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Janot diz que foi armado para matar Gilmar e se suicidar no STF

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O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot disse que chegou a ir armado a uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de matar o ministro Gilmar Mendes. A declaração foi dada em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, publicada na versão eletrônica na noite de hoje.

“Não ia ser ameaça, não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele [Gilmar Mendes] e depois me suicidar”, afirmou Janot, que deixou a Procuradoria há dois anos.

O ex-PGR disse que o caso ocorreu em maio de 2017, quando ele –na época, chefe do Ministério Público Federal– solicitou que o ministro do STF fosse impedido de analisar um habeas corpus de Eike Batista, sob a justificativa de que a mulher do ministro, Guiomar Mendes, era sócia de um escritório de advocacia que representava o empresário em diversos processos.

Segundo Janot, logo após o pedido de suspeição, Gilmar teria espalhado uma história de que a filha do então PGR teria prestado serviços advocatícios à OAS, empreiteira envolvida em casos da Operação Lava Jato. “Isso me tirou do sério”, disse na entrevista.

“Foi logo depois que eu apresentei a sessão (…) de suspeição dele no caso do Eike. Aí ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal de uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal… e aí eu saí do sério”, afirmou o ex-procurador-geral.
Ao jornal, Janot disse que foi armado a uma sessão do STF e que, na ocasião, encontrou Gilmar Mendes nos corredores. Segundo ele, foi “a mão de Deus” que o impediu de atacar o ministro.

“Ele estava sozinho, mas foi a mão de Deus. Foi a mão de Deus”, repetiu. “Cheguei a entrar no Supremo [com a intenção de matá-lo]. Ele estava na sala, na entrada de sessão. Eu olhei, e aí uma ‘mão’ mesmo”, completou.

Procurado pelo Estadão, Gilmar Mendes não havia se pronunciado sobre as declarações de Rodrigo Janot.

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Construir no Acre está 4,49% mais caro em 2019, diz SINAPI

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Construir no Acre ficou bem mais caro em 2019. De acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) divulgado na manhã desta sexta-feira (6) pelo IBGE, de janeiro a novembro deste ano o custo aumentou 4,49%, isso com a folha de pagamento desonerada para as empresas. Com a oneração, o índice sobe muito pouco: vai para 4,51%, o que parece mostrar que ter reduzido o custo das contratações não promoveu grande redução no custo de se construir no Acre.

O custo médio por metro quadrado é de R$ 1.280,37 e a variação mensal foi de 0,32% este ano.

No País, o custo nacional da construção, por metro quadrado passou para R$ 1.156,31, sendo R$ 606,41 relativos aos materiais e R$ 549,90 à mão de obra. Em outubro, o valor era de R$ 1.155,01.

A parcela dos materiais registrou a menor variação do ano, 0,17%, caindo 0,08 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,25%) e 0,19 ponto percentual se comparado a novembro de 2018 (0,36%). A parcela da mão de obra, com 0,05%, também apresentou queda, de 0,06 ponto percentual tanto em comparação ao mês anterior, como a novembro de 2018.

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Destaque 6

Casos de dengue são 52% maior que no ano passado em Rio Branco

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O boletim divulgado nesta primeira semana dezembro mostra que município de Rio Branco registrou até o fim de novembro 4.211 casos notificados de dengue, aumento de 52% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram registrados 2.733 casos suspeitos.

De 4 a 8/11 o município de Rio Branco realizou o 3º Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti e os resultados não foram muito otimistas: o município está em situação de risco de epidemia de dengue, zika e chikungunya.

O Lira é um instrumento fundamental para o controle do vetor e das doenças (dengue, zika e chikungunya). A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada bairro, além de revelar quais os principais tipos de criadouros predominantes.

A pesquisa apontou que o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como caixa d’água, foi o principal tipo de criadouro com 56,7%, seguido por pequenos depósitos móveis com 24,1%, depósito fixo com 2,1%, pneus 7,9% e lixo doméstico, entulhos 9%.

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