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Duarte diz que é absurdo Gladson colocar a culpa do desequilíbrio das contas públicas nos deputados

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FOTO: SÉRGIO VALE

Após a derrota histórica imposta pela Assembleia Legislativa ao governo Gladson Cameli com a derrubada de oito vetos de projetos aprovados no parlamento estadual, a comunicação oficial do governo anunciou que Gladson vai readequar gastos para garantir o equilíbrio fiscal do Estado.

A matéria, veiculada pela página de notícias do governo acreano na internet, afirma que “devido aos vetos dos deputados estaduais referentes à proposta discutida com membros do Poder Executivo na semana passada, afetando diretamente o equilíbrio das contas públicas, uma vez que o Governo do Estado vem trabalhando no sentido de cumprir suas obrigações financeiras com a folha de pagamento, inclusive com a antecipação do décimo terceiro salário e o saneamento de dívidas da gestão anterior.

Essa decisão do governo parece que vai se tornar mais um round dessa “briga” entre executivo e legislativo do Acre. É que os vetos impostos pelos deputados não geraram despesas ao governo do estado, já que o orçamento vai dar entrada no final deste mês, deve ser votado, como é de praxe, em dezembro, e ser executado no ano de 2020.

O deputado estadual Roberto Duarte (MDB) foi um dos primeiros parlamentares a se pronunciar após o anúncio da posição do governo e classificou a medida como absurda.

“Um absurdo o governo querer colocar a culpa do desequilíbrio das contas públicas nos deputados. A LDO foi encaminhada pelo executivo ao legislativo e construída em conjunto através das emendas apresentadas pelos parlamentares após a aprovação do próprio executivo. Ademais, a L.D.O estabelece a regra da construção do orçamento. Orçamento que ainda será encaminhado pelo executivo no final de setembro e que deverá ser votado em meados de dezembro para ser executado no próximo ano”, afirmou Duarte.

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Cotidiano

Fiscais que aplicariam provas do concurso à tarde cobram pagamento da FUNDAPE

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Como se não bastasse a série de problemas ocasionados com o cancelamento do concurso público da Secretaria Municipal de Educação (SEME) aos mais de 20 mil inscritos na prefeitura de Rio Branco, um novo impasse foi gerado após anúncio da anulação das provas. Os fiscais de sala que iriam aplicar as provas na tarde deste domingo, 17, alegam que a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino e Pesquisa e Extensão (FUNDAPE), empresa contratada para realização do certame, estão se negando a pagar a diária aos aplicadores, no valor de R$ 80.

Segundo um dos fiscais que estava lotado no Instituto Federal do Acre (Ifac), que preferiu não se identificar, mesmo que eles não tenham mais que aplicar o certame na tarde de hoje, houve um encontro preparatório na última quarta-feira, dia 13, em que eles tiveram que gastar com o descolamento e ainda disponibilizar tempo para a reunião. “Estávamos todos presentes no horário combinado”, afirma um dos fiscais.

Até mesmo os funcionários da limpeza, cuja a empresa se comprometeu em pagar a diária no dia do certame, também não sabem mais se irão receber. “O pessoal da limpeza chegou bem cedo aos locais de prova. Resolveram que não vão pagar”, ressalta o denunciante.

A secretaria municipal de Educação confirmou no início da tarde o cancelamento do concurso, que seria destinado à contratação de mais de 500 profissionais. As provas que seriam aplicadas na tarde foram anuladas.

Segundo o secretário Moisés Diniz, a prefeitura irá divulgar no decorrer da próxima semana uma nova data para o concurso da Educação.

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Destaque 2

Concurso cancelado! Prefeitura anuncia anulação de provas da secretaria de Educação

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O secretário municipal de Educação, Moisés Diniz, acaba de confirmar ao ac24horas o cancelamento do concurso referente à SEME e que seria destinado à contratação de mais de 500 profissionais. As provas que seriam aplicadas na tarde deste domingo, 17, consequentemente, serão anuladas.

A prefeitura de Rio Branco está preparando uma nota de esclarecimento para tratar do cancelamento do concurso e das denúncias que indicam suspeita de fraude no certame.

Segundo Diniz, a prefeitura irá divulgar no decorrer da próxima semana uma nova data para o concurso da Educação.

As situações que resultaram no cancelamento do concurso foram divulgadas pelos próprios candidatos que se sentiram prejudicados diante de troca de provas, provas fora de malotes lacrados, uso de celulares em sala e até leitura da prova em dupla.

Equipes da prefeitura de Rio Branco e da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino e Pesquisa e Extensão (FUNDAPE) marcaram uma reunião de urgência na manhã deste domingo para averiguar as denúncias de fraude. A decisão foi o cancelamento das provas.

O concurso iria prover cerca de 521 vagas para os níveis fundamental, médio e superior, com salários de até R$ 3.447,35. As vagas foram destinadas para Professor da Educação Infantil (Pré-Escola), Professor do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), Professor da Educação Especial (Mediador, Bilíngue e Libras), Nutricionista, Cuidador Pessoal e Motorista.

*Nota de Esclarecimento*

A Prefeitura Municipal de Rio Branco informa que ao tomar conhecimento sobre problemas ocorridos na manhã de hoje, durante a aplicação das provas do concurso público da educação municipal, reuniu com a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), instituição responsável pela organização e realização do concurso.

Em razão das falhas detectadas pela Fundape, a Comissão Organizadora do Concurso decidiu pela anulação das provas do turno da manhã e o cancelamento das que seriam aplicadas no turno da tarde. Novos exames serão realizados em data que será divulgada em breve.

A Prefeitura de Rio Branco lamenta pelo transtorno aos candidatos e reafirma seu compromisso com a lisura deste concurso.

*Prefeitura Municipal de Rio Branco*

*Diretoria de Comunicação*

*Rio Branco, 17 de novembro de 2019*

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