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Empoderada, Gleici opina sobre temas polêmicos: homofobia, feminismo e porte de armas

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FOTO: Reprodução/Instagram/@jaimeleme

Com mais de 6 milhões de seguidores no Instagram, Gleici Damasceno não tem medo de dizer o que pensa.
Muito além de selfies e publiposts, a vencedora do BBB18 faz questão de compartilhar com os seguidores suas opiniões sobre as mais diversas pautas, principalmente políticas e sociais – assim como o fez durante os três meses de confinamento no reality show da TV Globo.

E foram nesses assuntos que a CARAS Digital tocou em uma conversa séria (e bem-humorada) com a ex-sister, que soltou o verbo sobre as mais atuais polêmicas no Brasil e na web.

PORTE DE ARMAS: “HIPOCRISIA”

“Só vai gerar mais violência. Não concordo. Também acho desnecessário porque a maioria dos brasileiros não têm o dinheiro para investir em uma arma”.

APROPRIAÇÃO CULTURAL: “ACHAM QUE É BOBAGEM”

“Algumas pessoas têm conhecimento do que é apropriação cultural, mas acham que é bobagem. A partir do momento que você explica que alguém está se apropriando de algo que não é seu e ela continua se apropriando, eu acho que é ignorância. Quanto mais conhecimento tivermos sobre o tema, melhor isso vai ser tratado na sociedade”.

FEMINISMO: “MUITAS MULHERES NÃO ENTENDEM”

“Extremamente necessário. Nós somos julgadas pela sociedade o tempo tempo, mas a gente vêm mostrando que estamos ocupando todos os espaços, em todos os lugares. As mulheres precisam se sentir confortáveis para dizer que são feministas porque essa palavra foi demonizada. Na realidade, elas não entendem. Mais mulheres precisam dizer que são feministas e aceitar o feminismo, mas antes de tudo estuda. São várias vertentes, em uma delas você vai se encaixar”.

DEPRESSÃO: “QUEM QUER VIVER AONDE NÃO É ACEITO?”

“Tem que ser tratado com mais responsabilidade. Boa parte das taxas de suicídio estão entre jovens negros, LGBTQ+… É claro que não é a causa maior, mas as pessoas estão se sentindo cada vez mais oprimidas. Quem quer viver num lugar onde não é aceito, onde não pode se expressar? Tem que começar a ser tratado de forma mais responsável pelas autoridades”.

CORTES NA EDUCAÇÃO: “SOU FILHA DE PROGRAMAS SOCIAIS”

“A pessoa mais ignorante sabe que a educação é a base de tudo […] É como se fosse a sua respiração, seu ar. O que mudou a minha vida foi a educação. Eu sou filha de programas sociais que envolvem educação e foi aí que eu transformei a minha vida. Com a educação você resolve todos os problemas do Brasil”.

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL: “SISTEMA FALIDO”

“Só vai superlotar ainda mais os presídios no Brasil. Colocar mais gente lá dentro não vai resolver porque o nosso sistema carcerário já é falido. Eu acho que não resolve”.

CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA: “COMEMOREI”

“Eu acho incrível! É um respiro porque os meus amigos vão andar na rua e saber que tem alguém protegendo. É um consolo saber que nem tudo está perdido e que, cada vez mais, a gente vai mudar essa realidade no Brasil. Mas tem que colocar em prática. Uma coisa é a lei, outra coisa é ser colocada em prática. As pessoas que sofrem homofobia precisam denunciar, principalmente na internet, que é uma terra sem lei”.

COMENTÁRIOS DE HATERS: “BLOQUEIO”

“É uma onde que o Brasil está vivendo e acontece com qualquer pessoa que tem o mínimo de exposição. Eu estou aprendendo a lidar, mas eu não vou dizer que não me magoa, você é um ser humano e acaba te atingindo de alguma forma. No geral eu bloqueio, silencio, excluo (risos)”.

PRECONCEITO COM EX-BBB: “SOU MESMO… MAS CAMPEÃ!”

“Eu não sinto preconceito porque eu sei muito bem o meu lugar. Eu fui no programa e passei a mensagem que queria passar, foi extremamente necessário para mim. Eu adoro contar como entrei, como foi. Faz parte da minha história e eu acho uma história bonita. Quando dizem que sou ex-BBB, eu digo: ‘Sou mesmo, mas sou campeã!’”.

