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Para tentar aprovar Projeto que foi arquivado pela oposição, Ribamar prometeu parecer que nunca existiu

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Com articulação inexistente e técnica questionável, o governo de Gladson Cameli acabou dando mais uma barrigada na sessão de quarta-feira, 10, na Assembleia Legislativa, em que o grupo da oposição conseguiu se articular e arquivar o Projeto de Lei de autoria do executivo que visava alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada no primeiro semestre deste ano.

A nova proposta do governo era baseada como “ajuste da LDO” levando em conta os projetos de leis que foram vetados pelo governador Gladson Cameli, mas que foram derrubados pelos deputados por unanimidade e posteriormente promulgados pelo presidente da Aleac, deputado Nicolau Junior (Progressistas), no final do mês de setembro.

A alteração principal na LDO seria no quesito do limite de gasto, já que na versão aprovada no primeiro semestre os gastos haviam sidos limitados apenas para o poder executivo. Com a nova proposta, os poderes legislativo, judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas também terão limites em seus gastos.

O secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade, foi a Casa do Povo se reunir com o presidente, Nicolau Junior, e o Primeiro-Secretário, Luiz Gonzaga, destacando a importância e a urgência para que o projeto de alteração fosse aprovado ainda na sessão de ontem. Mesmo sabendo que na casa já tramitada a Lei Orçamentária Anual (LOA) que deverá ser aprovada no segundo semestre, o braço direito do governador afirmou que tinha em seu poder um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Questionado aonde estava esse documento, Trindade afirmou na sala que o parecer chegaria nas mãos dos deputados para respaldar o debate na casa, o que não ocorreu. O ac24horas apurou que esse parecer não existe, mas que somente após a derrota na Assembleia, a Casa Civil solicitou o documento aos técnicos do Estado.

Com a base do Palácio Rio Branco sem parecer nas mãos e com os deputados afinados com o Regimento Interno da Casa e com a Constituição Estadual, o projeto foi arquivado pelo deputado Jenilson Leite, vice-presidente da Aleac, que na abertura dos trabalhos presidia a sessão.

De acordo com o regimento interno, após um projeto de arquivado, ela poderá voltar a tramitar na Aleac novamente apenas no próximo ano. Independente do posicionamento do Estado, os oposicionistas liderados pelo deputado Roberto Duarte (MDB), Jenilson Leite (PSB), Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Daniel Zen (PT), prometem judicializar o caso se necessário.

Procurado por ac24horas para comentar o assunto, o governador Gladson Cameli afirmou que não poderia falar com a reportagem.

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Acre

Segurança nega toque de recolher disseminado nas redes sociais

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A secretaria de Segurança Pública do Acre emitiu um informe na tarde desta segunda-feira, 20, para tranquilizar os moradores diante a disseminação de notícias nas redes sociais, levantando a possibilidade de um “toque de recolher” imposto por criminosos na capital acreana.

“Pedimos a colaboração de toda sociedade acreana para desconstruirmos informações que estão circulando nos grupos de whatsapp, sobre um suposto toque de recolher”, escreveu a secretaria por meio da assessoria de comunicação.

Segundo o órgão, as forças de segurança estão nas ruas para resguardar a segurança da população e prevenir ações criminosas e ressaltou a importância da colaboração da sociedade para com o trabalho das polícias.

O secretário adjunto de segurança, Coronel Ricardo Brandão, também ressaltou a mensagem para tranquilizar a população. “Toda a Polícia Militar e Civil está mobilizada para assegurar o direito de ir e vir de todos os cidadãos acreanos, livre de qualquer atentado a sua vida e liberdade de ir e vir”, explicou.

O coronel pediu confiança dos moradores na força de segurança do estado.

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Acre

Renê Fontes ataca diretor do IAPEN nas redes sociais: “falsa mídia”

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Foto: Notícias da Hora/Internet

Renê Fontes diz que as coisas não estão bem no IAPEN e que Lucas Gomes sustenta falsa mídia para satisfazer seu ego

Levando em conta o ditado popular de quem bate esquece, mas quem apanha guarda mágoa até o fim da vida, Renê Fontes parece não ter engolido o que chamou de perseguição por parte do diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), Lucas Gomes, durante o período em que foi chefe de departamento do órgão.

Lucas desarquivou um processo disciplinar onde Renê era acusado de tentar adentrar uma unidade prisional com um aparelho celular dentro de uma TV, com apoio de outro agente, em Rio Branco. Renê acabou absolvido da acusação.

Renê, que teve mais de 2 mil votos para deputado estadual nas últimas eleições, foi exonerado do IAPEN, mas ganhou cargo semelhante para fazer articulação política no governo, ao que parece, não esqueceu o passado e aproveitou a notícia da fuga de 26 presos da penitenciária Francisco de Oliveira Conde na madrugada desta segunda-feira, 20, para atacar a gestão de Lucas Gomes.

Em uma postagem no Facebook, Renê disse que as coisas não estão bem, que há por parte do IAPEN uma briga desnecessária, um grande descontentamento da categoria e uma luta por falsa mídia para sustentar o mega ego de Lucas Gomes.

Confira o “fogo amigo” de Renê.

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