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Volta de Hildebrando Pascoal à cadeia divide redes sociais

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O ex-deputado federal Hildebrando Pascoal voltou à prisão nesta quinta-feira, 12. Condenado por chefiar uma esquadrão da morte no Acre nos anos 90, Pascoal foi levado após decisão judicial ao presídio Antônio Amaro.

Aos 67 anos, com a saúde debilitada, já que é portador de diabetes, entre outras doenças, a volta de Hildebrando para a cadeia foi considerada desnecessária por muitos internautas, já que o ex-coronel estava sendo monitorado eletronicamente e não há informações de transgressões de sua parte.

Ao chegar ao presídio, Hildebrando Pascoal foi amparado por agentes penitenciários por não conseguir andar sozinho até a cela do Antônio Amaro.

Ainda nesta sexta-feira, o ex-comandante da PM no Acre deve passar por uma consulta e, dependente da avaliação médica, existe a possibilidade de Hildebrando ser transferido ao pronto-socorro de Rio Branco.

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Acre

Deputados estaduais aprovam PEC que cria a Polícia Penal no Acre

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FOTO: SÉRGIO VALE - AC24HORAS

Na tarde desta quinta-feira, 12, os deputados da Assembleia Legislativa aprovaram a Proposta de Emenda Constitucional que cria a Polícia Penal no Acre. Por unanimidade, com 22 votos, os parlamentares aprovaram a proposta que torna agentes penitenciários em policiais. Essa é a primeira PEC estadual aprovada por um Estado. Os demais Estados devem aprovar as mudanças nos próximos meses.

O entendimento dos deputados segue baseada pela promulgação da Emenda da Emenda Constitucional número 104, que altera o inciso 14º do caput do art. 21, o § 4º do artigo 32 e o artigo 144 da Constituição Federal, para criar as polícias penais federal, estaduais e distrital.

FOTO: SÉRGIO VALE – AC24HORAS

O artigo 4º da Emenda diz que o preenchimento do quadro de servidores das polícias penais será feito, exclusivamente, por meio de concurso público e por meio da transformação dos cargos isolados, dos cargos de carreira dos atuais agentes penitenciários e dos cargos públicos equivalentes.

De acordo com a PEC, a carreira de Policial Penal será estruturada e regulamentada através da Lei Orgânica da Polícia Penal. Até a edição da Lei Orgânica da Polícia Penal, as atribuições, deveres, direitos, vantagens e responsabilidades dos Policiais Penais obedecerão à legislação aplicável aos Agentes Penitenciários e aos Motoristas Penitenciários Oficiais, vigente na data de publicação desta Emenda Constitucional.

 

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Acre

“Gladson não pode deixar isso acontecer”, diz Petecão sobre climão com a Segurança Pública

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FOTO: TV GAZETA

O senador Sérgio Petecão (PSD) foi entrevistado na tarde desta quinta-feira, 12, no programa Gazeta Entrevista, da emissora local TV Gazeta. Ao jornalista Itaan Arruda, o parlamentar explicou a situação embaraçosa em que se viu colocado após relatar em suas redes sociais – na semana passada, que Rio Branco sofre com a criminalidade e a falta de segurança nos bairros.

Petecão reiterou que faz parte do governo Gladson Cameli (Progressistas) e que não tinha necessidade de uma nota ser emitida pela cúpula da Segurança Pública com críticas à sua atuação como senador, simplesmente pelo fato de ter mencionado o que a população tem comentado diariamente. “A questão da insegurança não é culpa do governo Gladson. É um problema que vem se arrastando há muitos anos e, por melhor que seja o governo, não dá para mudar essa situação em menos de um ano”, disse.

De acordo com o senador, foi uma total “idiotice pautarem um debate onde todos nós estamos perdendo. Nós porque eu também sou governo”. Ele afirma que foi apenas “um instrumento da população” ao comentar a situação da segurança na capital acreana.

“Não tem lógica [a nota da Segurança]”. Questionado se sua posição tem relação com as próximas eleições, o senador garantiu que não. “Não sou candidato a vereador, nem a prefeito. Se o governador não for candidato [a reeleição], aí nós vamos conversar”, pontuou.

Para o parlamentar, foi de extremo exagero o posicionamento da nota emitida pelas autoridades de segurança do estado. “O que tem a ver o Corpo de Bombeiros assinar a nota?”, indagou. Petecão aproveitou para falar que existem coisas mais importantes para se preocuparem. “Para se ter noção, um dia desses os policiais do Calafate [que fazem ronda no bairro] procuraram a segurança pública pedindo segurança”, destacou.

Relação com Major Rocha

Petecão não acredita que o vice-governador Major Rocha (PSDB) tenha alguma relação com a nota pública emitida pela cúpula de Segurança, até porque, além da parceria política, segundo ele, foi um dos influenciadores diretos para escolha de Rocha ao governo.

“É um governo que ajudei a eleger. Têm que ter humildade para quando errar assumir, pegar as críticas e melhorar”. O senador diz que torce e irá continuar trabalhando para o governo Gladson dar certo. “Mas, não posso ficar de boca calada. Da forma que me expressei, esse tipo de agressão [nota pública] foi desproporcional e o Gladson não pode deixar isso acontecer”, ressalta.

O parlamentar também frisou: “não quero acreditar que o Rocha está indo por esse caminho, que não é bom para ninguém. Não tem motivos, ajudei a segurança e influenciei diretamente na indicação do Rocha [ao governo]”.

Sérgio Petecão desmentiu a informação veiculada na nota da segurança pública alegando que ele, enquanto parlamentar, não teria alocado emendas para a segurança. “Ainda tem R$ 7 milhões pra serem licitados. Isso é incompetência. Precisa melhorar a estrutura, a equipe”, disse.

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