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“Nada além disso”, diz prefeitura sobre pedido para reajuste na tarifa de ônibus

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Com a notícia de que empresas de ônibus de Rio Branco já teriam apresentado sugestão para reajuste na tarifa do transporte público coletivo da cidade para R$ 4,71, a prefeitura municipal da capital acreana emitiu uma nota de esclarecimento na noite dessa terça-feira, 8, e confirmou o pedido da revisão do valor da tarifa por parte das empresas, uma vez que a própria legislação, anualmente, ampara tal solicitação.

Entretanto, a prefeitura destaca que o pedido sempre é encaminhado ao Executivo Municipal que, por sua vez, submete à análise do Conselho Municipal de Transporte. “Após extensa análise da documentação fornecida pelas empresas, que inclui planilhas de custos e notas fiscais correspondentes, entre outros, cabe ao Conselho Municipal de Transporte deliberar sobre o pedido de reajuste”.

Somente após a deliberação, o Conselho Municipal de Transporte encaminha a sugestão de um valor tarifário à prefeita Socorro Neri, que pode ou não fixar o valor sugerido. “Mas, por enquanto, não há nada além do pedido de reajuste feito pelas empresas”.

Por fim, a prefeitura explicou que “só se manifestará acerca da solicitação das empresas após a deliberação do Conselho Municipal de Transporte, na forma prevista em lei”.

Na noite de ontem, membros do Conselho Tarifário se posicionam negativamente à notícia de reajuste no preço da passagem de ônibus em Rio Branco.

O presidente da União das Associações de Moradores de Rio Branco (Umarb), Oséias Silva, disse que “com o voto da Umarb esses sem noção não vão contar”. O presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Acre, Richard Brilhante, que representa os estudantes de nível superior no Conselho, também antecipou seu posicionamento. “Manifesto meu voto contrário a qualquer aumento”.

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Meire Serafim participa de reunião com médica para tratar sobre sequelas de vacina do HPV

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A deputada Meire Serafim (MDB), juntamente com demais membros da Comissão de Saúde da Aleac, representantes do Conselho Regional de Medicina (CRM) e Ministério Público do Acre (MPAC), participou nesta terça-feira (22) de uma reunião com a médica Emília Gadelha Serra, de São Paulo, que veio ao Acre para falar sobre as sequelas ocasionadas pela aplicação da vacina contra a HPV.

“A reunião com a Drª Emília foi muito esclarecedora e realista, na qual a mesma relatou que os estudos realizados por especialistas em São Paulo, comprovaram que a vacina não é segura e tampouco eficaz. Entretanto, no que se refere às adolescentes do nosso Estado, a médica afirmou que faltaram exames para comprovar essa tese, levando ao fechamento de possibilidades de diagnósticos, o que de certa forma é omissão”, afirmou a parlamentar.

Meire Serafim mostrou-se bastante sensibilizada e preocupada, informando que o próximo passo da Comissão da Saúde será solicitar, junto ao Ministério da Saúde, uma reunião para ouvir os responsáveis pelo acompanhamento dessas pacientes, bem como ter acesso aos exames que já foram e estão sendo realizados.

“Também sou mãe e fico muito sensibilizada com o sofrimento das mães e famílias dessas adolescentes, muitas delas já tive a oportunidade de conhecer pessoalmente e ouvir os relatos de que suas filhas sofrem com convulsões, tremores, paralisia facial, esclerose múltipla e outros sintomas, que surgiram após a aplicação da vacina. Tudo que essas mães estão pedindo é um diagnóstico verdadeiro e correto, por conseguinte, o tratamento eficaz. Lutam também para evitar que outras garotas passem por este mesmo sofrimento”.

Meire Serafim finalizou reiterando que a Comissão buscará essas respostas junto ao Ministério da Saúde.

“O caso é grave e precisa ser investigado pelo Ministério da Saúde, só assim conseguiremos evitar que mais adolescentes sejam prejudicadas futuramente, como também buscar o tratamento adequado para essas mais de 80 meninas que a vacina acometeu”.

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Chegada do inverno leva equipes a traçarem estratégias de combate à dengue no Acre

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O início das chuvas no final do ano marca a chegada do inverno amazônico no Acre. Com isso, equipes da Secretaria Estadual de Saúde (Seasacre) já começaram a planejar ações de combate à dengue, inicialmente, na Região do Juruá. O Aedes Aegypti é o responsável pela transmissão da dengue, da zika e da chikungunya.

O governo do estado auxilia os municípios a realizarem ações que diminuam o número de casos de malária e dengue. Nesta semana, técnicos do Departamento de Vigilância em Saúde da Sesacre realizam assessoria na região do Juruá para discutir estratégias para o enfrentamento ao Aedes Aegypti.

Para evitar possíveis surtos e epidemias, a Saúde também discute as ações de controle da malária nos municípios de Rodrigues Alves, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul, que correspondem a 97% dos casos da doença no estado.

As principais dicas para evitar que o mosquito transmissor da doença, Aedes Aegypti, se prolifere e contamine mais pessoas são:

– Guardar as garrafas sempre viradas para baixo;

– Encher de areia ou terra os pratinhos que possam armazenar água;

– Jogar no lixo qualquer objeto que possa acumular água;

– Manter bem tampados baldes, tonéis, piscinas e caixas d’água;

– Guardar pneus ao abrigo da chuva e da água.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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