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Vetos da LDO poderão parar na justiça  

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FOTO: SÉRGIO VALE

A disputa em torno dos vetos apresentados pelo governador Gladson Cameli no bojo da Lei de Diretriz Orçamentária – LDO, aprovada pela Assembléia Legislativa, num grande acordo que envolveu a base governista, oposição e representantes de outros poderes, se não houver um entendimento entre as partes poderá acabar na justiça. A tese foi levantada ontem pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) ao BLOG DO CRICA. Para o comunista, o governo tem três alternativas: manter os vetos na votação do plenário e assim desmoralizar o Legislativo, todos os deputados, inclusive, seu líder na casa. Retirar os vetos em respeito ao que já foi decidido por todos os deputados. Ou ter que disputar o caso na justiça, já que a fuga do acordo levará a oposição e os deputados independentes a entrarem como uma ação sob o argumento que o governo perdeu prazo legal para apresentar vetos. Magalhães disse que, ele não torce pela contenda judicial, mas para que o governo retire os vetos em respeito ao que foi decidido pelos parlamentares. O prazo da votação será definido pela mesa diretora da ALEAC.

VETOS MANTIDOS

A decisão até aqui do governo é pela manutenção dos vetos, por não acreditar que os que são contrários terão os 16 votos necessários para derrubá-los. Será uma batalha que pode definir até que ponto a base governista é leal ao governo nas votações na ALEAC. 

ENGROSSANDO A LISTA

Com o anúncio do advogado Sanderson Moura de que disputará a PMRB, aumentou a lista de candidatos na eleição de 2020. Além dele, tem a Socorro Neri, Roberto Duarte, Vanda Milani, Minoru, Jamil Asfury, Pedro Longo e Alan Rick. Se mantida a lista, empurra ao segundo turno.

RESULTADO ZERO

Não discuto a legalidade e nem o valor das diárias que cada vereador de Rio Branco receberá para fazer um curso na bela cidade de Maceió e as suas praias paradisíacas. O que coloco em xeque em que de prático este curso não trará melhoria alguma á atividade parlamentar.

NA CONTA DA SECRETÁRIA MÔNICA

A greve da Saúde a ser deflagrada hoje não deve ser colocada na conta do radicalismo dos dirigentes sindicais, mas debitada na conta da secretária de Saúde, Mônica Feres, que nunca abriu o diálogo com os sindicatos, aliás, com categoria alguma, e se fechou numa redoma.

REFRESCO DE GROSELHA

Quem ocupa um cargo de secretário – se aplica a todos – tem de pôr na cabeça que este cargo não lhe pertence, e que deve prestar contas do que está fazendo e o que pretende fazer. O que ocorre é que alguns se acham a Coca-Cola e não passam de refresco de groselha.

FUGINDO DO VERMELHO

A ausência dos dirigentes que integraram por 20 anos a Frente Popular na eleição do diretório municipal do PT, explica-se: não querer aparecer na foto ao lado do derrotado. A FPA só existiu porque seus dirigentes tinham cargos no governo. Rei morto, Rei Posto, diz o ditado.

RETOMADA DA VIOLÊNCIA

A semana que passou foi mundo cão. Tiroteio entre membro da IAPEN e assaltantes, invasão e roubo à casa de um advogado, outros roubos, enfim, foi uma mostra que estamos longe da paz.

DEIXADO BEM CLARO

O senador Sérgio Petecão (PSD) tem dito que só seria candidato o governo na eventualidade do governador Gladson Cameli não disputar a reeleição. E não disputando, o Petecão teria toda a legitimidade como o mais votado da última eleição, postular o Palácio Rio Branco.

QUEM VIAJA

Ao longo dos 20 anos os governadores do PT fizeram dezenas de viagens ao exterior, sob a alegação de busca de novos modelos para ajudar na gestão. Não vejo motivo para celeuma sobre a viagem do Gladson à Alemanha e nem por levar assessores e com diárias. É legal.

FATO CURIOSO

A curiosidade só será morta no próximo ano. Se o Gladson Cameli tiver um candidato à PMRB que não seja do MDB, os secretários e diretores do MDB seguem o governador ou ficarão com o nome a ser lançado para a prefeitura pelo partido? Eu apostaria na primeira hipótese.

APOIO CONFIRMADO

O ex-prefeito de Feijó, Francimar Fernandes, que deixou o PT, deverá apoiar para prefeito de Tarauacá o candidato do PSDB, Pelé Campos. Pelo menos, isso já está certo entre ambos.

