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Hoje é sexta-feira 13! Você, acreano, tem medo de quê?

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Por motivos e situações variadas, o acreano dá a entender que é um povo supersticioso. Como nem sempre isso é confirmado nada melhor para testar o nível de superstição do que o dia de hoje, uma “temível” sexta-feira 13.

O portal Brasil Escola publicou texto do pesquisador Rainer Sousa explicando que há muito tempo, certos dias ou épocas do ano são compreendidas como impregnadas de algum tipo de infortúnio ou má sorte. Atualmente, o encontro do dia 13 com a sexta-feira é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelo em pé. Certamente isso ocorre no Acre também.

Como se não bastasse, o cinema norte-americano tratou de imortalizar esta data com uma seqüência de filmes de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.

Contudo, continua o Brasil Escola, poucos sabem dizer qual é a verdadeira origem da “Sexta-feira 13”. De fato, as possibilidades de explicação para esta crença se encontram difundidas em diferentes culturas espalhadas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas justificativas dessa maldição conta que Jesus Cristo foi perseguido por esta data. Antes de ser crucificado em uma sexta-feira, Cristo celebrou uma ceia que, ao todo, contava com treze participantes.

“Outra explicação sobre essa data remonta à consolidação do poder monárquico na França, especificamente quando o rei Felipe 4º sentia-se ameaçado pelo poder e influência exercidos pela Igreja dentro de seu país. Para contornar a situação, tentou se filiar à prestigiada ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que, por sua vez, recusou a entrada do monarca na corporação. Enfurecido, segundo relatos, teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307”.

Mas, será que o acreano é realmente supersticioso? O ac24horas fez essa pergunta para algumas pessoas. O professor universitário Lauro Fontes acha realmente que o povo do Acre guarda muita susperstição em boa parte por conta de fatores culturais. “Sim, eu acho”, respondeu Fontes. “É quase um traço da formação histórica-social do povo brasileiro e, o acreano, não foge à regra. Esse traço pode ser visto na grande obra de Gilberto Freire, Casa Grande & Senzala. Há todo um viés afro, mas, também, dos povos indígenas locais”, completou o professor.

O ex-presidente do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) Felismar Mesquita foi taxativo ao negar superstição do acreano: “não”, respondeu Mesquita. Já o viajante Gilberto Trotamondos, que conhece o mundo de bicicleta, evitou falar do povo. “Eu não sou”, disse ele.

E muitos mais não são. Afinal, é só mais uma data no calendário.

Medo de quê?

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