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Incêndio em lanchonete de Shopping deixa pessoas em pânico

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Um principio de incêndio foi registrado na noite desta segunda-feira, 7, no Shopping de Cruzeiro do Sul. O fogo começou na lanchonete do supermercado que fica dentro do Shopping Copacabana. No vídeo gravado por uma pessoa que está dentro do Centro de Lojas, é possível ver o momento em que as chamas se espalham, numa espécie de explosão.

Uma funcionária desmaiou e a correria foi grande no interior do supermercado, que pertence ao dono do Shopping, o empresário Assem Cameli. Ele que está em São Paulo, disse por telefone que o fogo começou em uma fritadeira que uma colaboradora esqueceu ligada. “Mas ninguém ficou machucado, foi só o susto”, disse o empresário.

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi ao local e logo controlou o incêndio. O tenente Ivan, disse que rapidamente as chamas foram debeladas.

Veja o vídeo do momento em que inicia o fogo:

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Na rede

No Acre, advogada é presa acusada de colaborar com o crime

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IMAGEM ILUSTRATIVA

A advogada Josimeire Teixeira Pereira, presa pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 23, está na base Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul.

No presídio local, não há acomodações para presos de nível superior ainda sem condenação.

Ela foi presa nas proximidades da Cidade da Justiça pela Polícia Federal possivelmente por colaboração com o crime organizado. Há notícias não confirmadas de que um irmão da advogada chegou a ser detido.

Outros mandados de prisão também foram expedidos pelo juiz Flávio Mundim, da 2° Vara Criminal de Cruzeiro do Sul.

As investigações e a prisão foram feitas pela Polícia Federal, mas o mandado de prisão é da Justiça estadual

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Na rede

Facção filmou facadas e espancamento de jovem

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O menor espancado, esfaqueado 14 vezes e jogado no barranco do Rio Juruá, na noite de segunda-feira, 21, em Cruzeiro do Sul, disse à polícia que a facção que “atua” no bairro, filmou toda a ação e divulgou no grupo de WhatsApp dos criminosos.

Ele contou que estava perto do Porto do Abraão, quando foi abordado por três homens que o indagaram sobre qual seria sua facção, lhe bateram e deram 14 facadas e filmaram para “comprovar” o serviço.

Ele foi ferido por volta das 23h da segunda-feira, mas ficou em silêncio a noite toda na margem do Rio Juruá e só gritou por ajuda na manhã de terça. Se fingiu de morto porque temia que os agressores votassem para “terminar o serviço”.

O rapaz foi ouvido no Hospital do Juruá e o caso é apurado pelo delegado Alexnaldo Batista.

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