PERGUNTA NO AR

Uma figura de proa do governo fez uma indagação domingo último ao BLOG, sobre a questão dos vetos do Gladson à LDO e a rebelião por conta disso, na sua base de apoio na ALEAC: “como é que um deputado com vários cargos no governo pode votar contra este governo?”

O QUE É ACERTADO ESTÁ ACERTADO

Por outro lado, a ameaça dos deputados de derrubar os vetos do governador Gladson Cameli a pontos da LDO aprovados na ALEAC, mostra a falta de habilidade política do governo: não houve a concordância entre governo e deputados da base para aprovar o texto? Então, pronto.

MUITO MAL PARA O TCHÊ

Quem está numa sinuca de bico neste jogo é o líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), que costurou o acordo de aprovação da LDO entre a base governista e a oposição, com o aval do Palácio Rio Branco. Vir agora com vetos fica mal, quebra a autoridade do seu líder na casa.

PEDRA CANTADA

 Na semana passada publiquei no BLOG que, as relações entre o SINTEAC e o secretário de Educação, Mauro Sérgio, poderiam azedar pela falta de diálogo. E azedarem, pelos fatos acontecidos ontem, com a categoria invadindo a sede do órgão. Conversar não tira pedaço.

ASPECTO A SER RESSALTADO

Na questão da greve da Saúde e no movimento de reivindicação dos professores na Educação, há um fato a ser posto: no tocante ás contratações há um entrave legal que impede o aumento no teto de gasto com pessoal, o governo está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

FALTA JOGAR COM CLAREZA

O que tem faltado ao governo é ser franco com os servidores da Saúde e da Educação. Não criar qualquer expectativa de dar reajuste salarial, de pagar vantagens e fazer contratações. E por um motivo legal: o teto da Lei de Responsabilidade Fiscal não pode ser ultrapassado.

ENSEJA O PROTESTO

Quando um governante passa do teto da Lei de Responsabilidade Fiscal de gasto com pessoal pode ser enquadrado e responder por crime de responsabilidade. Agora, quando o governo acena com vantagens que não poderá dar, enseja a que as categorias façam seus protestos. 

MUITO SIMPLES

O governador Gladson Cameli tem que adotar uma estratégia muito simples para não ter que passar pelo desgaste de greves e protestos dos servidores: não prometer aumento salarial e contratação para nenhuma categoria, antes de saber se pode ser feito e ter dinheiro em caixa. 

A DURA REALIDADE DE SER OPOSIÇÃO

Quem conheceu as convenções do PT quando estava no poder deve ter ficado a matutar com a apática eleição para o diretório municipal. Presentes só as velhas figuras petistas. Nenhum dirigente dos partidos da antiga FPA, inclusive, o PCdoB, deu as caras para prestigiar a votação.

ESTARIA LOTADO

Estivesse o PT no poder todos os dirigentes dos partidos nanicos estariam presentes e batendo palmas efusivamente em festa. A derrota leva com ela os aliados. O PT, que agora não tem um pau para dar no gato, vai ter que reaprender disputar eleições sem estar na máquina estatal.

TORCIDA ORGANIZADA

Ninguém mais interessado que a ex-deputada Leila Galvão (PT) seja candidata a prefeita de Epitaciolândia, de que o grupo da deputada Maria Antonia (PROS). É que, tiram a Leila do seu caminho político em Brasiléia na eleição de 2022, seja ela perdendo ou ganhando a eleição.

NÃO É FÁCIL

Pouco me importa se a Leila Galvão disputará ou não a prefeitura de Epitaciolândia. Mas, com o PT fora do poder, fraco financeiramente, não será fácil como alguns pensam derrotar o prefeito Tião Flores. Num município pequeno e pobre a máquina municipal pesa e muito.

NOVELA MEXICANA

Vamos ver como terminará essa novela mexicana se a Leila Galvão será ou não candidata.

ASSISTINDO DE CAMAROTE

Quem também não deu as caras pela eleição do diretório municipal do PT, foram três das figuras mais influentes do partido no atual contexto após a derrota da última eleição: ex-senador Jorge Viana, ex-prefeito Marcus Alexandre e o ex-prefeito Raimundo Angelim.

