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Gladson analisa cenário para decidir se deixa o Progressistas

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Gladson Cameli tem adotado a cautela quando o perguntam se vai mesmo deixar o Progressista, partido pelo qual foi eleito governador do Acre.

Mesmo sem viver o mais confortável dos ambientes no Progressista, Gladson sabe que precisa se movimentar de forma estratégica.

Como não poderia ser diferente, o jovem governador, que ainda, navega em uma razoável onda de popularidade é cortejado por quase todos os partidos. A maior tentação vem do PSDB, partido de seu vice, Major Rocha, e que tem se fortalecido em 2019 pensando nas eleições do ano que vem, como, por exemplo, a chegada do provável candidato à prefeito de Rio Branco Minoru Kinpara, que lidera as pesquisas de intenção de votos realizadas até agora.

Se confirmado o desembarque de Gladson no ninho tucano, o PSDB se tornaria a sigla partidária mais forte do Acre.

Só que tem um grande empecilho para que esse casamento aconteça, chamado pelo nome de Jair Bolsonaro. É isso mesmo, atualmente, quem surge como grande adversário nacional de Bolsonaro, que patina em seu governo e tem índices muito baixos de popularidade, é justamente o governador de São Paulo e tucano, João Dória.

Ir para o PSDB é comprar briga com Bolsonaro. Gladson sabe que seu governo, após 10 meses, ainda está longe de ter alcançado as metas previstas para o primeiro ano, principalmente nas áreas de saúde e segurança. Arrumar encrenca com o Presidente da República pode representar ainda menos recursos para o Acre e o comprometimento das realizações de seu governo.

O próprio Jair Bolsonaro corre o risco de trocar de partido depois da crise instaurada com o PSL.

Vivendo esse dilema, Gladson sabe que tem tempo para tomar uma decisão. Por isso, vai conversando, avaliando cada passo até decidir.

O governador acreano já confirmou que vai jantar com Dória em São Paulo nos próximos dias, mas que não deve tomar uma decisão logo.

Enquanto isso, participa de um ato de filiação do Progressista, nesta sexta-feira, 11, em Rio Branco.

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Acre

Segurança nega toque de recolher disseminado nas redes sociais

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A secretaria de Segurança Pública do Acre emitiu um informe na tarde desta segunda-feira, 20, para tranquilizar os moradores diante a disseminação de notícias nas redes sociais, levantando a possibilidade de um “toque de recolher” imposto por criminosos na capital acreana.

“Pedimos a colaboração de toda sociedade acreana para desconstruirmos informações que estão circulando nos grupos de whatsapp, sobre um suposto toque de recolher”, escreveu a secretaria por meio da assessoria de comunicação.

Segundo o órgão, as forças de segurança estão nas ruas para resguardar a segurança da população e prevenir ações criminosas e ressaltou a importância da colaboração da sociedade para com o trabalho das polícias.

O secretário adjunto de segurança, Coronel Ricardo Brandão, também ressaltou a mensagem para tranquilizar a população. “Toda a Polícia Militar e Civil está mobilizada para assegurar o direito de ir e vir de todos os cidadãos acreanos, livre de qualquer atentado a sua vida e liberdade de ir e vir”, explicou.

O coronel pediu confiança dos moradores na força de segurança do estado.

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Acre

Renê Fontes ataca diretor do IAPEN nas redes sociais: “falsa mídia”

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Foto: Notícias da Hora/Internet

Renê Fontes diz que as coisas não estão bem no IAPEN e que Lucas Gomes sustenta falsa mídia para satisfazer seu ego

Levando em conta o ditado popular de quem bate esquece, mas quem apanha guarda mágoa até o fim da vida, Renê Fontes parece não ter engolido o que chamou de perseguição por parte do diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), Lucas Gomes, durante o período em que foi chefe de departamento do órgão.

Lucas desarquivou um processo disciplinar onde Renê era acusado de tentar adentrar uma unidade prisional com um aparelho celular dentro de uma TV, com apoio de outro agente, em Rio Branco. Renê acabou absolvido da acusação.

Renê, que teve mais de 2 mil votos para deputado estadual nas últimas eleições, foi exonerado do IAPEN, mas ganhou cargo semelhante para fazer articulação política no governo, ao que parece, não esqueceu o passado e aproveitou a notícia da fuga de 26 presos da penitenciária Francisco de Oliveira Conde na madrugada desta segunda-feira, 20, para atacar a gestão de Lucas Gomes.

Em uma postagem no Facebook, Renê disse que as coisas não estão bem, que há por parte do IAPEN uma briga desnecessária, um grande descontentamento da categoria e uma luta por falsa mídia para sustentar o mega ego de Lucas Gomes.

Confira o “fogo amigo” de Renê.

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