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Acre vive pior ano de queimadas desde 2016, revela Inpe

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Com 6.499 focos de calor em 2019, o Acre vive seu pior ano em volume de queimadas desde 2016, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 7.296 focos.

No ano passado foram registrados 6.282, o que gera uma diferença para 2019 de 3% de aumento. Esse percentual, no entanto, varia a cada dia.

A incidência caiu em outubro por conta das chuvas e o risco de fogo, segundo o Inpe, é baixo na maioria do território acreano nestes dias.

O mapa de fumaça parece demonstrar que há problema em muitas regiões.

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Destaque 5

Acre já tem 1.210 casos suspeitos de dengue em 2020

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De 1 a 18 de janeiro deste ano o Acre foi assolado por 1.210 casos suspeitos de dengue. 353 deles foram confirmados e os pacientes entraram em tratamento.

O Departamento de Vigilância Epidemiológica do Acre confirmou oficialmente o o primeiro caso de morte por dengue em 2019. A vítima é uma adolescente de 16 anos, moradora de Cruzeiro do Sul.

A população deve manter o combate diário aos criadouros do mosquito, é importante estar atento à caixa d’água, se está aberta ou não; à limpeza das calhas; à verificação permanente da presença de água na bandeja do ar-condicionado, na bandeja da geladeira e nos pratinhos de vaso de planta; e acondicionar adequadamente os objetos que costumam ficar nos quintais, como garrafas e latas.

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Destaque 5

Morre Nino, professor da UFAC e ex-craque do futebol acreano

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Morreu na noite desta segunda-feira, 20, em Goiânia, o professor da Universidade Federal do Acre (UFAC), José Aparecido Pereira dos Santos.

O nome de batismo pouca gente conhece, mas basta dizer o apelido, Nino, para saber que se trata de uma figura que faz parte da história do futebol acreano e da UFAC, especialmente o curso de educação física.

Nino estava na capital goiana em tratamento de saúde acompanhado da esposa e da filha quanto teve um infarto no hotel onde estava hospedado. Levado à hospital, não resistiu e acabou morrendo.

Nino tinha 65 anos e era natural de Santo Expedito, interior de São Paulo. Como jogador de futebol teve passagens pelo Guarani de São Paulo, onde contava com orgulho ter enfrentado o Santos de Pelé, e também jogou no Londrina do Paraná.

Chegou ao Acre em 1979 contratado pelo Rio Branco, onde foi campeão do Copão da Amazônia. No ano seguinte, foi contratado pelo Juventus onde jogou mais duas temporadas, encerrando a carreira em 1982.

Depois de pendurar as chuteiras, foi treinador do Internacional, Independência e Rio Branco.

Após largar os gramados, Nino se tornou professor do curso de Educação Física da UFAC. Com sua voz rouca e mansa e a mesma ginga que o tornou um craque nos gramados era uma figura extremamente querida da universidade.

A família não informou ainda se o corpo será transladado para Rio Branco e horários e local de velório e sepultamento.

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