NÃO É A DIREÇÃO DO SONHO

A atual direção regional do PT não é o comando do sonho do JV, do Angelim e do Marcus. Mas vão ter que engolir este prato feito, eles queiram ou não, porque a tendência Democracia Radical, de quem discordam, é muito forte nas instâncias partidárias. E o trio sabe bem disso.

FRASE DO DIA

“Idealismo é bom, mas quando a realidade se aproxima seu custo se torna proibitivo”. William F. Buckey, jornalista americano.

  

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Não se governa com emoção e sem políticos 

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No Estado de Direito, no atual contexto político, ninguém governa sem o apoio de uma forte base parlamentar. Porque é ela que aprova os projetos enviados pelo governo e permite a governabilidade. O que o governador Gladson Cameli fez ao demitir 340 cargos de confiança ligados aos deputados foi uma bravata perigosa. Passou uma imagem à opinião pública de que os deputados entupiram o governo de parasitas, quando são parceiros de campanha. Não será com o corte destes cargos que manterá o equilíbrio fiscal. Isso é matemático, é só somar os valores. Também não é verdadeiro que a derrubada dos oito vetos do governador enviados ao parlamento foi um ato de rebeldia. Não foi! Vamos pontuar a realidade. Antes do projeto da LDO ser votado foi feito um acordo do governo com os deputados de que a matéria seria votada no formato que foi aprovado. Os vetos foram inexplicáveis, porque tudo se deu num acordo com o próprio governo. E com mais um agravante: os vetos foram apresentados fora do prazo regimental. Então, descartem este motivo para as demissões. Também não se governa com o emocional à flor da pele, o Gladson Cameli ainda não entendeu isso. Se queria demitir deveria ter chamado os deputados, sentado na mesa, e pactuado as demissões. Tudo de forma transparente. Mas foi pelo caminho errado de soltar um pacotão no Diário Oficial com as demissões de surpresa, sem avisar ninguém. A caneta é sua, mas muito da tinta desta caneta foi conseguida com os votos da classe política. Só quem não conhece como funcionam as relações políticas está aplaudindo esta grande patuscada de desfecho ainda incerto.

NÃO SE GOVERNA OUVINDO LOBOS

O Gladson deveria entender de uma vez por todas é que, quem governa ouvindo os lobos, acaba um dia sendo devorado pela matilha. Tem que ter ao seu lado quem tenha a coragem de dizer que está errado quando estiver e não de conselheiros belicosos e bajuladores. A imagem que se fica é que a sua ansiedade em fazer andar o governo o leva a cometer desatinos.

JOGADOS NA LAMA

O que mais revoltou ontem os deputados é que as demissões passaram para a opinião pública que, eles são sugadores do governo. Se governa com aliados. Por conta deste ato, a imagem dos deputados foi jogada na lama e foram nominados com a pior adjetivação na rede social.

SEM CONDIÇÃO MORAL

Acompanho a ALEAC há décadas. Vi poucos líderes com a capacidade de diálogo como o deputado Luiz Tchê (PDT). Mas, depois da onda de demissões na base do governo, ficou sem moral para continuar no cargo. E por um motivo: perdeu a confiabilidade para negociar.

QUEM VAI CONFIAR NO TCHÊ?

Depois de toda esta confusão, desfazendo o que conseguiu com tanto esforço, que foi unir a base do governo, algum deputado da base ainda vai acreditar do que for acordado com ele será cumprido pelo governo? O deputado Tchê (PDT) sabe que foi atingido em cheio.

VIRA MARIONETE

Ficando na liderança do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT) vira uma marionete e nada mais.

NÃO TENHO QI BAIXO

Sem falsa modéstia, não tenho o QI de um gênio, mas não tenho QI baixo. Não consegui entender o argumento do governo de que demitiu os cargos de confiança para depois “repactuar” com os deputados e voltar a nomeá-los. Mas as demissões não foram forçadas porque o governo está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal? Alguém me explica?

NÃO ACEITARÁ O CARGO

A informação que corria ontem entre os deputados é que muitos deles não aceitarão mais ter os seus indicados nomeados, porque podem ser demitidos mais na frente de novo. Um Vagner Sales aceitará expor o filho Fagner, demitido do DERACRE, a um novo constrangimento?

ROMPIDO COM O GOVERNO

Quem mais foi explícito no descontentamento foi o deputado José Bestene (PROGRESSISTA) ao falar em alto e bom som: “estou rompido com este governo”. Abandonou a reunião. Esperava que os deputados reagissem com um NOTA para mostrar que não traíram ninguém.

