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Apesar das chuvas, queimadas ainda afetam três unidades de conservação do Acre

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As queimadas ainda persistem em três unidades de conservação do Acre neste mês de outubro. A Resex Chico Mendes é de longe a que mais tem focos de incêndios, acumulando, do dia 1º até esta quarta-feira (9), dez registros.

A Área de Relevante Interesse Ecológico do Seringal Nova Esperança tem um foco e o Parque Nacional da Serra do Divisor, 4.

Ao longo deste ano, apenas cinco das 20 unidades de conservação monitoradas no Acre não registraram nenhum foco de incêndio.

O risco de fogo é mínimo em todo o Acre e a qualidade do ar melhorar em todo o território acreano após as chuvas.

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Governo garante que vai beneficiar malharias com aquisição de uniformes escolares

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O governo do estado, por meio de uma nota de esclarecimento, afirmou que vai realizar um chamamento público para a produção de uniforme escolar que será doado aos alunos para o ano letivo de 2020.

Segundo a nota, não é verdade a denúncia de uma empresário do ramo de malharia, que apenas uma empresa receberia toda a fatia do bolo. A nota explica que “no momento a merenda escolar está sendo priorizada devido o processo licitatório ser mais antigo.

Na sequência o governo fará o chamamento público. Tal processo é longo, pois para comprar somente da indústria local existe a necessidade de desenvolver regulamento jurídico específico para garantir a lisura do trâmite.

Vale ressaltar que um dos princípios do ‘programa de compras governamentais direto da indústria é dividir a aquisição entre todas as empresas estabelecidas no estado do Acre”, diz o governo.

No mesmo tom foi a nota de esclarecimento do Sindicato das Indústrias de Confecções e Correlatas do Estado do Acre (SINCON), que afirma que o novo modelo de uniforme, com as especificações técnicas de produção, foi divulgado para que todas as malharias do estado possam produzir de maneira padronizada.

Diz ainda que quanto a aquisição dos uniformes pelo estado para os alunos da rede pública, todas as indústrias do estado estão se preparando para fornecer de maneira igualitária, conforme a capacidade de produção, uma vez que o setor de confecções conta com uma lei de incentivo à indústria local.

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Custo do novo uniforme escolar e compra de um único fornecedor revoltam donos de malharias

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O setor de malharia espera com ansiedade os meses que antecedem o início de ano letivo. É tempo de faturar alto. Afinal, são mais de 170 mil alunos na rede pública de educação no Acre.

Agora bom mesmo é quando tem mudança de governo, já que é normal a nova gestão criar um novo modelo de uniforme. E é o que vai acontecer no ano letivo de 2020. Como não houve tempo para se discutir o assunto no início deste ano, o novo uniforme, com a marca do governo Gladson Cameli, vai estrear no ano que vem.

Mas o que era motivo de boa expectativa para as malharias, virou preocupação para os empresários, principalmente os pequenos.

A primeira preocupação é o preço. Atualmente, um uniforme da rede pública estadual, blusa e bermuda ou short/saia, é adquirido pelo valor de 40 reais. Pela proposta do novo modelo apresentado pelo governo, esse valor vai dobrar e chegar ao valor de 80 reais. Uma empresária do setor, que pede para não ser identificada, afirma que a preocupação é de que as famílias de baixa renda não irão conseguir comprar o uniforme. “A gente que conhece a realidade das famílias de baixa renda sabe que elas não vão conseguir comprar esse uniforme. Primeiro que não tem como comprar só um e na maioria das casas, tem mais de um filho que é estudante. Se a gente pegar uma casa com três alunos e comprar dois uniformes para cada, o valor vai sair R$ 480 e a gente sabe que esse é um dinheiro que muitas famílias não têm de onde tirar”, explica.

Governo pode comprar e doar uniformes

Segundo a empresária, nos grupos onde estão os donos de malharias e que o assunto é discutido, é ventilada a possibilidade do governo estadual adquirir os uniformes e distribuir aos estudantes da rede pública.

Nesse caso, o problema, segundo a empresária, se agrava ainda mais. Ela afirma que o temor é que apenas uma empresa seja beneficiada, prejudicando as outras empresas do setor e, principalmente, as que são de menor porte.

“O que falam nos grupos, inclusive do sindicato, é que o governo vai comprar os primeiros uniformes. Mas dizem que vão comprar de apenas um empreendedor. Aí eu pergunto? Como ficam os outros que esperam o ano todo para chegar essa época de ano e poder ter aumento nas vendas? Isso é muito injusto”, afirma.

A Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Educação confirmou que há interesse por parte do governo, mas que está sendo feito um estudo para verificar a fonte de recursos.

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