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Antônia Sales: “a secretária de saúde é surda e muda 

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A deputada Antônia Sales (MDB) fez ontem o discurso mais duro da sessão da ALEAC, contra o caos em que se encontra o sistema de Saúde. Debitou a culpa à secretária Mônica Feres que, segundo ela, não disse o que foi fazer no cargo, ninguém sabe dos seus planos, e enquanto isso as queixas de avolumam. “Esta secretária é surda e muda. Surda porque não escuta as reclamações da população e muda, porque não fala com ninguém, para mostrar os seus projetos”, criticou a parlamentar. O quadro da Saúde no interior, na sua visão, é de um caos generalizado, principalmente, nos municípios do Vale do Juruá. “Esta população se sente abandonada. Um paciente que vem do interior fica jogado na capital de um canto para o outro sem ser atendido, causando sofrimento aos familiares. O governo não vê isso?”, protestou. A situação, diz a parlamentar, se agrava na medida em que a secretária de Saúde não conhece as unidades de Saúde do Juruá para saber das suas carências, mostrando insensibilidade. Antônia se mostrou revoltada com a situação, porque como uma crítica feroz da ação dos governos petistas na Saúde, esperava que com a chegada do governo que apoiou a situação melhorasse.

MORAL DE SOBRA

A deputada Antônia Sales (MDB) tem moral de sobra para cobrar providências do governo para melhorar o sistema estadual de Saúde, porque deu uma colaboração importante para a vitória do Gladson, sempre foi uma crítica dos governos do PT e, é da base do governo.

OPOSIÇÃO NÃO É PROTAGONISTA

Faz até sentido que a oposição não pode criticar porque foi omissa nos governos petistas para o que acontecia na Saúde, mas as principais críticas estão sendo feitas por quem ajudou a eleger o Gladson, como os deputados Roberto Duarte (MDB) e Antônia Sales (MDB), que não foram eleitos por nenhum partido oposicionista, certo? Vamos situar o debate no contexto.

EXEMPLO DE TRANSPARÊNCIA

Quem deu ontem um exemplo de transparência foi o secretário de Educação, Mauro Sérgio, que se antecipou a um convite dos deputados e foi falar na Comissão de Educação sobre demissão de professores, fechamento de salas do programa EJA e foi convincente.

UM PARLAMENTAR EQUILIBRADO

O deputado Daniel Zen (PT) é um parlamentar equilibrado e coerente. Elogiou a presença do secretário Mauro Sérgio e sugeriu apenas que, a sua equipe planeje melhor o número de professores provisórios a serem usados nos programas do órgão, para não ter de demitir.

UMA BOA PERGUNTA

Continuando com o deputado Daniel Zen (PT), este fez uma defesa da valorização do parlamento que faz sentido. Citou com razão que, a questão do valor do recurso constitucional que é repassado a cada prefeitura deveria estar sendo discutido na ALEAC pelos deputados.

RENUNCIAR O MANDATO

O vereador Emerson Jarude (sem partido), em uma postagem, se disse incomodado com o fato da Câmara Municipal manter benefícios como a cota de gasolina, entre outros. Caso de simples solução: já que não vai conseguir mudar o esquema, deveria renunciar ao mandato.

ADEUS UNIDADE

Com a decisão do MDB-SOLIDARIEDADE e PSDB de ter candidato próprio a prefeito de Rio Branco morreu a possibilidade, do campo político do governo ter candidatura única à PMRB.

CIPÓ NO LOMBO DE QUEM DEU

Caso se confirme com a decisão do TJ, a anulação dos atos da ação em que foi afastado, o retorno do prefeito André Maia ao comando da prefeitura de Senador Guiomard, será a volta do cipó de aroeira no lombo de quem deu. Pode chegar e fazer uma devassa na gestão do seu algoz, o vereador Gilson da Funerária, que se encontra no poder, e encaminhar à justiça.

MUDA A CONFIGURAÇÃO

A volta do André Maia à prefeitura de Senador Guiomard mudaria a configuração do poder naquele município. Muitos aliados do André que dele se afastaram ficarão em situação difícil.

CARGO DE CONFIANÇA É POLÍTICO

Nada além de uma cobrança para que todos os cargos de confiança da pasta prestigiem os atos em que estiver o secretário da SEINFRA, Thiago Caetano, consegui ver no vídeo postado pelo servidor Weber Gonçalves. Pode ter sido inoportuno, mas cargo de confiança é político.

POR QUAL RAZÃO?