CONVERSA DE BÊBADO PARA DELEGADO 

O vice-governador Major Rocha foi escalado para apaziguar os ânimos entre os deputados e fracassou. Logo depois da sua saída vieram comentários, de que a reunião com o Rocha foi uma conversa de bêbado para Delegado, aquela que não resolve nada, complica mais.

VAI TER CANDIDATO

O deputado José Bestene (PROGRESSISTA) era um dos mais irritados e saiu apregoando que, quem pensa que o seu partido não terá candidato a prefeito de Rio Branco está enganado.

JENILSON NO PSB

O deputado Jenilson Lopes não teve a presença de colegas de parlamento no ato de sua filiação, porque estavam todos envolvidos na confusão com o pacote de demissões solto de forma inesperada pelo governo, e que lhes atingiu no peito. A ALEAC estava um vespeiro.

UM DADO REVOLTANTE

O secretário de Segurança, Paulo César, trouxe ontem na sua entrevista no “Boa Conversa”, que apresento com o colega Astério Moreira no ac24horas, um dado terrível: 50% do efetivo da PM que era para estar nas ruas está à disposição de autoridades. É revoltante! 

NÃO CAIA NA ESPARRELA

O governador Gladson avalie bem antes de mandar á ALEAC um projeto “regularizando” o Pró-Saúde sem ter um minucioso estudo jurídico. Para não cair na esparrela do ex-deputado Raimundinho da Saúde, que aprovou projeto neste sentido e foi considerado inconstitucional.

O CORONEL É FORTE

O Coronel da SESACRE, Rezende, é forte, sua cabeça na estava na lista da guilhotina.

ARTICULAÇÃO QUE DÁ PENA

Tudo boa gente, só isso. Mas dizer que a secretária de Articulação Política funciona no governo Gladson é brincar com coisa séria. Todas as sessões eu estou na ALEAC e não vejo nenhum dos seus assessores dialogando com os deputados. Também, conversar o que, seu poder é zero.

TENTOU DE TODAS AS MANEIRAS

Mesmo fora do Estado, o presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA), tentou de todas as maneiras convencer o governador Gladson a voltar atrás no decreto de demissões. Nicolau é uma voz ponderada que, não sei o motivo, não é ouvida no governo.

DANDO RISADAS

Quem andava ontem pela ALEAC em meio ao clima quente entre os deputados, com um riso escancarado era o deputado Roberto Duarte (MDB). Por isso é que tenho uma posição independente em relação ao governo para não passar pelo vexame de hoje, comentava.

NÃO HÁ COMO RESTABELECER A CONFIANÇA

Vamos ser real: as relações entre o governo e a sua base na ALEAC depois de tudo o que aconteceu ontem estão seriamente abalada. Quando se perde a confiabilidade pela primeira vez, uma recomposição jamais restabelece o clima anterior. Assim também é na política.

COMO ESPECTADOR

O senador Sérgio Petecão (PSD) estava ontem pelas brenhas de Cruzeiro do Sul e hoje estará em Marechal Taumaturgo. Disse ao BLOG que quer ficar bem distante do centro do poder.

FLAVIANO REVOLTADO

Não conversei com ele, mas quem conversou revelou que o deputado federal Flaviano Melo (MDB) se encontra revoltado com a forma como foi tratado o seu partido nas demissões.

FRASE SINCERA

A deputada Antonia Sales (MDB) postou no grupo dos deputados na internet que passou 20 anos sem precisar do PT e que pode passar quatro anos sem precisar do atual governo. Seu filho Fagner foi guilhotinado ontem sem aviso da direção do DERACRE em Cruzeiro do Sul.

QUEM NÃO CONHECE

Só quem diz que o governador Gladson está certo é quem não conhece a importância do parlamento para qualquer governo. Pode brecar qualquer projeto e engessar o Executivo. Um parlamento rebelde trava qualquer administração, e atravanca a vida de qualquer governante.

VIRA ESTAFETA

Um experiente deputado comentava ontem com a imprensa- em peso na ALEAC – ser balela o boato de que o governador poderia se filiar ao PSDB, e fulminou o comentário: “não deixaria de ser General no PROGRESSISTA para ser Estafeta do Rocha no PSDB”. Faz muito sentido.

PURA TOLICE

Culpar o chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, pelas demissões, é pura tolice, não tem a caneta que nomeia e nem que demite. Vamos situar o debate dentro da realidade do fato.

