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CAPES seleciona bolsistas para doutorado nos EUA

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Bolsas de estudo fazem parte do Programa Capes-Yale de Doutorado em Ciências Biomédicas

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão vinculado ao Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Yale, nos Estados Unidos, selecionará até dez projetos de doutorado para financiar bolsas de estudo no Programa Capes-Yale de Doutorado em Ciências Biomédicas. Os interessados têm até o dia 1º de novembro para realizar a inscrição. 

Um dos requisitos para participar do processo seletivo é a comprovação do nível de proficiência da língua inglesa com notas dos testes TOEFL iBT, mínimo de 100 pontos, e no IELTS, total mínimo de 7,5 pontos.  

Os selecionados receberão auxílio financeiro para despesas com passagem aérea, auxílio instalação, seguro-saúde e mensalidade, além de uma bolsa mensal de US$ 3.045,83. A bolsa tem duração de seis anos, com renovação anual. Na oportunidade, os contemplados terão acesso a todos os recursos oferecidos pela Yale, como laboratórios e oportunidades de treinamento no Programa BBS de Yale (Yale Combined Program in the Biological and Biomedical Sciences). 

A parceria Capes-Yale propõe visibilizar a produção científica, tecnológica e cultural do Brasil, conforme explica o presidente da Capes, Anderson Correia. “Reforçamos a área de cooperação entre países, com o objetivo de ampliar a inserção internacional de nossos pesquisadores e viabilizar trabalhos em conjunto com os grupos estrangeiros mais relevantes”, acrescenta. 

No ato da inscrição, os candidatos devem indicar umas das áreas de trabalho definidas no edital: Bioquímica; Biologia Quantitativa; Biofísica e Biologia Estrutural; Biologia Computacional e Bioinformática; Imunologia; Microbiologia; Biologia Celular Molecular, Genética e do Desenvolvimento; Medicina Molecular; Farmacologia e Fisiologia; Neurociência e Biologia molecular de planta. Dúvidas sobre o processo seletivo ou maiores informações devem ser acessadas no edital, clicando aqui.

*Com informações da Capes

Fonte: Agências Educa Mais Brasil

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Destaque 7

Ministro dos Transportes autoriza estudo de viabilidade da rodovia de Cruzeiro do Sul a Pucallpa

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O Ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, confirmou nesta terça-feira (12), o  pacote de investimentos na infraestrutura viária do Acre em 2020, assegurando, entre outras obras, a restauração das BR-317 e 364, anel viário de Brasiléia, e a privatização dos aeroportos de Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

A garantia foi dada ao senador Márcio Bittar, que acompanhado do deputado Eduardo Bolsonaro, reuniu-se com o ministros dos Transportes para receber a notícia. “Temos boas notícias para o Acre. Nós vamos conceder o aeroporto de Cruzeiro do Sul, aeroporto de Rio Branco, vamos chegar com 90 quilômetros de BR 317 restaurados”, disse o ministro.

A pauta principal do encontro foi a autorização que o ministro deu para o estudo de viabilidade da BR 364 até a fronteira com o Peru visando a ligação com Pucallpa. “Recebemos um presente antecipado de Natal, que foi a declaração do nosso presidente da República, que logo que chegou da China falou da importância da continuidade da BR 364 de Cruzeiro do Sul a Pucallpa. E nós estamos aqui com o ministro dos Transportes, que também está envolvido com essa mesma obra, e com Eduardo Bolsonaro que nos trouxe até aqui. Essa é uma obra que não interessa apenas ao Acre. Interessa para o Norte do País, ao Centro-Oeste do País”, comemorou Márcio Bittar.

“Para se conseguir preservar a floresta só através de desenvolvimento”, completou o senador Eduardo Bolsonaro.

Veja o vídeo produzido por Márcio Bittar:

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Cidades

Produtores do Acre aprendem simplificar programa de regularização ambiental

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Produtores rurais, especialistas e representantes dos setores agropecuário e ambiental participaram, nos dias 11 e 12 de novembro, em Rio Branco, da oficina de planejamento para elaboração de modelo simplificado do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

O evento foi realizado na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac) e promovido pelo Sistema CNA/Senar, Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Nos dois dias de encontro, foi discutida a criação de um modelo simplificado do PRA para o Estado, com base nos resultados do Projeto Biomas, fruto de uma parceria entre CNA e a Embrapa.

O projeto piloto está sendo desenvolvido com o apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e do sistema de informação WebAmbiente. O modelo já foi apresentado no Amazonas, em Goiás e Minas Gerais.

Segundo a coordenadora do Projeto Biomas na CNA, Cláudia Mendes, a discussão é importante para garantir o cumprimento da legislação, ao mesmo tempo em que são disponibilizadas alternativas para os produtores resolverem os passivos ambientais sem prejudicar a qualidade da produção.

“As pesquisas precisam chegar ao campo, pois são assuntos importantes que podem facilitar todo o processo de regularização, sem esquecer o retorno financeiro envolvido com a adesão ao Programa”.

Entre as formas de levar essas informações ao campo, está o modelo de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar. No Acre, são atendidos 165 produtores de três cadeias produtivas (leite, pecuária de corte e mandioca), em 11 municípios. A previsão para 2020 é de que o número de produtores alcance a margem de 390, incluindo duas novas cadeias produtivas, café e fruticultura, e mais dois municípios.

De acordo com a coordenadora estadual da ATeG no Acre, Stefanye Torres, a ideia é montar um plano junto com as instituições responsáveis, pois a metodologia da ATeG tem potencial para ser trabalhada como ponte entre o PRA e os produtores.

“Isso não implica em uma mudança da assistência prestada às comunidades rurais. Pelo contrário, trata-se de uma parceria para otimizar ainda mais a informação ligada à terra, de forma que todos os produtores se sintam devidamente informados”, destacou.

O presidente da Faeac, Assuero Veronez, reforçou a urgência de uma resolução que não crie ônus para os produtores rurais. “No Acre, mais de 80% dos produtores são classificados como pequenos. São vários desafios que precisam ser trabalhados para unir a legislação com a produção do agro”.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

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