Por Ricardo Archilha

Fonte: CARAS

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Destaque 7

Ministro dos Transportes autoriza estudo de viabilidade da rodovia de Cruzeiro do Sul a Pucallpa

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O Ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, confirmou nesta terça-feira (12), o  pacote de investimentos na infraestrutura viária do Acre em 2020, assegurando, entre outras obras, a restauração das BR-317 e 364, anel viário de Brasiléia, e a privatização dos aeroportos de Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

A garantia foi dada ao senador Márcio Bittar, que acompanhado do deputado Eduardo Bolsonaro, reuniu-se com o ministros dos Transportes para receber a notícia. “Temos boas notícias para o Acre. Nós vamos conceder o aeroporto de Cruzeiro do Sul, aeroporto de Rio Branco, vamos chegar com 90 quilômetros de BR 317 restaurados”, disse o ministro.

A pauta principal do encontro foi a autorização que o ministro deu para o estudo de viabilidade da BR 364 até a fronteira com o Peru visando a ligação com Pucallpa. “Recebemos um presente antecipado de Natal, que foi a declaração do nosso presidente da República, que logo que chegou da China falou da importância da continuidade da BR 364 de Cruzeiro do Sul a Pucallpa. E nós estamos aqui com o ministro dos Transportes, que também está envolvido com essa mesma obra, e com Eduardo Bolsonaro que nos trouxe até aqui. Essa é uma obra que não interessa apenas ao Acre. Interessa para o Norte do País, ao Centro-Oeste do País”, comemorou Márcio Bittar.

“Para se conseguir preservar a floresta só através de desenvolvimento”, completou o senador Eduardo Bolsonaro.

Veja o vídeo produzido por Márcio Bittar:

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Cidades

Produtores do Acre aprendem simplificar programa de regularização ambiental

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Produtores rurais, especialistas e representantes dos setores agropecuário e ambiental participaram, nos dias 11 e 12 de novembro, em Rio Branco, da oficina de planejamento para elaboração de modelo simplificado do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

O evento foi realizado na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac) e promovido pelo Sistema CNA/Senar, Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Nos dois dias de encontro, foi discutida a criação de um modelo simplificado do PRA para o Estado, com base nos resultados do Projeto Biomas, fruto de uma parceria entre CNA e a Embrapa.

O projeto piloto está sendo desenvolvido com o apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e do sistema de informação WebAmbiente. O modelo já foi apresentado no Amazonas, em Goiás e Minas Gerais.

Segundo a coordenadora do Projeto Biomas na CNA, Cláudia Mendes, a discussão é importante para garantir o cumprimento da legislação, ao mesmo tempo em que são disponibilizadas alternativas para os produtores resolverem os passivos ambientais sem prejudicar a qualidade da produção.

“As pesquisas precisam chegar ao campo, pois são assuntos importantes que podem facilitar todo o processo de regularização, sem esquecer o retorno financeiro envolvido com a adesão ao Programa”.

Entre as formas de levar essas informações ao campo, está o modelo de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar. No Acre, são atendidos 165 produtores de três cadeias produtivas (leite, pecuária de corte e mandioca), em 11 municípios. A previsão para 2020 é de que o número de produtores alcance a margem de 390, incluindo duas novas cadeias produtivas, café e fruticultura, e mais dois municípios.

De acordo com a coordenadora estadual da ATeG no Acre, Stefanye Torres, a ideia é montar um plano junto com as instituições responsáveis, pois a metodologia da ATeG tem potencial para ser trabalhada como ponte entre o PRA e os produtores.

“Isso não implica em uma mudança da assistência prestada às comunidades rurais. Pelo contrário, trata-se de uma parceria para otimizar ainda mais a informação ligada à terra, de forma que todos os produtores se sintam devidamente informados”, destacou.

O presidente da Faeac, Assuero Veronez, reforçou a urgência de uma resolução que não crie ônus para os produtores rurais. “No Acre, mais de 80% dos produtores são classificados como pequenos. São vários desafios que precisam ser trabalhados para unir a legislação com a produção do agro”.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

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