EXPLICANDO

Estafeta é aquele soldado que cumpre tarefas dadas pelos oficiais do Exército.

FRASE DO DIA

“Quando mais poder você cede, mais poder você tem”. Francis Hesseilbein, Escitor americano.

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Fuxico levou à guerra dos vetos na Aleac

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FOTO: SÉRGIO VALE

São nos bastidores que todas as grandes decisões políticas são tomadas. E foi assim na questão da derrubada dos vetos apresentados pelo governador Gladson Cameli a projetos aprovados na Assembléia Legislativa. Não houve nenhuma medição de forças entre o Executivo e o Legislativo, como se chegou a publicar. O que na verdade envolveu a tomada de decisão que levou á apresentação dos vetos foi uma fuxicada patrocinada por uma secretária, que passou ao governador de que, o que tinha sido aprovado havia sofrido modificação por parte do líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT). O fato foi revelado ontem ao BLOG DO CRICA pelo deputado Tchê (PDT). Contou ainda Tchê que, isso o levou a ter uma conversa franca com o governador, onde mostrou que o tinham induzido a um erro, já que não houve nenhuma modificação ao que tinha sido acordado pelo governo e deputados. Após ter sido desfeito o fuxico infundado, o próprio Gladson liberou a sua base na ALEAC para derrubar os polêmicos vetos. Quando houve a votação já havia por parte do governador o aval pela derrubada dos vetos. Para Tchê, o que falta é uma afinação e vontade de trabalhar de alguns secretários que sentam a bunda na poltrona e não se dão ao direito de ir ao Legislativo discutir matérias polêmicas do governo. O nome da secretária que fez o “fuxico” não foi revelado por Tchê.

NÃO SÃO DONOS DOS CARGOS

O deputado Luiz Tchê (PDT) não mente quando diz que há alguma coisa errada quando o governador Gladson Cameli passa dos 70% de aprovação, e a maioria dos seus secretários, mal chega aos 20% de aceitação nas pesquisas. Secretário tem de entender que o cargo não é seu.

NÃO SE ENGANE

E esta é uma situação nada confortável para o governador Gladson Cameli, porque o fracasso de alguns secretários pode influenciar negativamente na sua imagem, fique atento a isso.

REI NA BARRIGA

Um bom exemplo é o chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, que não deixa de atender um telefonema de jornalista para dar uma informação. Quando não atende na hora, ele retorna. Agora, a equipe econômica parece ter o rei na barriga, nunca atende celular, para um informe.

PRECISA TER UMA CONVERSA

É hora da Secretária de Comunicação, Silvânia Pinheiro, sempre solícita em atender ligações, de ter uma conversa com a equipe econômica do governo, que vive numa bolha particular.

CHUVA DE PROTESTOS

Uma chuva de protestos desabou na rede social contra nomeação para cargo de chefia do Pronto Socorro, da ex-diretora daquela unidade no governo Tião Viana, Michele Oliveira Melo, apontada como uma petista ferrenha. Santa ingenuidade: o governo está lotado de petistas.

NÃO CONHECE NINGUÉM

Mas, essa moça nomeada, não tem culpa de mesmo com ligações com o governo petista ser chamada de volta a comandar o Pronto Socorro. A secretária de Saúde, Mônica Feres, importada de Brasília, não sabe quem ralou ou deixou de ralar na campanha do Gladson.

NÃO VOU ME ADMIRAR

Nem vou de admirar se a secretária Mônica convocar o Cesário Braga para lhe auxiliar.

MANDA CHOVER E TROVEJAR

Se tem uma cabra forte neste governo, é o assessor do governador Gladson Cameli, Ricardo França. Trouxe a cunhada Mônica Feres e seus coronéis para a SESACRE e está colocando mais um afilhado para gerir a UPA de Cruzeiro do Sul. Só não tira o Cameli, porque este foi eleito.

MATERNIDADE FAKE NEWS

Para evitar que fiquem posando agora de mãe da criança deste projeto que fixa regras para o exame Revalida para médicos formados fora do Brasil; se registre que, a proposta acolhida pelo Relator da matéria, de realização de dois exames do Revalida por ano, até por universidades particulares, é de autoria do deputado federal Alan Rick (DEM). O resto é fake news.

