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Polícia já identificou assaltantes da Claro de Cruzeiro do Sul

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A Polícia Civil já identificou os dois homens que assaltaram a loja da Claro de Cruzeiro do Sul,  na segunda-feira, 7, que fica poucos metros da Delegacia Geral da cidade. Segundo o delegado Marcos Venícios, a dupla, velha conhecida da polícia, será presa em breve.

A moto utilizada no assalto foi encontrada em um bairro da cidade e havia sido roubada há poucos dias. A moto, que foi levada das proximidades do Ceflora e usada no crime, já foi devolvida ao dono.

Os assaltantes levaram mais de R$ 50 mil em celulares da loja da Claro.

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Na rede

No Acre, advogada é presa acusada de colaborar com o crime

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IMAGEM ILUSTRATIVA

A advogada Josimeire Teixeira Pereira, presa pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 23, está na base Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul.

No presídio local, não há acomodações para presos de nível superior ainda sem condenação.

Ela foi presa nas proximidades da Cidade da Justiça pela Polícia Federal possivelmente por colaboração com o crime organizado. Há notícias não confirmadas de que um irmão da advogada chegou a ser detido.

Outros mandados de prisão também foram expedidos pelo juiz Flávio Mundim, da 2° Vara Criminal de Cruzeiro do Sul.

As investigações e a prisão foram feitas pela Polícia Federal, mas o mandado de prisão é da Justiça estadual

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Na rede

Facção filmou facadas e espancamento de jovem

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O menor espancado, esfaqueado 14 vezes e jogado no barranco do Rio Juruá, na noite de segunda-feira, 21, em Cruzeiro do Sul, disse à polícia que a facção que “atua” no bairro, filmou toda a ação e divulgou no grupo de WhatsApp dos criminosos.

Ele contou que estava perto do Porto do Abraão, quando foi abordado por três homens que o indagaram sobre qual seria sua facção, lhe bateram e deram 14 facadas e filmaram para “comprovar” o serviço.

Ele foi ferido por volta das 23h da segunda-feira, mas ficou em silêncio a noite toda na margem do Rio Juruá e só gritou por ajuda na manhã de terça. Se fingiu de morto porque temia que os agressores votassem para “terminar o serviço”.

O rapaz foi ouvido no Hospital do Juruá e o caso é apurado pelo delegado Alexnaldo Batista.

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