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Delegado quer cumprir 50 mandados de prisão em Mâncio Lima e Rodrigues Alves

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Com o lema “escreveu não leu, o pau comeu”, o delegado José Obetânio, tem como meta, cumprir 50 mandados de prisão em Mâncio Lima e Rodrigues Alves, em parceria com a Polícia Militar.

Nesta segunda-feira, 08, as polícias prenderem Raimundo Nonato Cunha de Souza e Marvison Damásio Gomes pelos crimes de roubo e furto.

As várias prisões feitas nas últimas semanas de pessoas ligadas ao tráfico e homicídios, segundo o delegado, “geraram uma atmosfera de paz, fazendo com que os bandidos tenham vergonha de assumir que são faccionados. A polícia é polícia e bandido é bandido, não tem mocinho aqui na região, escreveu não leu, o pau comeu”.

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Cidades

Câmara de Cruzeiro do Sul concede títulos de cidadãos para 14 pessoas

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Em Sessão Solene na noite desta quinta-feira, 5, no auditório do Senac, em Cruzeiro do Sul, a Câmara de Vereadores entregou Títulos de Cidadão Cruzeirense para 14 pessoas.

Entre os agraciados, advogado, engenheiro, cronista esportivo, o comandante da PM local, Major Evandro Bezerra, delegado Alexnaldo Batista e o diretor de Polícia Civil no Acre, Henrique Maciel, que já atuou como delegado de polícia em Cruzeiro do Sul.

Para o presidente da Câmara, vereador Clodoaldo Rodrigues, a concessão do Título de Cidadão Cruzeirense “é uma forma da Câmara homenagear pessoas que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento da cidade em sua área de atuação”.

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Cidades

História de Rio Branco: SBORBA foi fundado por operários à margem do lazer na capital

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Em sua última edição, o projeto Patrimônio Curioso, da Fundação Garibaldi Brasil, traz luz à história da SBORBA, a Sociedade Beneficente dos Operários de Rio Branco, clube pouco conhecido dos jovens da capital.

O clube foi fundado em 1948 por pedreiros, carpinteiros, ferreiros, mecânicos e demais trabalhadores avulsos que prestavam serviços em obras do Governo, e tinha como propósito propiciar lazer aos trabalhadores discriminados nos clubes da alta sociedade acreana.

Atualmente com 71 anos, o clube já foi palco de diversas comemorações e já teve diversas autoridades dançando o tradicional bolero, valsa, forró e samba. Além das festas, o SBORBA também oferecia cursos de datilografia, pintura em tecidos, bordados e crochês.

“Há muitos anos, o clube permaneceu com suas normas desde a vistoria dos frequentadores na entrada, até a dança muito agarrada dos casais. Se o casal não se comportasse, era convidado a deixar a festa. Mas isso não acontecia com os visitantes, e sim com os sócios que já conheciam as regras da casa. Tudo era tratado sempre com muito respeito e responsabilidade. As festas, até os dias de hoje, são realizadas aos sábados, sempre regada de muita música e dança”, lembra o Patrimônio Curioso.

Saiba mais em: https://www.facebook.com/fundacaogaribaldibrasil/photos/a.592032260869681/3419897631416449/?type=3&theater

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