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No Acre, membro do Comando Vermelho “possuído” esquarteja namorada na frente de 7 crianças

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Mais um crime bárbaro foi registrado no interior do Acre. A jovem Graciane Prado da Silva, de 24 anos, foi morta a golpes de terçado na cabeça e esquartejada pelo namorado na noite deste sábado (14) em frente da sua mãe e irmãos. O crime aconteceu no Km 36 da Estrada de Porto Acre, no km 6 do Ramal Linha 2.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, o autor do crime foi identificado como Edison Abreu dos Santos, de 44 anos, namorado da vítima há um mês. O autor estava morando e trabalhando como caseiro na fazenda onde ocorreu o crime e assim que conseguiu o referido trabalho tratou de levar a vítima e seus familiares para morarem juntos no mesmo local.

Na noite deste sábado, por volta das 21h Abreu resolveu fazer um churrasco para a sua namorada e família, e após uma discussão por ciúmes, o criminoso tomou posse de um terçado tipo “128” e desferiu um golpe certeiro na cabeça, na parte frontal de Graciane que caiu no chão.

Diante de sete crianças que estavam com a mãe da vítima na área da casa contemplando o crime, Edison começou a amolar o terçado e falar que era matador do “CV” e que era de costume matar as pessoas e esquartejá-las ainda “vivas” e assim com toda frieza foi cortando aos poucos a vítima diante da família.

A irmã da vitima tentou impedir a consumação do crime, mas levou dois cortes desferidos pelo autor e logo tratou de se evadir do local. A mãe se jogou por cima do corpo de sua filha na tentativa de evitar o prosseguimento do fato, mas foi ferida também nas mãos. O criminoso ameaçou a mãe da vítima, dizendo que se afastasse do local, pois ia consumar o crime e tocar fogo na casa.

A mãe de Graciane temendo pela vida das crianças saiu correndo pelo campo até chegarem a beira da estrada e caminharam mais 5km e se esconderam em uma casa abandonada e lá ficaram escondidas por horas até criarem coragem de ligar para a Polícia.

Por volta das 00h, a Polícia foi acionada e ao chegar no local, encontraram Graciane morta. A mãe e as crianças foram encaminhadas ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

A área foi isolada pelos Policiais Militares do município até a chegada dos peritos em criminalística. Várias rondas foram feitas nas região em busca prender o criminoso, mas ele não foi encontrado. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavérico. O caso será investigado pela Polícia Civil do município.




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Acre

Governo abre editais para realização de serviços em escolas rurais do Acre

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O Governo do Acre divulgou nessa segunda-feira, 21, a abertura de editais do Programa de Saneamento Ambiental e Inclusão Socioeconômica do Acre (Proser), da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE).

As licitações ocorrerão na modalidade de convite de participação comunitária, cujo objetivo é a contratação de serviços de ampliação e adequação gerais das escolas, aquisição de madeira e material de construção, destinados a escolas rurais do município de Cruzeiro do Sul.

As escolas a serem atendidas são: Escola Joaquim Nogueira, Escola Maurício Mappes Barroso, Escola Rainha da Floresta e Escola Visconde do Rio Branco. Os editais poderão ser acessados no período de 21 a 25 de outubro pelo endereço http://acre.gov.br/chamada-publicas-e-editais/.

Mais informações: (68) 3213-2364/ 3213 – Comissão de Avaliação e Julgamento de Propostas.

Fonte: Agência de Notícias do Acre




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Cotidiano

Festival Pachamama enfrenta dificuldades para ser realizado no Acre

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Pela primeira vez em 10 anos, a realização do Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira, um dos mais tradicionais da cultura audiovisual no Acre, pode se deparar com uma situação um pouco mais complicada. Isso porque diferente de anos anteriores, agora os produtores enfrentam maiores dificuldades para conseguir executar as ações por falta de incentivos e recursos. O financiamento do governo federal para este ano não será suficiente para suprir todas as demandas do evento. O evento deste ano celebra a 10ª edição do Festival, que será apresentada na segunda quinzena do mês de novembro.

De acordo com a Diretora de Produção do Festival, mesmo com as dificuldades, o evento vai ser apresentado ao público. Normalmente, o Festival recebia muito incentivos provenientes de entidades e instituições distintas, como forma de apoio. Apoio de infraestrutura e do próprio Estado também era doados. “Além dos editais que a gente já participa. Fomos contemplados com um [edital] este ano, mas ainda não recebemos o recurso”, afirma a produtora Karla Martins.

Preocupados com a situação nada favorável e tendo em vista a cena cultura a nível nacional, os produtores culturais locais decidiram abrir uma vakinha online para conseguirem custear a realização do Pachamama 2019 em Rio Branco. Eles temem que o pouco de recurso que lhes são garantidos não seja entregue.

“Apoiadores que costumavam nos ajudar estão com dificuldades e com medo de não poder nos apoiar este ano. Em função disso, fizemos a vakinha”, explica Martins. O objetivo é arrecadar R$ 20 mil. Até à tarde desta segunda-feira, 21, a vakinha havia arrecadado a contribuição de R$ 245,00. Segundo os produtores, o valor estipulado para arrecadação online foi pensado com base no que estão acostumados a gastar para organizar todo o evento.

De acordo com a organização, todas as apresentações do Pachamama são abertas ao público, por isso a necessidade de, nesse momento preocupante, abrir a vakinha. “É uma forma também de divulgar o espaço. O Festival só existe porque existe público, portanto, a vakinha também é uma parceria com esse público”, garante a diretora.

Para os organizadores, 2019 está sendo um ano em que a maioria dos festivais de cinema nacionais tiveram que fazer vakinhas e solicitar financiamentos colaborativos por conta da contenção dos financiamentos que o país, normalmente, oferecia para atividades culturais. “Infelizmente a cultura tem sido colocada num patamar de marginalização, de desrespeito, de descuido, então, nacionalmente isso tem acontecido. Tem sido uma luta todos os festivais do Brasil se manterem ativo”, ressalta Karla.

Martins lamenta que, em 10 anos, este se configura como o momento mais difícil já vivido pelo Festival. “Ele vai acontecer, mesmo com todas as dificuldades nós vamos realizar. É óbvio que o dinheiro nos ajudaria, porque nos permitira melhora. Temos medo de que não ocorra com o tamanho e a qualidade que gostaríamos que tivesse, pelos 10 anos de existência, mas vai acontecer”, assegura a diretora.

Sobre o Festival

O Festival Pachamama busca incentivar, estimular, promover e viabilizar o cinema latino-americano, entre os países fronteiriços com o Acre: Peru e Bolívia, com a criação de uma rede de produtores e consumidores de produtos e serviços multiculturais. Este ano, o Festival chega à sua décima edição, reafirmando o compromisso com o Cinema Latino, por meio de suas raízes e com a construção de pontes de encontros e diálogos.




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