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Gladson decreta emergência ambiental por causa de queimadas e anuncia vinda de Bolsonaro ao Acre

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O governador Gladson Cameli assinou na noite desta quinta-feira, 22, no Palácio Rio Branco, o decreto de emergência ambiental por causa das queimadas. A decisão do governo foi tomada após reunião com membros da Secretaria do Meio Ambiente e Corpo de Bombeiros que divulgaram um relatório informando que desde o início do ano o Acre está no 8° lugar do ranking com 2.533 focos de queimadas, ou 4,7% do total de mais de 53 mil focos registrados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais na Amazônia.

O decreto de emergência deve ser publicado na edição desta sexta-feira, 23, do Diário Oficial do Estado.

Ao ac24horas, Cameli informou que com o decreto de governamental, o presidente Jair Bolsonaro deve vir ao Acre nos próximos dias. “Ele vai vir aqui. Nós decretamos aqui e fomos informado que ele vai decretar em nível nacional”, disse o governador informando que o presidente convocou os governadores da região norte para uma reunião na próxima terça-feira, 27, em Brasília.

As cidades de Feijó, Tarauacá e Sena Madureira lideram o número de focos de queimadas. Enquanto a terra do Açaí registrou de 1 de janeiro até o dia 21 de agosto, 517 focos, a Terra do Abacaxi registrou 394. Sena marcou 270 focos. Rio Branco aparece na quinta colocação com 215 focos e Cruzeiro do Sul em sétimo com 117 registros.

Na semana passada, o governo decretou o Estado de Alerta Ambiental. Com o passar dos dias, o Corpo de Bombeiros vinha relatando dificuldades para atender a todos as chamadas de incêndio. A fumaça ocasionada pelas queimadas mudou drasticamente o cenário verde das cidades acreanas. Milhares de acreanos que usam as redes sociais reclamam da qualidade do ar.

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Governo atribui vetos a equívoco no diálogo entre deputados e Gladson Cameli

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Passado o alvoroço decorrente das 340 exonerações de cargos comissionados, ocorridas na tarde dessa quinta-feira, 19, o governo do Estado emitiu uma nota pública acerca dos acontecimentos envolvendo parlamentares da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e o governador Gladson Cameli. Para o Estado, as demissões são medidas que visam resgatar o equilíbrio fiscal do estado.

Sobre os vetos dos deputados estaduais referentes a proposta discutida com membros do Poder Executivo sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo diz: “foi constatada em reunião ocorrida na tarde desta quinta-feira, 19, um equívoco no diálogo entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, situação que está sendo reparada de forma pacífica e respeitosa com todos os membros da Casa do Povo”.

A nota também busca esclarecer a situação da relação institucional do Governo do Estado com a Aleac. “Diálogo com a atual gestão governamental pauta-se pelo respeito e o compromisso com as propostas que visam o bem comum da sociedade acreana, extinguindo retaliações políticas da parte da administração pública estadual”.

Finalizando o assunto, o Estado diz reconhecer a importância do Poder Legislativo como aliado. “(…) nas ações que objetivam o equilíbrio das contas públicas para o devido cumprimento das obrigações da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”.

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Reunião entre deputados e Major Rocha termina sem resolução

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A vinda do vice-governador Major Rocha e do Secretário de Articulação Institucional, Alysson Bestene a Assembleia Legislativa agravou ainda mais a revolta dos deputados da base contra o governador Gladson Cameli. É que o governo não aceitou a proposta de tornar sem efeito as 340 nomeações. Alguns parlamentares estão dispostos em acompanhar José Bestene no rompimento definitivo com o Palácio Rio Branco.

Após o encontro, Rocha disse que o governo erra quando se distancia da sua base, porém, nesses momentos de crise pode-se construir algo novo. Sobre as exonerações argumentou que o governo precisa solucionar um problema fiscal. “Não foi retaliação aos vetos”, afirmou,o que não convenceu os aliados da base.

Rocha garantiu que a solução definitiva do impasse acontecerá com o retorno do governador Gladson de Nova York na terça-feira, 24. Ele Acredita que o rompimento de Bestene é temporário e que tudo poderá ser resolvido.

Tchê permanece liderança

Depois da reunião, o deputado Luis Tchê declarou que permanecerá no governo para ajudar. Acredita que Gladson está sendo mal orientado ao brigar com o parlamento. Nos próximos dias o governo vai precisar de sua base unida para votar a Lei Orçamentária e outros projetos de interesse do Executivo como, por exemplo, a dívida do Estado e a suplementação orçamentária para não travar o Estado.

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