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Mara Rocha vai trazer INCRA para discutir regularização fundiária em Rondônia e Acre

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A Comissão de Agricultura, Pecuária , Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Requerimento nº 140/2019, de autoria dos Deputados Lúcio Mosquini (MDB/RO) e Mara Rocha (PSDB/AC), para realização de uma Mesa Redonda, em Porto Velho, capital do estado vizinho, visando debater a regularização fundiária nos Estados do Acre e de Rondônia.

“A partir do primeiro dia do meu mandato, tenho lutado para destravar a burocracia que impede a regularização fundiária, particularmente nos Estados da Região Norte. Precisamos ouvir o Governo Federal e, principalmente, os assentados que lutam pela titulação dos seus imóveis e encontrar formas de resolver essa situação que atrapalha o direito real às propriedades rurais”, afirmou a parlamentar tucana.

O fortalecimento do agronegócio no Acre, atual aposta para o crescimento econômico do estado passa por uma desburocratização e agilidade nos processos de regularização fundiária. Há, inclusive, uma discussão para que esses processos sejam conduzidos pelos estados.

A reunião contará com a presença do Presidente do INCRA, General João Carlos Jesus Corrêa, além dos representantes do INCRA no Estado do Acre, de Rondônia.

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Bittar critica projeto que proíbe a circulação de carros a gasolina e diesel a partir de 2040

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O senador Marcio Bittar (MDB-AC) condenou, em discurso proferido na manhã desta segunda-feira (17), da tribuna do Senado, o projeto 204/2017, apresentado pelo colega Ciro Nogueira (Progressistas), determinando o término da fabricação de veículos a diesel e a gasolina partir de 2030. A proposta prevê ainda a proibição de que os carros circulem a partir de 2040.

“Raras vezes se viu neste país uma intromissão tão violenta do Estado na atividade privada como essa”, disse Bittar.

O projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado na semana passada.

Caracterizando a iniciativa do colega como uma ‘medida violenta’, Bittar afirmou ainda que a ideia se baseia na mentira amplamente propalada sobre o aquecimento global.

“E partindo de uma premissa que não é verdadeira, o projeto estabelece que o Brasil fique proibido de usar uma riqueza que nenhum país do mundo deixa de usar”, disse ele.

Para o senador do MDB acreano, o projeto de Ciro Nogueira atenta ainda contra o Novo Pacto Federativo, do qual ele é relator no Senado, já que a proposta chancelada pelo governo federal prevê, para os próximos 15 anos, a distribuição de R$ 500 bilhões aos estados – parte dos quais têm origem na comercialização de combustíveis fósseis.

Segundo Marcio Bittar, o projeto de lei tem potencial para causar “o colapso de toda cadeia produtiva do petróleo, que envolve milhões de empregos diretos e indiretos, assim como a geração de bilhões de reais em impostos”.

O acreano também apontou o aspecto ‘irônico’ da proposta de Ciro Nogueira, já que a imposição de se acabar com os veículos a gasolina e a diesel demandaria uma produção de biocombustíveis em escala industrial, de modo a suprir o uso de combustíveis fósseis. Segundo Bittar, seriam necessários, para isso, milhões de hectares de produção de cana de açúcar – e, por consequência, mais desmatamento.

Bittar também apontou o problema da substituição da frota atual por veículos elétricos. “Isso esbarraria, de imediato, em problemas de falta de infraestrutura para abastecimento de energia. Não há um estudo que mostre o tempo gasto para o abastecimento e a quantidade de postos para abastecimento necessários. Os deslocamentos rodoviários de médio e longo percurso seriam impactados enormemente”, observou.

O emedebista acrescentou que a medida “geraria mais por demanda de energia em um país com sérios problemas de produção e distribuição de energia elétrica”.

“O nosso sistema elétrico trabalha em regime de escassez e não de abundância, o que ocasionaria preços cada vez maiores nas tarifas de energia elétrica e possíveis apagões. Isto que ainda não estamos contabilizando que uma frota de veículos elétricos do porte de uma nação como o Brasil, simplesmente consumiria muito mais energia do que as nossas próprias indústrias, o que já demonstra a total inviabilidade de tal causa”, concluiu.

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Destaque 4

Pesquisa da Fecomércio confirma que acreano prefere o Nordeste para passar o Carnaval

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De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC, por meio de estudo realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac), as agências de viagens estão otimistas com o aumento de venda para o período de carnaval.

Como sempre, o acreano tem como destino preferido a capital cearense, Fortaleza, junto com Salvador, por causa do maior carnaval de rua do Brasil e Maceió (AL). O Rio de Janeiro também é um destino muito escolhido pelos blocos de rua e também pelos desfiles de escolas de samba na Sapucaí.

As agências, além disso, estimaram que 75% dos passageiros com saída de Rio Branco para outras cidades no período carnavalesco teriam os hotéis como principal opção de hospedagem; os outros 25% disseram acreditar que a preferência são as pousadas, casas ou apartamentos. Quanto à procedência das pessoas que devem visitar o Acre, na sua maioria, seriam de outras regiões do País e aproximadamente 25% do interior do Estado.

A pesquisa também revela um dado que não se trata de nenhuma novidade. O carnaval acreano não atrai turistas. Segundo levantamento, 83% dos hotéis acreditam que vai ter redução de até 20% na ocupação se comparado com o carnaval do ano passado. Movimentação só de quem vai para o interior do estado ou de quem aproveita o período carnavalesco para visitar os parentes que moram no Acre.

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