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Após Xapuri, BR-317 tem trechos precários e perigosos

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Com obras em ritmo intenso no trecho entre Xapuri e Capixaba, a BR-317 causa sofrimento para motoristas e veículos que trafegam nos cerca de 60 quilômetros entre o Entroncamento com a Estrada da Borracha (AC-485) e Epitaciolândia. Apesar de haver duas frentes de serviço nessa região da rodovia federal, a quantidade de buracos ainda é gigantesca e alguns pontos estão críticos a ponto de oferecer sérios riscos de acidentes.

A viagem nesse trecho da estrada tem sido bem mais lenta que o normal. Entre os pontos que merecem maior atenção dos motoristas estão as pontes sobre os igarapés Barra e Entroncamento. Nesses dois locais, além de o terreno estar bastante irregular há muita poeira, o que, em determinados momentos, tira completamente a visão de quem está dirigindo. O que anima, apesar do cenário de precariedade da via, é que se vê máquinas e homens trabalhando.

Segundo o Dnit, nos próximos dois anos e meio as obras de recuperação da BR-317 vão receber investimentos de quase R$ 300 milhões. Só para esse ano, a previsão é de que sejam gastos R$ 40 milhões na rodovia federal que será totalmente recuperada desde a divisa do Acre com o Amazonas até o município de Assis Brasil. O consórcio de empresas que venceu a licitação é o mesmo que já executa as obras da BR-364 entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Anel Viário na Fronteira

Com recursos previstos de R$ 60 milhões, o Anel Viário de Epitaciolândia e Brasiléia é uma obra muita esperada pela população e pelos administradores dos municípios. A BR-317 será desviada do trecho urbano e a construção da nova ponte sobre o Rio Acre desafogará o tráfego de veículos pesados na região. A garantia dos investimentos foi dada pelo governador Gladson Cameli na sua primeira visita à regional do Alto Acre, no começo deste ano, acompanhado pelo superintendente Dnit-AC, Carlos Henrique de Assis Moraes, como resultado do compromisso assumido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

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Inep anuncia cancelamento de uma questão do Enem 2019

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta terça-feira, 19, a anulação de uma questão da prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias do Enem 2019. O Inep identificou que a questão anulada fez parte do Caderno de Questões Braile e Ledor da edição do Enem de 2018. O chamado “caderno Ledor” é preparado para os aplicadores que atuam como ledores para os participantes que, por algum motivo, solicitam auxílio para a leitura da prova como recurso de acessibilidade.

A questão anulada consta no Caderno Azul como número 90; no Caderno Amarelo como 78; no Caderno Branco como 66; e no Caderno Rosa como 72.

No Enem, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e, também, de acordo com o desempenho de cada estudante na própria prova. A correção segue chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Respeitando a comparabilidade garantida pela TRI, as questões que compõem as provas acessíveis podem sofrer ligeira alteração comparadas à prova de aplicação regular devido às especificidades deste público. As provas do Caderno Braile e Ledor, por exemplo, contém a descrição de gráficos, imagens, esquemas e outros recursos visuais. Além disso, questões que inviabilizam ou dificultam demasiadamente a compreensão por parte dos participantes com algum tipo de deficiência visual são substituídas.

Fonte: Ministério da Educação

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Mais de 2,9 mil pescadores pedem seguro-defeso no Acre

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Dos 8,7 mil pescadores cadastrados na unidade acreana da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento , apenas 2.976 pediram seguro-defeso ao Instituto Nacional do Seguro Social. No entanto, informa A Tribuna do Acre, 1.646 destes pedidos de pagamento do benefício devem passar por uma nova triagem, sob o risco de alguns casos serem indeferidos, principalmente se ficar comprovado que o pescador obteve algum rendimento extra no decorrer do ano.

O período de defeso começou a vigorar este mês na Amazônia.

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