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Atitude de coronel dobrou número de grevistas na Saúde, diz Jenilson

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FOTO: SÉRGIO VALE

A atitude truculenta do secretario-adjunto da saúde, coronel Jorge Resende, com os servidores em greve o vice-presidente da Aleac, deputado Jenilson Leite (PSB), dobrou o número de funcionários em greve. O anúncio foi feito pelo próprio Jenilson ao ocupar a tribuna da Aleac.

Leite relatou que participou da assembleia dos funcionários em greve no dia de hoje. “Rompi com o governo passado em algumas questões que discordava e vou continuar na mesma”.

Segundo ele, a truculência da direção da Saúde não permite mais o diálogo com esse grupo. “Não queremos radicalizar, mas o governador Gladson terá que encontrar outro canal de negociação com os servidores”, concluiu.

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Destaque 7

Jenilson Leite participa de ação de saúde voltada para os portadores de hepatite em Brasiléia

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O deputado estadual Jenilson Leite (PSB), vice-presidente da ALEAC e médico infectologista, a convite da presidente da Associação dos Portadores de Hepatites no Alto Acre, Neiva, realizou atendimento médico para os pacientes portadores do vírus de hepatites. A ação foi realizada no Hospital Regional Wildy Viana, na cidade Brasileia, durante todo o dia desta sexta-feira (20), em parceria com a direção do hospital que cedeu uma sala. Além dos atendimentos voltados para a área de infectologia, o médico realizou ainda exames de ultrassonografia e eletrocardiograma.

O atendimento realizado pelo médico Jenilson Leite é uma forma de minimizar a fila de espera dos pacientes que precisam se descolar até Rio Branco em busca de tratamento no SAE. Uma vez que o Acre é um dos estados que tem registrado um aumento significativo no número de pessoas que adquire o vírus hepático, sendo mais comum das hepatites b, c e delta. Segundo dados divulgados em 2018, pela Divisão de Infecções Sexualmente Transmissíveis do estado, o Acre registrou 585 casos de pessoas que contraíram o vírus em 2017.

Neiva, presidente da Associação dos Portadores da Hepatites no Alto Acre e representante do serviço de infectologia na região, agradeceu ao deputado pela disponibilidade em proporcionar aquela ação, haja vista a carência de profissionais com esta especialidade em Brasiléia e região. “Dr. Jenilson, queremos lhe agradecer por ter atendido o nosso convite, pois existe uma carência muito grande de infectologista na região. Além disso, temos uma demanda muito grande de pessoas que possui o vírus não apenas de hepatites, mas também de outras doenças infectocontagiosas. E seu trabalho com a sua equipe é de suma importância para nós. Também somos gratos à direção do hospital por ter cedido o espaço. Essa união aqui trouxe ganhos significativos à população”.

O secretário-geral da Associação dos Portadores da Hepatites no Alto Acre (APAHAC), Jacson Aroldo, destacou que em Brasiléia e região existem mais de 700 pessoas com o vírus das hepatites, sendo que apenas 10% dessas pessoas estão fazendo tratamento, pela dificuldade que é de conseguir o tratamento. “Por isso que a vinda do Dr. Jenilson é fundamental e nós agradecemos de coração, pois nós não temos um médico infectologista no município. Às vezes, uma vez por mês um médico aparece e estas pessoas ficam aguardando ou então tem que se deslocar até a capital. Sendo que para entrar em tratamento é uma romaria”, agradeceu.

Além de participar da ação de saúde em Brasiléia, Leite estará amanhã no ramal do Cachoeira, em Xapuri, prestando atendimento médico a pedido do deputado Manoel Morais, seu colega de partido.

Para Jenilson Leite, ir aos municípios do interior ou, a quaisquer postos de saúde desenvolver sua atividade médica é uma grande alegria, haja vista que é uma forma de dar sua parcela de contribuição aos que mais necessitam. “Me ponho sempre à disposição das pessoas para auxiliar como parlamentar e como médico, pois andando pelo nosso estado e mais precisamente no interior, conheço a realidade da população. Então, busco fazer minha parte”.

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Destaque 6

Desmate cresce 151% em um ano no Acre, diz Imazon

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A área desmatada no Acre aumentou 151% comparando o mês de agosto de 2019 com igual período do ano passado, segundo o boletim do Imazon divulgado na tarde desta sexta-feira (20).

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 39 quilômetros quadrados de desflorestamento em agosto de 2018 e 98 km² em agosto deste ano. A área degradada foi de 8 km² este ano enquanto que em 2018 não houve registro de degradação no Acre.

A Reserva Extrativista Chico Mendes está em 5º lugar no ranking de desmate nas unidades de conservação da Amazônia, perdendo 13 km² em agosto deste ano. A APA Triunfo do Xingu, no Pará, é a recordista com 38 km².

O Acre tem o Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Remanso entre os dez assentamentos que mais desmataram na Amazônia em agosto. O PAE Remanso perdeu 3 km² de florestas.

Na Amazônia, o SAD detectou 886 quilômetros quadrados de desmatamento, um aumento de 63% em relação a agosto de 2018, quando o desmatamento somou 545 quilômetros quadrados. Em agosto de 2019, o desmatamento ocorreu no Pará (48%), Amazonas (15%), Rondônia (13%), Mato Grosso (12%), Acre (11%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 922 quilômetros quadrados em agosto de 2019, enquanto que em agosto de 2018 a degradação florestal detectada totalizou 119 quilômetros quadrados, um aumento de 675%. Em agosto de 2019 a degradação foi detectada no Mato Grosso (45%), Pará (42%), Rondônia (8%), Amazonas (4%) e Acre (1%).

“Em agosto de 2019, a maioria (48%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (23%), Unidades de Conservação (20%) e Terras Indígenas (9%)”, informa o Imazon.

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