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Acre sai da lista de estados que mais produzem queimadas na Amazônia Legal, diz pesquisa

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Apuí no Amazonas é a cidade com mais focos ativos de incêndios. Dados da unidade de situação de monitoramento hidrometeorológico, apontam o Acre em oitavo lugar com 2.533 focos

O clima de estresse entre a equipe ambiental do governo diminuiu com a divulgação de novos dados de satélites pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) que tiram o Acre da lista de federações que mais queimam em 2019. O município de Apuí que tem 1.754 focos ativos de incêndios, desmatou 154 km². Quem mais queima é quem mais desmata, diz o relatório.

Nenhuma cidade do Acre está no ranking dos dez municípios que mais devastam a Amazônia. Fora Apuí (AM), Altamira no Para e o vizinho Porto Velho, em Rondônia, estão entre os que mais desmatam e queimam. Os cientistas avaliaram focos de incêndio e dados de satélite, acumulado de chuvas e desmatamento.

Equipes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) retornam nesse fim de semana de uma força-tarefa feita nas cidades do interior com maiores focos. Até ontem (22), segundo relatório da unidade de situação de monitoramento hidrometeorológico, foram registrados este ano 53.899 focos de queimadas em toda a Amazônia. O satélite de referência é o (AQUA_TARDE). O Acre é o oitavo do ranking dos estados com 2.533 focos, ou seja, é responsável por (4.7%) das queimadas.

Os municípios de Feijó, Tarauacá e Sena Madureira são os que mais apresentam focos ativos de queimadas. Os incêndios acumulados no mês de agosto, um total de 2.158 é que chamaram atenção das autoridades de controle. Foi nessa área a atuação dos fiscais do IMAC, assim como em Acrelândia e Capixaba. Essas duas ultimas cidades apontadas no relatório do estado, são as que mais acumulam focos de incêndio por quilometro quadrado.

Mesmo com toda pressão internacional, imagens do céu acreano coberto por fumaça voltaram a repercutir em matérias dos grandes telejornais, a equipe ambiental do estado ainda não concedeu nenhuma entrevista coletiva sobre o assunto.

O governador Gladson Cameli decretou estado de emergência, mas vem evitando falar do cheiro forte de fumaça prejudicando crianças e idosos que lotam unidades de saúde e hospitais.

O secretário de produção e agronegócio, Paulo Wadt, também evita dar declarações. Há informações de investigações pelo Ministério Público sobre grileiros atraídos de Rondônia agindo no desmatamento de áreas no Acre.

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Funcionário de fazenda morre após ser atingido por raio na zona rural de Rio Branco

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O funcionário da Fazenda Santa Maria, Quemiugil de Moura Barros, 43 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (20) após ser atingido por um raio em uma fazenda localizada no km 27 da Estrada do Barro Vermelho, na área rural de Rio Branco.

Segundo informações repassadas aos paramédicos do Samu, Quemiugil e outros dois funcionários estavam no campo embaixo de uma árvore quando ela foi atingida pelo raio. A vítima estava encostada com as costas na árvore e a descarga elétrica atingiu o seu corpo.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e apenas atestou a morte de Quemiugil. Os outros funcionários sofreram apenas uma pequena descarga elétrica e não quiseram ser encaminhados ao Pronto-Socorro.

A área foi isolada até a chegada da perícia técnica. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

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Destaque 3

Major Rocha diz que pediria licença do cargo se deputados afastassem Gladson do governo

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O governador em exercício Major Rocha conversou com o ac24horas na manhã desta sexta-feira, 20, a respeito dos últimos acontecimentos envolvendo a crise política entre o Palácio Rio Branco e os deputados da base na Assembleia Legislativa. Na ausência de Cameli, que cumpre agenda oficial em Nova York (EUA), o militar ficará responsável por tentar apaziguar os ânimos dos deputados da base.

“Acredito que temos condições de compor e repactuar. Vamos trabalhar nisso. Vamos nos reunindo esperando ter uma definição sobre essa situação na próxima terça, quando o Gladson chegar”, ressaltou Rocha.

Sobre a possibilidade ventilada por deputados de Gladson se afastado do cargo por intermédio de um impeachment, Rocha ressaltou que a ideia é um total absurdo. “Eu espero sinceramente que isso não tenha nem passado na cabeça dos parlamentares. Se isso ocorresse, eu pediria licenciamento do cargo”, revelou.

O ac24horas apurou que caso de fato Gladson fosse afastado e o vice-governador pedisse licença do cargo, quem assumiria o governo seria o presidente da Assembleia Legislativa.

Rocha enfatiza que trabalha com o líder do governo, o deputado Luis Tchê (PDT), e o secretário de Articulação Institucional para equacionar a crise. “Sabemos que existe esse problema financeiro. O ajuste é necessário, mas também temos que entender o lado político da coisa. Vamos resolver isso em comum acordo entre os poderes”, disse.

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