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Governo vai elaborar projeto de reforma previdenciária no Acre

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O Governo do Acre vai apresentar para a Assembléia Legislativa um projeto de reforma previdenciária do Estado. A informação foi dada pelo governador Gladson Cameli, ao participar do Fórum Nacional de Governadores, nesta terça-feira, 8, em Brasília.

A expectativa dos governadores é de que os estados sejam incluídos nessa reforma por meio da chamada PEC paralela, em análise no Congresso Nacional. Mas diante da incerteza e da crise financeira enfrentada pelo Estado, o governador disse que adiantará o processo.

“Vou mandar esse projeto o quanto antes, porque o Acre enfrenta uma situação de emergência financeira e não podemos mais esperar”, disse o governador, exemplificando: “O déficit da Previdência no meu Estado em janeiro deste ano foi de R$ 40 milhões e já estamos caminhando para R$ 50 milhões, porque a conta cresce mensalmente e quem paga essa conta é o povo, que não pode mais esperar”.

O governador defendeu medidas como a reforma tributária, “para facilitar a vida de quem paga imposto, fortalecer a economia e gerar emprego no Estado”, assim como uma atenção especial aos estados de fronteira na divisão do Fundo Nacional de Segurança Pública e dos recursos provenientes dos royalties do petróleo.

“Temos alta incidência de contrabando de armas e drogas por nossas fronteiras. Estamos montando um batalhão de fronteira, em parceria com o governo federal, mas precisamos de mais apoio”, explicou o governador, que também defendeu a manutenção e reforço do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização Profissional (Fundeb).

Gladson Cameli lembrou que o Fórum de Governadores tem debatido repetidamente essas pautas, mas que o Congresso Nacional precisa dar resposta urgente para esses problemas.

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Acre

Artigo de José Adriano – Unidos pelo desenvolvimento regional

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José Adriano

O Norte responde por apenas por 6,2% do PIB da Indústria brasileira. Este baixo índice escancara a urgência de se fortalecer a política de estímulo ao desenvolvimento da região. Estudos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que a cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,4 na economia brasileira. O desenvolvimento da indústria em regiões mais carentes representa a melhor solução para reduzir o crescente abismo entre os mais ricos e mais pobres no país alardeado pelo noticiário recente.

Nesse contexto, o debate sobre os instrumentos de estímulo ao desenvolvimento regional no âmbito da reforma tributária e a urgência da melhoria da infraestrutura e logística no Norte ganham relevância ainda maior. Só com medidas concretas nessas duas frentes será possível reduzir a distância existente no quesito competitividade industrial entre o Sul/Sudeste com as demais regiões do país. O ‘Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades’, a ser realizado na CNI, em Brasília, na próxima segunda-feira (28), vai debater temas fundamentais para a nossa região.

O Norte e Nordeste concentram um terço da população brasileira, mas respondem por apenas 19,6% do PIB industrial nacional. O Sul e Sudeste, com pouco mais da metade da população brasileira, concentram quase três quartos do PIB industrial. No PIB per capta, a discrepância é ainda maior. O Norte (R$ 13,9 mil) e Nordeste (R$ 16 mil) ficam muito aquém da média nacional (R$ 26 mil). Há algo muito errado quando um estado como o Acre responde por apenas 0,1% do PIB industrial brasileiro. Os dados deixam claro que os mecanismos para estimular o desenvolvimento do Norte precisam ser intensificados.

Chama a atenção que praticamente todas empresas tomadoras de empréstimos incentivados do Norte e Nordeste estejam inadimplentes, como atualmente ocorre nos Fundos de Investimentos da Amazônia (FINAM) e do Nordeste (FINOR). A equivocada sistemática operacional adotada pelos Fundos, com acentuado atraso na liberação dos desembolsos dos projetos, explica esse inacreditável resultado. Existem 1.736 empresas beneficiárias em situação de inadimplemento, sendo 653 com carteira de títulos do FINAM (BASA) e 1.083 com carteira de títulos do FINOR (BNB). Essas empresas acumulam um passivo de R$ 44 bilhões, sendo que o percentual de inadimplência alcança cerca de 99% desses empreendimentos.

Reunir lideranças empresariais do país, parlamentares e especialistas no assunto para debater de forma séria e aprofundada alternativas para desenvolver a indústria da Região Amazônica e da Região Nordeste é fundamental. Só iniciativas como o Seminário de Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades, organizado pela CNI, são capazes de construir uma agenda positiva, que induza ações cooperativas entre o setor público e o privado a fim de reunir esforços que promovam a redução das desigualdades regionais de forma consistente e sustentada.


 

José Adriano é presidente da Ação Pró-Amazônia e da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC). 

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Acre

Rocha faz aniversário e ganha mimo do governador: “meu grande amigo”

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O governador Gladson Cameli fez questão de tornar público sua amizade pelo vice-governador Major Rocha e aproveitou o aniversário do ex-oficial da PM para demonstrar que o apoia e que vão seguir caminhando juntos na política. “Meu grande amigo Wherles Rocha, Feliz Aniversário Desejo que Deus abençoe sua vida e de sua família e te dê saúde e bons motivos para brindar a vida”, disse Gladson.

E completou: “Estamos juntos na luta por um Acre melhor. Que possamos ir cada vez mais longe. Conte comigo sempre!”.

Wherles Rocha completa 51 anos nesta quarta-feira (23).

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