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Queimadas criaram “cicatrizes” de 87.000 hectares no Acre

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O Laboratório de Geoprocessamento Ambiental da Universidade Federal do Acre (LabGama) divulgou na manhã desta terça-feira (17) a área queimada no Acre até a 1ª semana de setembro.

O LabGama chama de “cicatrizes de queimadas” o resultado dos incêndios florestais no Estado. “Foram registrados 87 mil hectares de cicatrizes de queimadas”, informa, em nota, o laboratório da Ufac, que montou um mapa com todos os pontos queimados.

De aordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o Acre alcançou nesta terça a marca de 5.417 focos de calor. A terça-feira marcou também o 25º dia da Operação Verde Brasil, do Ministério da Defesa, que já implantou 30 bases avançadas contra os incêndios florestais. Essas bases estão espalhadas pelo Acre, onde o Exército já tem oito delas; Amapá, Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.

O Governo Federal enviou trinta homens da Força Nacional de Segurança para prestar apoio às equipes locais de brigadistas. Além disso, um rateio de recursos recuperados pela operação Lava Jato para a Petrobras repassará ao Acre R$23 milhões para combate aos crimes ambientais. Ainda não se sabe quando o dinheiro chegará.

O Governo do Acre decretou emergência ambiental no mês passado mas não há notícia de reconhecimento pelo Governo Federal, que instituiu a Garantia da Lei e da Ordem na Amazônia no dia 25 de agosto para enfrentar as queimadas.

Apesar de tanto esforço, as queimadas seguem deixando cicatrizes na floresta. Se chover, há possibilidade de redução nos incêndios. O Serviço de Proteção da Amazônia (Sipam) prevê que para hoje (quarta, 18) o aumento da umidade pode favorecer à formação de chuva. No entanto, a condição é de tempo com céu aberto e alguma nebulosidade.

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