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Mais da metade de servidores públicos podem ficar fora de folha por ausência no recadastramento

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Dados são mantidos em sigilo, mas, ausência em massa de servidores para recadastramento aumentam suspeitas de fraude na folha de pagamento como suspeitava o governador Gladson Cameli.

Milhares de servidores públicos do estado que não procuraram suas secretarias de origens para fazer o recadastramento, podem vim com o contracheque zerado no pagamento deste mês. Mesmo com a campanha feita nos canais de rádio e sites da estatal de comunicação, pelo menos a metade dos servidores públicos nascidos entre janeiro e abril não procuraram pelo serviço.

Dos mais de 35 mil servidores, a Secretaria de Planejamento e Administração (SEPLAG) esperava que cerca de 8 mil estivem à disposição, cedidos para outros órgãos ou afastados sem ônus. O número de servidores que deixou de se cadastrar surpreendeu a secretaria Maria Alice.

Embora o Palácio Rio Branco negue, os dados até agora preenchidos aumentam a suspeita de fraude na folha de pagamento, como suspeitava o governador Gladson Cameli, principalmente no setor da saúde. Situações de afastamentos na segurança pública também chamam atenção no serviço de recadastramento.

A SEPLAG vai inserir as informações na folha de pagamento e no sistema estadual de gestão de pessoas. Os dados vão servir de base para a implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

O decreto determina que o recadastramento deve ser feito, obrigatoriamente, por servidores de cargos de provimento efetivo, comissionado e temporário, civis e militares, inclusive agentes políticos.

O outro lado

A secretaria de comunicação informou a reportagem que na primeira fase do cadastramento, 8 mil servidores deveriam fazer o recadastramento, e que 94,4% já procuraram os setores em que trabalham para apresentação dos documentos.

De acordo a assessoria de imprensa do palácio, 212 servidores devem ficar de fora da folha no pagamento de outubro.

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Cotidiano

Estudantes brasileiros tem dificuldades de sair da Bolívia; bloqueios e passagens caras

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Estudantes brasileiros tentam sair da Bolívia por vários motivos, mas principalmente pelas ruas bloqueadas nos acessos aos aeroportos e nas estradas que dão acesso às fronteiras pela via rodoviária.

Além disso, os estudantes reclamam da súbita elevação no preço das passagens. “De Cochabamba para São Paulo custa R$1,5 mil”, disse uma estudante de Medicina que mora em Cochabamba.

Os estudantes já falam desabastecimento de água, gás e comida, já que a maioria do comércio está fechada nas cidades onde vivem. Alguns supermercados abrem só até meio-dia, dizem.

A situação pode piorar, já que há um vago no poder central da Bolívia após a renúncia de Evo Morales. A Câmara dos Deputados não consegue sufragar um presidente interino e o país segue dias de caos, com confrontos entre apoiadores e opositores de Evo Morales.

São cerca de seis mil estudantes brasileiros na Bolívia.

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Cotidiano

Nível do Rio Acre sobe mais de um metro em Assis Brasil nesta terça-feira (12)

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O nível do Rio Acre aumentou mais de um metro em Assis Brasil nesta terça-feira (12), saindo de 3,11m para 4,28m. Essa subida deve refletir em todo a extensão, chegando a Rio Branco, onde o rio já vem se elevando, nas próximas horas.

Na medição da manhã desta terça, o Rio Acre mediu 3,67 metros contra 3,63m no dia anterior. De toda forma. O Rio Acre em Rio Branco apresenta nível abaixo da média histórica, que é de 4,18 metros, para o período.

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