de forma incisiva com ações integradas”, enfatizou o Delegado Geral.

De acordo com o planejamento estratégico de ações da Polícia Civil, as operações que ocorrerão a partir deste final de semana contarão com um efetivo mínimo de 30 policiais (agentes, escrivães e delegados) e 10 viaturas, além do efetivo de outras forças policiais que compõem o Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP).

“Teremos um efetivo mínimo de 30 homens e mulheres da Polícia Civil, além de outros agentes das forças de segurança que compõem o SISP”, complementou Henrique Ferreira.

Continuar lendo

Destaque 3

Bolsonaro anuncia envio ao Congresso de projeto que isenta militar de punição em operações

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (21) que enviou ao Congresso Nacional projeto de lei com regras para isentar de eventuais punições, por meio do chamado excludente de ilicitude, militares das Forças Armadas e integrantes de forças de segurança, como policiais civis e militares, que atuam em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO)

Bolsonaro comunicou o envio do projeto durante discurso na convenção de lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Porém, o Palácio do Planalto não divulgou o texto do projeto de lei até a última atualização desta reportagem.

Segundo Bolsonaro, o projeto contempla as as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e os órgãos de segurança listados no artigo 144 da Constituição, que são:

– Polícia federal;
– Polícia rodoviária federal;
– Polícia ferroviária federal;
– Polícias civis;
– Polícias militares;
– Corpos de bombeiros militares.

O “Diário Oficial da União” publicou nesta quinta, em edição extra, um despacho presidencial com a mensagem do envio ao Congresso de projeto de lei que “estabelece normas aplicáveis aos militares em operações de Garantia da Lei e da Ordem e aos integrantes dos órgãos a que se refere o caput do art. 144 da Constituição e da Força Nacional de Segurança Pública, quando em apoio a operações de Garantia da Lei e da Ordem”.

As operações de GLO são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência e ocorrem nos casos de esgotamento das forças tradicionais de segurança pública. O presidente autoriza o emprego dos militares, a exemplo do que já ocorreu no Rio de Janeiro.

De acordo com a Constituição, esse tipo de operação concede provisoriamente às Força Armadas – por tempo e local determinado – o poder de polícia. Nas ações, as forças de segurança, como as polícias, atuam em apoio ao trabalho dos militares.

Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro afirmou que, caso Câmara e Senado não aprovem o projeto, ele só assinará decretos de GLO de interesse do governo federal, já que as ações nos estados precisam do pedido formal de governadores.

“Se o Congresso não aprovar, não tem problema. Eu não assino GLO. A não ser a que interesse particularmente ao governo. Como por exemplo a GLO do Brics. A gente não podia, tem um problema com autoridade aqui. A GLO de Rondônia, quando nós mandamos para lá, no começo do ano, o Marcola. Fora isso não tem GLO”, disse.

‘Guinada’ no combate à violência

Bolsonaro anunciou que este é o primeiro de uma série de quatro projetos a ser enviados ao Congresso. De acordo com o presidente, não adianta uma pessoa estar “bem de vida” se está preocupada com a segurança de familiares, diante do risco de ser assassinado por “um ladrão de celular”.

“Ladrão de celular tem que ir para o pau. E quando falo em ir para o pau, foi protocolado há poucos minutos na Câmara dos Deputados um projeto nosso que fala, são quatro projetos, foi o primeiro projeto, que fala do excludente de ilicitude para o pessoal que está no artigo 144 da Constituição. Entram as Forças Armadas, Polícia Federal, Rodoviária, Polícia Civil, Polícia Militar”, disse.

Em seguida, o presidente explicou o que é o excludente de ilicitude e pediu apoio aos parlamentares para aprovar a proposta, que, na sua visão, dará uma “guinada” no combate à violência.

“O que é o excludente de ilicitude? Em operação, você responde, mas não tem punição. Vamos depender agora, meus parlamentares, deputados e senadores, de aprovar isso lá [no Congresso]. Será uma grande guinada no combate à violência no Brasil. Nós temos como, realmente, diminuir e muito o número de mortes por 100 mil habitantes no Brasil”, afirmou.

Conforme o presidente, a proposta complementa o pacote anticrime enviado pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) ao Congresso.

Homicídios

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo índice nacional de homicídios criado pelo G1, nos primeiros oito meses deste ano foram registradas 27.517 mortes violentas — 7,9 mil a menos que o registrado de janeiro a agosto de 2018 (35.422).

O índice se baseia em dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Os números representam uma queda de 22% no número de homicídios registrados de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2018.

O levantamento mostra que o número de assassinatos, porém, continua alto: 114 pessoas morreram por dia, em média, no país em 2019.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Continuar lendo
Propaganda
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.