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Governo do Acre estuda fazer nova reforma administrativa: “me arrependo daquela primeira”, diz Gladson

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FOTO: SECOM-AC

Em menos de um ano, a estrutura governamental do Estado do Acre poderá sofrer uma nova alteração. É que os técnicos da Casa Civil estudam elaborar e até mesmo a encaminhar ainda neste semestre a Assembleia Legislativa um novo projeto de lei propondo uma Reforma Administrativa. A informação foi confirmada ao ac24horas pelo governador Gladson Cameli, que fez questão de enfatizar “que ainda não existe uma decisão final sobre o assunto. Estamos avaliando, mas lhe garanto que se ocorrer, não é para criar mais cargos, será apenas para enxugar ainda mais a máquina”.

Sem repassar maiores detalhes da proposta, Cameli revelou que se arrependeu de ter encaminhado a Assembleia, no primeiro semestre, a reforma administrativa que criou supersecretarias, entre elas a Secretaria de Planejamento e Gestão e a de Infraestrutura. “Eu confesso que foi um erro. Eu me arrependo. Aquilo só gerou mais problema e confusão. Eu não tenho problema para assumir meus erros. Eu aprendo com eles”, disse.

O ac24horas apurou que parte da reforma seria desmembrar a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), que antes da primeira reforma, eram apenas duas secretarias distintas (SGA e Seplan). Outra mudança seria na estrutura da Seinfra. A intenção do governo seria retirar de sua órbita o Deracre, Depasa e outros departamentos.

A reportagem apurou a intenção não é criar cargos, mas sim desburocratizar e diminuir a máquina, porém, o governador assinalou que estuda repassar algumas estruturas do Estado para os municípios. “Eu quero é me livrar de conta, de prejuízo. Vamos ver se isso ocorrerá mesmo. É apenas um estudo”, ponderou Cameli.

A REFORMA DA REFORMA DA REFORMA

A primeira reforma administrativa foi aprovada na Assembleia ainda em dezembro do ano passado, quando o então governador Sebastião Viana comandava o Estado. Na época, a mudança foi feita a pedido de Cameli com o objetivo de diminuir custos e cargos comissionados que seria apenas 900, o que de fato ocorreu, mas meses depois, em maio, a chamada “reforma da reforma”, foi encaminhada ao poder legislativo para nova aprovação. Nesta proposta, Gladson criava mais 450 cargos e unificava algumas secretarias, o que acabou sendo aprovada pelos parlamentares. Caso neste segundo semestre seja enviada uma nova proposta nesse molde, poderá ocorrer a terceira mudança em menos de 12 meses.

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