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Em oito anos, ongs acreanas receberam R$ 124,5 milhões

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O Acre tem 3.475 organizações não governamentais (Ongs) também conhecidas como Organizações da Sociedade Civil (OSC). As Ongs sempre atuaram no Estado, mas segundo o Mapa das Organizações da Sociedade Civil no Brasil, produzido pelo Ipea, houve uma explosão no número dessas organizações a partir do ano 2000.

Entre 2010 e 2018, as ongs receberam R$ 124.541.873,21 em repasses para seus projetos. Ao contrário do senso comum, as ongs empregam muita mão-de-obra nos municípios onde atuam. No total, 2.933 trabalhadores atuam nas ongs acreanas, que juntas movimentam 56 projetos em diferentes áreas. 49 dos trabalhadores se declaram portador de necessidades especiais e 4 atuam voluntariamente.

O Acre é o 23º em relação aos repasses de recursos, com média de R$ 5.096.803,32 por ano. A média nacional por Estado de repasse de recursos é de R$ 472.982,58. Além dos repasses federais, a categoria de recursos mais declarada foi recursos públicos com 17.63% do total.

Dessa forma, o discurso de que o Acre é um lugar ongueiro cai por terra quando se segue analisando os dados do Ipea: o Acre é o 25º em relação a quantidade de OSCs no âmbito nacional. Nesse ranking, o Estado de São Paulo, 160.571 OSCs) e o município de São Paulo – 46.359 OSCs) são os que contêm mais ongs. Roraima e o município de Aroeiras do Itaim, no Piauí, são os que contêm menos: 2.087 e 2 respectivamente.

Segundo o Mapa das Ongs, na população de ongs do Estado, 85.87% são classificadas como associação privada. A média nacional é de 86.33% de ongs assim identificadas.

O Acre possui 40.76% das ongs atuando em desenvolvimento e defesa de direitos, enquanto o percentual médio nacional nessa categoria é de 39.91%.

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Destaque 6

Exportação acreana de castanha cai 52% e madeira cresce 21%

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Um dos principais produtos da economia acreana, a Castanha do Brasil acumula uma queda de 52,4% no volume de exportações entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. Tendo como os principais mercados o Peru e a Bolívia, o produto extrativista já acumula mais de 4,3 milhões de dólares de perdas.

De janeiro a agosto de 2018, com US$ 8,38 milhões, a castanha representava 38% do valor total das exportações do Acre. Neste ano somente 19%, com um total de US$ 3,99 milhões. Considerando-se todo o ano de 2018, o valor exportado pelo Acre em castanha foi de US$ 9,21 milhões, o que correspondeu a 23% das exportações do estado.

Em contrapartida, as exportações de madeiras e compensados do Acre cresceram 21,5% nos mesmos períodos comparados. Segundo dados do Ministério da Economia, analisados pelo Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, o crescimento foi de mais de US$1,4 milhão.

As exportações acreanas entre janeiro a agosto de 2019 somam US$ 21,54 milhões, 3,54% a menos que no mesmo período de 2018, quando havíamos exportado US$ 22,30 milhões. Quanto às importações, a variação para menos é de 42,84% com relação ao ano passado. Em 2018, o Acre importou US$ 2,76 milhões no mesmo período. Neste ano, US$ 1,39 milhões. O saldo da balança comercial acreana é, até o momento, de US$ 20,15 milhões.

Com 0,01% de participação na exportação e 0,001% na importação nacionais, o Acre é o estado é, em 2019, o estado que menos exporta e menos importa entre todas as unidades da federação. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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Destaque 6

Ifac passa a integrar a UAB e pode oferecer cursos EAD no Acre

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O Instituto Federal do Acre (Ifac) passou nesta sexta-feira (20) a integrar o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e agora pode oferecer o serviço de educação à distância.

A portaria 220, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União traz a lista das instituições que, junto com o Ifac, passou a integrar a UAB no Brasil.

O sistema Universidade Aberta do Brasil é um programa articulador entre governo federal e entes federativos que apoia instituições públicas de ensino superior a oferecerem cursos de nível superior e de pós-graduação por meio do uso da modalidade de educação a distância

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