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Gleici faz triste desabafo após sofrer ataques racistas: “Ódio”

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Gleici Damasceno integrou o elenco da edição 2018 do Big Brother Brasil. Sua trajetória no reality conquistou o público e ela foi consagrada a grande campeã, levando o prêmio de R$ 1,5 milhão. Com toda a exposição, Gleici virou alvo dos internautas e foi atacada com comentários preconceituosos.

Em entrevista para a Caras, Gleici revelou que os piores xingamentos são os racistas. “Sua preta, sua macaca”, exemplificou. Outro comentário foi sobre sua aparência, com uma pele negra e nascida no Acre, apontaram sua aparência como “de pobre”. “Gente, pelo amor de Deus. As pessoas falarem: ‘Cara de pobre’. Qual a cara de rico? Qual a cara do pobre?”, questionou.

Ao analisar o perfil de quem faz esse tipo de comentário, Gleici notou que são pessoas mais velhas, mesmo com os comentários considerados infantis. “Não é criança. Comentário infantil nem sempre é de criança”, disse.

“Já olhei perfil, já imaginei que vinha de criança”, acrescentou Gleici. “São pessoas que tem uma vida, tem louça para lavar em casa”, disparou.

Para Gleici, isso é um reflexo de parte do público do BBB, que defende seus favoritos e ataca os que não simpatiza. Como uma guerra de torcida. “Ódio”, disparou ela.

Mesmo com alguns comentários preconceituosos, as redes sociais de Gleici são repletas de comentários positivos e cheios de carinho de seus admiradores. “Minha fada linda”, comentou Preta Gil. “Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, por dedicação e competência. E você, Gleici, tem tudo isso e muito mais. Então brilha e não deixa ninguém apagar essa luz”, disse um seguidor.

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Destaque 7

IAPEN acaba com GEP e serviço será feito por agentes despreparados para o serviço

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O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN) tomou uma decisão que preocupa os próprios policiais penais.

É que a direção do IAPEN acabou com o Grupo Especializado de Escolta. Cerca de 36 policiais penais passaram por treinamentos e se tornaram capacitados para esse tipo de serviço.

A preocupação, segundo um dos policiais, é que agora o serviço será feito por qualquer um policial penal. A falta de treinamento preocupa. “Acabaram com o grupo, onde todos os membros tinham treinamento na área de escolta. A partir de agora, essas escolas serão feitas pelos policiais que não tem o mesmo conhecimento. Para se ter uma ideia, quem não tem esse curso especializado, não sabe nem manusear o fuzil que é usado pela escolta”, afirma um Policial Penal que pede para não ser identificado.

O ac24horas teve acesso à conversas em um aplicativo onde os próprios policiais penais afirmam que não possuem treinamento específico e por isso não se sentem capazes de realizar o serviço com segurança.

Vale ressaltar que quase diariamente, os policiais fazem a escolta de bandidos de alta periculosidade, alguns com cargos de chefia em organizações criminosas presentes no Acre.

Além disso, há outra preocupação. Com o fim do grupo, ocorre um questionamento sobre os motoristas das viaturas. É que há uma determinação de que para conduzir uma viatura de escola o policial precisa ter a CNH na categoria D. Muitos policiais não se sentem com condições de realizar o serviço. “Muitos dos próprios colegas que ficam no prédio não se sentem em condições de fazer o serviço. Agora eu pergunto, como é que vão colocar policiais sem capacitação, sem saber nem mexer com a arma, sem ter condições de dirigir uma viatura?”, pergunta

O IAPEN vive um dilema causado pelo pequeno efetivo que possui e a saída da Polícia Militar que deixou de auxiliar na segurança dos presídios do Acre.

Policiais penais fizeram um enterro simbólico do GEP depois que foram comunicados da extinção do grupo. Assista ao vídeo:

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Destaque 7

PCdoB ,PT ,PSB e PTD firmam aliança pela disputa no Jordão

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Os partidos que compõem o arco de aliança da atual administração de Jordão, PT, PCdoB que administra o município, PSB e PDT , através de suas lideranças realizaram uma grande plenária na tarde de sábado, 18, para selar mais um acordo de união na disputa do pleito de 2020.

O encontro reuniu as lideranças locais das respectivas siglas e o nomes que se declararam pré-candidatos ao executivo. O encontro também contou com a participação do deputado estadual Jenilson Leite ( PSB), vice-presidente da ALEAC, e do secretário de educação de Rio Branco e ex-deputado federal , Moisés Diniz.

Os discursos dos líderes partidários foram favoráveis a manutenção da aliança que tem sido vitoriosa da disputa pela prefeitura desde 2004. Isto é, são 16 anos de vitorioso do mesmo grupo político devido a unidade partidária.

O deputado estadual Jenilson, que tem trabalhado pela manutenção das alianças entorno dos partidos alinhados com a causa social, salientou que a unidade partidária e de suas lideranças tem sido a chave do sucesso.” O primeiro segredo do sucesso da vitória desses partidos tem sido a boa administração que vem fazendo em Jordão, mas também
a aliança que já perdura há mais de uma década”.

O deputado defendeu também que cada partido e filiado tem o direito de pôr seu nome para ser discutido dentro da aliança, mas que a escolha deve ser baseada no nome que mais agrega os líderes e do eleitor jordanenses. ” No processo político democrático, cada sigla e filiado tem o direito de apresentar seu nome para ser discutido, mas o importante é termos o discernimento de fazer uma escolha que agregue a todos”.

O evento contou ainda com a presença do prefeito Élson Farias,e do ex-prefeito Hilário Melo.

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