Quando acontece um ato de uma secretaria, por qual razão os ocupantes de cargos de confiança não prestigiarem? Perseguição seria se a cobrança fosse de funcionários do quadro.

“FARIA UM FAVOR”

O líder do governo, deputado Tchê (PDT), foi irônico ao ouvir de jornalistas que acabava de ser demitido pelo governador Gladson: “me faria um favor”. É que minutos antes tinha dito na ALEAC que não iria PM para a greve da Saúde e o governador disse em gravação que mandaria.

HABILIDADE TEM LIMITE

O deputado Luiz Tchê (PDT) é um dos políticos mais habilidosos da base do governo, mas toda habilidade tem um limite. É muito difícil fazer a defesa de uma gestão atrapalhada como a da secretária de Saúde, Mônica Feres, que só fomentou até aqui uma confusão atrás da outra.

MEXEU NOS BASTIDORES

Muito comentado ontem numa roda de deputados da base do governo o anúncio da candidatura da deputada federal Vanda Denir (SD) á prefeitura de Rio Branco. Um ponto tocado foi o de que não haverá candidato único à PMRB no campo do governo e ser ela forte.

PRÓ-SAÚDE

Eu sempre me perguntei como é que o Gladson Cameli iria resolver juridicamente a questão dos funcionários do Pró-Saúde, como prometeu durante a campanha. É um problema complexo. Não resolveu, e o pessoal do Pró-Saúde engrossa o movimento grevista na Saúde.

GREVE CERTA

Caso o governo não atenda a pauta de reivindicação dos servidores da Saúde formulada através do SINTESAC, terá a primeira greve desde que chegou ao poder. O movimento está marcado para a próxima terça-feira, em frente à SESACRE e com apoio de deputados.

“NÃO VÃO ME CALAR”

Com esta frase acima o deputado Roberto Duarte (MDB) foi ontem à tribuna da ALEAC, dando um recado aos defensores do governo na casa de que, ele manterá as suas posições críticas toda a vez que isso se fizer necessário, como no caso da contestada condução da Saúde.

O CONTEXTO É OUTRO

Que a gestão da Saúde nos últimos quatro anos do governo anterior foi uma merda, não é mentira, mas também não se pode negar que na atual gestão continua a ser a mesma merda, com mau atendimento e sem uma luz no fim do túnel de que possam acontecer melhorias.

NÃO CABE MAIS

São oito meses de um governo que chegou ao poder prometendo ter uma varinha mágica para resolver tudo. Não cabe mais ficar se jogando a culpa no PT de tudo, quando se faz a defesa do governo. A população já puniu o PT nas urnas, tem que cobrar de quem está no poder. Ponto.

GREVE É UM INSTRUMENTO LEGÍTIMO

Uma greve pode até ser considerada inoportuna, mas jamais se dizer que é um ato ilegítimo, por ser garantido pela Constituição Federal. A direção do SINTESAC não consegue conversar com a secretária de Saúde, Mônica Feres, qual o outro caminho para encaminhar as pautas? 

BOBAGEM FICAR EXUMANDO O ZUMBI

O governador Gladson Cameli, por várias vezes, já disse na imprensa que não quer os aliados e secretários justificando que algo ainda não foi feito na gestão por culpa do PT. O PT, minha gente, foi enterrado na última eleição, chega de ficar toda hora exumado o cadáver do zumbi.

LAÇO FAMILIAR

Conversando ontem com um deputado da base do governo, este comentou que não adianta cobrar serviço da secretária de Saúde, Mônica Feres, porque a sua indicação não se deve diretamente ao Gladson, mas ao seu poderoso secretário particular, Ricardo França, casado com uma irmã da secretária, e que enquanto ele quiser, ele permanecerá firme no cargo.

VAMOS PARAR DE SANDICES

Vamos parar com sandices de que, quem critica ato de algum secretário é por querer o mal do governo Gladson. Quem quer o mal da sua administração são os bajuladores que o rodeiam. Quem é que não quer que o governo dê certo? Se der certo é bom para a população, ora, pois! 

BOLA DENTRO

Na eventualidade da secretária da Fazenda, Semírames Dias, recuar da sua renúncia, o governador estará dando uma bola dentro, porque pediu que, reconsidere o seu ato. O que o governador não pode é aceitar pressão política para fazer gastos além do limite do tesouro.

FRASE DO DIA

“Eu caminho devagar, mas nunca caminho para trás”. Abraham Lincoln, ex-presidente dos EUA.

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