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Nova pesquisa da TV Gazeta coloca Minoru e Mara na frente e Angelim superando Socorro Neri

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A TV Gazeta divulgou nesta terça-feira, 8, durante o programa Gazeta Alerta, o resultado da pesquisa de intenção de votos para prefeitura de Rio Branco para as eleições 2020, realizada pela RealTime Big Data. A pesquisa de opinião pública também apresenta uma avaliação do atual da gestão municipal.

A pesquisa ouviu 780 pessoas entre os dias 3 e 5 de outubro e possui uma margem de erro de 4 pontos percentuais (para mais ou para menos) e um nível de confiança de 95%.

A votação estimulada no primeiro cenário aponta que Minoru Kinpara (PSDB) está na frente das intenções para prefeito, com 20% dos votos. Em seguida está a deputada federal Mara Rocha (PSDB), com 19% dos votos. Em terceiro, Raimundo Angelim, com 13% dos votos. Logo depois aparece Socorro Neri (11%), Roberto Duarte (MDB) (8%), Tião Bocalom (6%), Emerson Jarude (5%), Alan Rick (4%), José Bestene (1%), Jamyl Asfury (1%) e Thiago Caetano (1%). Nesta, votaram brancos ou nulos 8% dos entrevistados e não souberam ou não responderam 3%.

Já no segundo cenário de votação estimulada, Minoru Kinpara também aparece na ponta, com 25% das intenções de voto, seguido de Mara Rocha, com 21%. Em terceiro lugar aparece Socorro Neri, com 16% dos votos. Em quarto aparece o deputado Roberto Duarte (10%), Jamyl Asfury (1%) e Pedro Longo (0%). Nesta seleção, votaram branco ou nulo 12% dos entrevistados e não souberam ou não responderam 6%.

O cenário de rejeição aponta que Tião Bocalom é o candidato mais rejeitado entre os entrevistados, liderando o ranking com 25%. Em segundo aparece Socorro Neri, com 16% de rejeição, seguida de Raimundo Angelim, que ficou com 9% de rejeição.

Na pesquisa de votação espontânea, Socorro Neri ficou na frente, com 6% das intenções de votos, em segundo Minoru Kinpara, com 5% e Mara Rocha 4%. Não souberam responder ficou em 63% dos entrevistados, enquanto que brancos e nulos foi de 14%.

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Acre

Artigo de José Adriano – Unidos pelo desenvolvimento regional

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José Adriano

O Norte responde por apenas por 6,2% do PIB da Indústria brasileira. Este baixo índice escancara a urgência de se fortalecer a política de estímulo ao desenvolvimento da região. Estudos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que a cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,4 na economia brasileira. O desenvolvimento da indústria em regiões mais carentes representa a melhor solução para reduzir o crescente abismo entre os mais ricos e mais pobres no país alardeado pelo noticiário recente.

Nesse contexto, o debate sobre os instrumentos de estímulo ao desenvolvimento regional no âmbito da reforma tributária e a urgência da melhoria da infraestrutura e logística no Norte ganham relevância ainda maior. Só com medidas concretas nessas duas frentes será possível reduzir a distância existente no quesito competitividade industrial entre o Sul/Sudeste com as demais regiões do país. O ‘Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades’, a ser realizado na CNI, em Brasília, na próxima segunda-feira (28), vai debater temas fundamentais para a nossa região.

O Norte e Nordeste concentram um terço da população brasileira, mas respondem por apenas 19,6% do PIB industrial nacional. O Sul e Sudeste, com pouco mais da metade da população brasileira, concentram quase três quartos do PIB industrial. No PIB per capta, a discrepância é ainda maior. O Norte (R$ 13,9 mil) e Nordeste (R$ 16 mil) ficam muito aquém da média nacional (R$ 26 mil). Há algo muito errado quando um estado como o Acre responde por apenas 0,1% do PIB industrial brasileiro. Os dados deixam claro que os mecanismos para estimular o desenvolvimento do Norte precisam ser intensificados.

Chama a atenção que praticamente todas empresas tomadoras de empréstimos incentivados do Norte e Nordeste estejam inadimplentes, como atualmente ocorre nos Fundos de Investimentos da Amazônia (FINAM) e do Nordeste (FINOR). A equivocada sistemática operacional adotada pelos Fundos, com acentuado atraso na liberação dos desembolsos dos projetos, explica esse inacreditável resultado. Existem 1.736 empresas beneficiárias em situação de inadimplemento, sendo 653 com carteira de títulos do FINAM (BASA) e 1.083 com carteira de títulos do FINOR (BNB). Essas empresas acumulam um passivo de R$ 44 bilhões, sendo que o percentual de inadimplência alcança cerca de 99% desses empreendimentos.

Reunir lideranças empresariais do país, parlamentares e especialistas no assunto para debater de forma séria e aprofundada alternativas para desenvolver a indústria da Região Amazônica e da Região Nordeste é fundamental. Só iniciativas como o Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades, organizado pela CNI, são capazes de construir uma agenda positiva, que induza ações cooperativas entre o setor público e o privado a fim de reunir esforços que promovam a redução das desigualdades regionais de forma consistente e sustentada.


 

José Adriano é presidente da Ação Pró-Amazônia e da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC). 

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Acre

Rocha faz aniversário e ganha mimo do governador: “meu grande amigo”

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O governador Gladson Cameli fez questão de tornar público sua amizade pelo vice-governador Major Rocha e aproveitou o aniversário do ex-oficial da PM para demonstrar que o apoia e que vão seguir caminhando juntos na política. “Meu grande amigo Wherles Rocha, Feliz Aniversário Desejo que Deus abençoe sua vida e de sua família e te dê saúde e bons motivos para brindar a vida”, disse Gladson.

E completou: “Estamos juntos na luta por um Acre melhor. Que possamos ir cada vez mais longe. Conte comigo sempre!”.

Wherles Rocha completa 51 anos nesta quarta-feira (23).

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