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“Sem bolsa de estudo nunca conseguiria me formar”, relata educador físico

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Formado há 10 anos, profissional comemora as conquistas possibilitadas pela educação

Indo na contramão de uma realidade difícil, o educador físico Jadir Loiola, 35, é um exemplo de superação. Filho de pais separados, ele não deixou se abater pela falta de condições de pagar uma faculdade e, hoje, 10 anos após a sua formação em Educação Física, ainda comemora, com gratidão, as conquistas obtidas de auxílios que recebeu para seguir adiante com os estudos.

“Meu pai saiu de casa e eu, minha mãe e meus dois irmãos ficamos sem renda, muito abalados, mas nos mantemos unidos”, relembra Jadir sobre as dificuldades enfrentadas pela sua família. Assim, o sonho da graduação parecia estar distante, apesar do incentivo da família. Porém, através de um primo, Jadir conheceu o Educa Mais Brasil, programa de incentivo educacional que oferta bolsas de estudo para várias modalidades de ensino, inclusive para a graduação

“Meu primo viu um anúncio no jornal e, como ele sabia que eu queria muito estudar mas minha família não tinha condições de pagar, me falou da oportunidade”, detalha. Então, Jadir não pensou duas vezes e realizou a sua matrícula. Foi na casa do primo e garantiu a sua inscrição para estudar com uma bolsa de 50%. Agora, ele comemora o retorno conquistado a partir da iniciativa: “Hoje, tenho tudo que sempre quis, apartamento próprio, carro… mas o mais importante é a família linda que construí ao lado da minha esposa e da minha filha”. 

Nessa história marcada por determinação e superação, o educador físico diz ser grato à família e ao Educa Mais Brasil. “Minha família me ensinou o que é vencer na vida. Sem eles e a bolsa de estudo nunca conseguiria me formar”, conclui. 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Extra Total

Governo atribui vetos a equívoco no diálogo entre deputados e Gladson Cameli

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Passado o alvoroço decorrente das 340 exonerações de cargos comissionados, ocorridas na tarde dessa quinta-feira, 19, o governo do Estado emitiu uma nota pública acerca dos acontecimentos envolvendo parlamentares da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e o governador Gladson Cameli. Para o Estado, as demissões são medidas que visam resgatar o equilíbrio fiscal do estado.

Sobre os vetos dos deputados estaduais referentes a proposta discutida com membros do Poder Executivo sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo diz: “foi constatada em reunião ocorrida na tarde desta quinta-feira, 19, um equívoco no diálogo entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, situação que está sendo reparada de forma pacífica e respeitosa com todos os membros da Casa do Povo”.

A nota também busca esclarecer a situação da relação institucional do Governo do Estado com a Aleac. “Diálogo com a atual gestão governamental pauta-se pelo respeito e o compromisso com as propostas que visam o bem comum da sociedade acreana, extinguindo retaliações políticas da parte da administração pública estadual”.

Finalizando o assunto, o Estado diz reconhecer a importância do Poder Legislativo como aliado. “(…) nas ações que objetivam o equilíbrio das contas públicas para o devido cumprimento das obrigações da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”.

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Reunião entre deputados e Major Rocha termina sem resolução

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A vinda do vice-governador Major Rocha e do Secretário de Articulação Institucional, Alysson Bestene a Assembleia Legislativa agravou ainda mais a revolta dos deputados da base contra o governador Gladson Cameli. É que o governo não aceitou a proposta de tornar sem efeito as 340 nomeações. Alguns parlamentares estão dispostos em acompanhar José Bestene no rompimento definitivo com o Palácio Rio Branco.

Após o encontro, Rocha disse que o governo erra quando se distancia da sua base, porém, nesses momentos de crise pode-se construir algo novo. Sobre as exonerações argumentou que o governo precisa solucionar um problema fiscal. “Não foi retaliação aos vetos”, afirmou,o que não convenceu os aliados da base.

Rocha garantiu que a solução definitiva do impasse acontecerá com o retorno do governador Gladson de Nova York na terça-feira, 24. Ele Acredita que o rompimento de Bestene é temporário e que tudo poderá ser resolvido.

Tchê permanece liderança

Depois da reunião, o deputado Luis Tchê declarou que permanecerá no governo para ajudar. Acredita que Gladson está sendo mal orientado ao brigar com o parlamento. Nos próximos dias o governo vai precisar de sua base unida para votar a Lei Orçamentária e outros projetos de interesse do Executivo como, por exemplo, a dívida do Estado e a suplementação orçamentária para não travar o Estado.

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