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Duarte suspeita que empréstimo de R$ 268 milhões seja para a Murano

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Antes mesmo de iniciar a sessão legislativa desta quarta-feira, 9, o deputado Roberto Duarte (MDB) afirmou ao ac24horas que suspeita que o pedido de empréstimo de R$ 268 milhões encaminhada a Aleac no final da tarde ontem seja para a Empreiteira Murano, que na gestão de Gladson Cameli tem fornecido ao Estado do “Alfinete ao Foguete”.

“Será que estamos tratando de mais dinheiro para a empresa Murano, que os deputados da base, barraram o requerimento para iniciarmos investigação”, disse o emedebista, enfatizando que a quantia solicitada é uma “valor muito alto”. “Não sou a favor de empréstimos uma vez que o Estado se endivida muito mais e compromete receitas futuras como o ICMS, FPE, que são receitas importantíssimas para a atividade financeira do Estado. Essas receitas servem de garantia para União em caso de não pagamento pelo Governo do Acre. Assim, caso isso ocorra o estado terá esses recursos bloqueados devido o inadimplemento com o Banco do Brasil”, justificou o deputado.

Duarte ponderou que para investir em infraestrutura entre outras áreas, “Realmente, o Estado não tem recursos próprios para investir e acaba tendo que se endividar”, disse. Ele destacou ainda que seria bom que o Governo demonstrasse quanto irá gastar em cada área e quanto tempo levará para concluir esses investimentos, “do contrário votarei contra o projeto de lei, vez que estaremos dando um cheque em branco ao governo sem saber onde esses recursos realmente serão investidos”.

O parlamentar ainda lembrou que o governador fundamentou sua proposta falando no PPA 2020/2023, “só que esse PPA não existe, eu como parlamentar não tive acesso a ele, estão colocando a carroça na frente dos bois. Primeiro faz o pedido de empréstimo fundamentado no PPA e depois que apresenta o PPA”, argumenta.

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Acre

Artigo de José Adriano – Unidos pelo desenvolvimento regional

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José Adriano

O Norte responde por apenas por 6,2% do PIB da Indústria brasileira. Este baixo índice escancara a urgência de se fortalecer a política de estímulo ao desenvolvimento da região. Estudos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que a cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,4 na economia brasileira. O desenvolvimento da indústria em regiões mais carentes representa a melhor solução para reduzir o crescente abismo entre os mais ricos e mais pobres no país alardeado pelo noticiário recente.

Nesse contexto, o debate sobre os instrumentos de estímulo ao desenvolvimento regional no âmbito da reforma tributária e a urgência da melhoria da infraestrutura e logística no Norte ganham relevância ainda maior. Só com medidas concretas nessas duas frentes será possível reduzir a distância existente no quesito competitividade industrial entre o Sul/Sudeste com as demais regiões do país. O ‘Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades’, a ser realizado na CNI, em Brasília, na próxima segunda-feira (28), vai debater temas fundamentais para a nossa região.

O Norte e Nordeste concentram um terço da população brasileira, mas respondem por apenas 19,6% do PIB industrial nacional. O Sul e Sudeste, com pouco mais da metade da população brasileira, concentram quase três quartos do PIB industrial. No PIB per capta, a discrepância é ainda maior. O Norte (R$ 13,9 mil) e Nordeste (R$ 16 mil) ficam muito aquém da média nacional (R$ 26 mil). Há algo muito errado quando um estado como o Acre responde por apenas 0,1% do PIB industrial brasileiro. Os dados deixam claro que os mecanismos para estimular o desenvolvimento do Norte precisam ser intensificados.

Chama a atenção que praticamente todas empresas tomadoras de empréstimos incentivados do Norte e Nordeste estejam inadimplentes, como atualmente ocorre nos Fundos de Investimentos da Amazônia (FINAM) e do Nordeste (FINOR). A equivocada sistemática operacional adotada pelos Fundos, com acentuado atraso na liberação dos desembolsos dos projetos, explica esse inacreditável resultado. Existem 1.736 empresas beneficiárias em situação de inadimplemento, sendo 653 com carteira de títulos do FINAM (BASA) e 1.083 com carteira de títulos do FINOR (BNB). Essas empresas acumulam um passivo de R$ 44 bilhões, sendo que o percentual de inadimplência alcança cerca de 99% desses empreendimentos.

Reunir lideranças empresariais do país, parlamentares e especialistas no assunto para debater de forma séria e aprofundada alternativas para desenvolver a indústria da Região Amazônica e da Região Nordeste é fundamental. Só iniciativas como o Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades, organizado pela CNI, são capazes de construir uma agenda positiva, que induza ações cooperativas entre o setor público e o privado a fim de reunir esforços que promovam a redução das desigualdades regionais de forma consistente e sustentada.


 

José Adriano é presidente da Ação Pró-Amazônia e da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC). 

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Acre

Rocha faz aniversário e ganha mimo do governador: “meu grande amigo”

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O governador Gladson Cameli fez questão de tornar público sua amizade pelo vice-governador Major Rocha e aproveitou o aniversário do ex-oficial da PM para demonstrar que o apoia e que vão seguir caminhando juntos na política. “Meu grande amigo Wherles Rocha, Feliz Aniversário Desejo que Deus abençoe sua vida e de sua família e te dê saúde e bons motivos para brindar a vida”, disse Gladson.

E completou: “Estamos juntos na luta por um Acre melhor. Que possamos ir cada vez mais longe. Conte comigo sempre!”.

Wherles Rocha completa 51 anos nesta quarta-feira (23).

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