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Edvaldo diz que Coronel receberá título de “persona non grata”

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FOTO: SÉRGIO VALE

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi responsável pelo discurso que deixou os demais parlamentares da Assembleia Legislativa de “boca aberta” na sessão desta quarta-feira, 11.

Usando como abertura de sua fala a publicação do jornalista Luis Carlos Moreira Jorge, no ac24horas, que retrata que a nota de esclarecimento divulgada pelo governo do Acre em relação ao movimento grevista da saúde seria “tosca, importuna, inverídica e autoritária”, Magalhães afirmou que a atual gestão “demonstrou uma incapacidade enorme de lidar com conflito. E terminou o dia coroando com a tal da nota”, disse.

“Escolheram o Alysson Bestene para ser o Bode Expiatório. É um estupro o que fizeram com o rapaz. Isso não se faz. Isso é de uma maldade extraordinária . Você escreve uma nota e coloca alguém para assinar. Na nota mal feita, mal escrita, mal educada , do ponto de vista de jornalismo, quem entende minimamente a construção dissertativa de uma nota, sabe que está mal feita. Botaram o Alisson para assinar a nota. O Alysson é muito gente boa. Aquele cara da conversa, que qualquer problema se resolve. A nota parecia o Coronel assinando. Ontem poderia ser classificado como o Dia da Incompetência. O governo rasgou o véu de não saber dialogar”, criticou o comunista.

O parlamentar ainda destacou que fará um indicação inédita na Aleac do título de “persona non grata” para o secretário-adjunto da Saúde, Coronel Jorge Rezende, que protagonizou um bate-boca com o deputado estadual Jenilson Leite (PSB). “Eu vou indicar esse título e peço que os demais colegas me apoiem”, disse.

Os deputado assinalaram que iriam aprovar o requerimento de Edvaldo.

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