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Moradores reclamam de aumento após mudança para Energisa

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Inúmeras reclamações de moradores de Rio Branco chegaram a deputados estaduais do Acre nesta quinta-feira, 19, após a oficialização da troca da Eletrobras Distribuição Acre para Eletroacre Energisa. O deputado Roberto Duarte (MDB) foi um dos parlamentares que expuseram as notícias de supostas fraudes com relação aos medidores de energia elétrica. “(…)fraudes essas, supostamente, cometidas pela Energisa”, aponta Duarte.

Segundo o parlamentar, “são inúmeras reclamações que vão desde problemas nas faturas das contas e também com relação aos aumentos estratosféricos”.

O deputado pretende, embasado nas denúncias, requerer a CPI da Energia Elétrica, da Assembleia Legislativa do Estado do Acre. O objetivo é conclamar órgãos competentes como o INMETRO, o Instituto de Pesos e Medidas- IPEM e o Ministério Público para uma perícia metrológica e uma perícia técnica nos relógios eletrônicos em algumas unidades consumidoras: “para verificar as referidas denúncias que estou recebendo”, diz o parlamentar.

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Destaque 7

Desemprego leva os acreanos a trabalharem por conta própria

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Números divulgados nesta terça-feira (19) pelo IBGE confirmam o que se vê nas ruas das cidades do Acre: no 3º trimestre deste ano, o percentual de pessoas acima de 14 anos que tentam sobreviver sem emprego subiu de 29,4% para 32,4% na comparação entre igual período de 2018/2019, entre as cinco maiores do País.

Ou seja, cada vez mais acreanos optam por trabalhar por conta própria, já que o desemprego, apesar de ter caído mais de 0,10% em um ano, segue com índices superiores a 12% da população economicamente ativa.

Além da informalidade e do desemprego, a subutilização da força de trabalho no Acre continua muito alta, conforme mostra o IBGE, alcançando patamares de 30,2% da população.

No país, o percentual da população ocupada trabalhando por conta própria no 3° trimestre de 2019 era de 26,0%. Ou seja: a informalidade no Acre é mais de 6% da média nacional. Os maiores percentuais foram registrados no Amapá (36,7%), Pará (35,7%) e Amazonas (33,3%). Já os menores foram no Distrito Federal (20,7%), Mato Grosso do Sul (21,2%) e Santa Catarina (21,7%).

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Destaque 7

Fundape foi contratada por mais de R$ 500 mil sem passar por licitação

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Após a confusão classificada como ‘trapalhada’ pelo próprio secretário municipal de educação, Moisés Diniz, o concurso público para contratação de professores efetivos que teve de ser anulado nesse domingo, 17, continua rendendo desdobramentos. O termo de homologação publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) em meados de outubro constata que a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino e Pesquisa e Extensão (Fundape) fora contratada, sem passar pelo processo de licitação.

O texto diz que a Fundape foi escolhida para elaborar a realização do concurso destinado ao preenchimento de mais de 500 vagas destinadas a profissionais de nível fundamental, médio e superior.

“(…) a presente contratação por inexigibilidade de licitação, em favor da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino e Pesquisa e Extensão (Fundape), no valor estimado de R$ 557.672,40 para prestação de serviço técnico-especializado na coordenação, organização, planejamento e execução de concurso público”, assina a secretaria municipal de educação.

Licitação é o procedimento obrigatório à Administração Pública para realizar suas contratações, sejam de bens e serviços ou as alienações. No caso da prefeitura de Rio Branco, a inexigibilidade de licitação para contratação de uma banca na organização do concurso pode ter sido motivada por inviabilidade de competição.

O ac24horas procurou a prefeitura municipal para comentar a contratação, mas até o fechamento desta notícia, não recebeu resposta. O espaço segue aberto para possíveis ponderações do Poder Municipal.

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