COMANDOU A LUTA

Os registros da imprensa estão ai para provar a luta contínua do deputado federal Alan Rick (DEM) no primeiro mandato e no segundo, de buscar uma solução para regularizar a situação dos médicos brasileiros formados na Bolívia e demais países da América do Sul.

MENOS SER OMISSO

Se há algo do qual não se pode acusar o governador Gladson é de ser omisso. Tem procurado nestes nove meses de gestão em dar condições e liberdade para os seus secretários agirem. Se boa parte não justificou até o momento a sua posse, a culpa não cabe em nada ao governador.

PONTO PARA A POLÍCIA 

Ponto para os policiais que tiraram de circulação o ladrão que vinha roubando a fiação e cabos elétricos das Praças e escolas da área do Tropical. Assim como cobramos aqui ao secretário de Segurança, Paulo César; para solução do caso, registramos o êxito das investigações e a prisão.

QUEM VAI FICAR PARA APAGAR A LUZ?

Petistas históricos como o jornalista Tião Vitor, Lidiane e Conceição Cabral, saíram do PT e estarão assinando ficha de filiação no PSOL. Quem ficará para apagar a luz no diretório do PT?

NÃO PODE SER CONIVENTE

Quem omitir casos de abuso infantil pode ser condenado até a 4 anos de prisão. Projeto neste sentido foi relatado pelo deputado federal Alan Rick (DEM) e tramita na Câmara Federal.

RECURSO NÃO CAI DO CÉU

Sem sentido a crítica do vereador N. Lima ao governador Gladson Cameli, por conta das suas viagens. Tem que estar mesmo direto em Brasília, nos ministérios, em busca de liberar recursos, não pode ficar no gabinete palitando os dentes esperando o FPE chegar no tesouro.

FORA DA DISPUTA

O ex-deputado federal Henrique Afonso, está se filiando ao PSD do senador Sérgio Petecão (PSD). Henrique ainda tem base eleitoral em Cruzeiro do Sul, mas não forte o bastante para disputar uma eleição de prefeito com chance de vir a se eleger. No máximo, sendo um vice.

NA BASE DO ABANADOR

A Rádio Difusora Acreana está na base do abanador: roubaram os aparelhos de ar condicionado.

PROVIDÊNCIA URGENTE

A mesa diretora da Assembléia Legislativa tem de tomar uma providência normativa urgente. Só está tendo sessão de debates na terça e na quarta, a quinta vem sendo usada pelos deputados para marcar sessões solenes, que nada mais são que puxa-saquismo. Ou seja: estão recebendo salários por apenas dois dias de trabalho. Não é bom para a imagem da casa.

NÃO SERÁ DECORATIVA

A candidatura da deputada federal Vanda Milani (SD) a prefeita de Rio Branco não será decorativa como se imagina, mas competitiva. Teve boa votação na capital e tem ao seu lado um bom coordenador de campanha, seu filho, o secretário do Meio Ambiente, Israel Milani.

TERCEIRA VIA

Ora batendo no governo Gladson Cameli e ora na administração da prefeita Socorro Neri, o deputado Roberto Duarte (MDB) quer se consolidar como uma terceira via ao poder vigente.

MDB DÁ COMO CERTA

Em todas as conversas sobre a sucessão municipal o deputado federal Flaviano Melo (MDB), pontua sempre: não tem volta a candidatura á PMRB do deputado Roberto Duarte (MDB) e dá como certa uma aliança com o senador Sérgio Petecão (PSD) para indicar o vice da chapa.

MUITO DIFÍCIL

O BLOG tem informação de que será difícil o governo efetuar novas contratações até o fim do ano, porque se encontra no limite com gastos na folha de pessoal e se avançar, o governador pode responder por crime de responsabilidade. O que estará em jogo é o seu CPF.

PRESSÃO DA NACIONAL

O deputado Tchê (PDT) diz que, a pressão é grande da direção nacional para que, em Estados em que há segundo turno, o partido tenha candidato próprio a prefeito, como no caso da capital. Está na busca de um nome novo para disputar a PMRB.

A QUE PONTO!

A política é uma roda-viva. Quem diria ver o PT, sem candidatura própria à PMRB!

BUSCA DE PROTEÇÃO

Já aconteceu uma reunião entre o secretário de Segurança, Coronel Paulo César, e motoristas do aplicativo UBER, na busca de uma forma de dar mais proteção à categoria. O Coronel é de um do pequeno grupo de secretários do Gladson que não deixa de atender a imprensa.

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