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Governo quer empréstimo de R$ 268 milhões do Banco do Brasil

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) quer autorização da Assembleia Legislativa do Acre para contrair um empréstimo de R$ 268 milhões de reais junto ao Banco do Brasil.

A justificativa é que o recurso será usado para aquisição de imobiliário público, no setor de habitação, saneamento, saúde, educação e produção.

Na mensagem governamental aos deputados estaduais, Gladson destaca que os recursos garantirão a construção, manutenção, conservação e revitalização dos espaços públicos, além de oportunizar o acesso à moradia digna e regularizada às pessoas que se encontram em vulnerabilidade social nas áreas urbanas e rurais, atuando na construção, reforma, ampliação e conclusão de moradias.

O governo explica ainda que os recursos irão ser usados para melhorar as condições de vias terrestres, melhoria no saneamento e reforma em escolas e unidades de saúde.

O pedido de empréstimo tem a União como fiadora e Gladson pediu que a tramitação seja em caráter de urgência.

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Sistema FIEAC apresenta modelo de gestão à Seinfra

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Diretor do SENAI e superintendente do SESI, César Dotto, e coordenador da Uniplan, Osvaldo Pimentel, explicaram processos à equipe da Secretaria

Reconhecendo a eficiência do modelo de gestão e planejamento estratégico do Sistema FIEAC, a equipe da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano (Seinfra) solicitou um benchmarking para conhecer melhor os processos adotados pela instituição. O encontro, realizado na manhã desta quarta-feira, 23 de outubro, na Sala de Reuniões da Presidência, foi conduzido pelo diretor regional do SENAI e superintendente do SESI, João César Dotto, e pelo coordenador da Unidade de Planejamento (Uniplan) do Sistema FIEAC, Osvaldo Pimentel.

“Nossas instituições são entidades de direito privado e sem fins lucrativos, os recursos são de contribuições previstas em  Lei, e apesar de ser uma entidade privada, sempre teve sua gestão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, devidamente controlada e fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), e assume o compromisso público de elevar o nível de transparência divulgando essas informações, bem como, suas licitações, editais, contratos, no Portal da Transferência. Então, estamos sujeitos a praticamente quase tudo o que o setor público passa”, contextualizou Dotto. Ele observou que, devido a essas particularidades, as instituições do Sistema FIEAC são confundidas como sendo públicas.

Juntamente com Pimentel, ele apresentou todo o organograma das casas que compõem o Sistema (FIEAC, IEL, SESI e SENAI); modelo de governança; infraestrutura (unidades fixas e móveis); planejamento e mapa estratégico; missão; visão; política da qualidade; modelo de gestão; gestão de resultados; e acesso à informação. “A cultura da qualidade das instituições melhorou muito, mas isso se constrói com o tempo. Hoje, todas as instituições são certificadas. É uma visão privada, mas tudo pode ser adaptável à realidade do setor público”, ponderou o gestor.

Para o diretor de Planejamento da Seinfra, Neyvo Ribeiro Souza da Silva, a distância que o órgão se encontra no momento para alcançar o modelo de gestão do Sistema FIEAC ainda é grande, mas é um procedimento que precisa ser iniciado o quanto antes. 

“A FIEAC chegou a esse patamar de organização que tem hoje porque esse processo se iniciou lá atrás. Houve esse pensamento de transformar os processos em eficientes e impessoais – podem sair os gestores, que vai haver continuidade nas ações. A prova disso é que o próprio diretor regional do SENAI disponibilizou seu tempo para nos atender e passar tanto conhecimento nesta manhã. Isso, hoje para nós, seria impensável, mas precisamos avaliar a nossa situação”, analisou o engenheiro.

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Obras inacabadas não poderão ser inauguradas no Acre, propõe PL

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O deputado Chico Viga (Podemos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 23, para apresentar um Projeto de Lei que proíbe a inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam o fim para o qual foram construídas.

A proposta protocolada é baseada numa afirmação do governador Gladson Cameli que afirmou recentemente que no seu governo as obras serão entregues somente quanto estiverem efetivamente funcionando.

Viga enfatizou que o projeto visa coibir gestores de usar as obras mal acabadas como estratégias eleitoreiras.

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