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Demissão de provisórios do EJA é para contratar 500 professores efetivos e fazer mais concurso público, diz Gladson

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O governador Gladson Cameli informou na manhã desta quarta-feira, 21, ao ac24horas que o objetivo de seu governo não é fechar nenhuma sala de aula do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) coordenado pela Secretaria de Educação com a demissão de professores provisórios.

Segundo o chefe do Palácio Rio Branco, o governo trabalha para retirar os provisórios para contratar professores aprovados em concurso definitivo. “O que eu tô querendo é acabar com o contrato provisório para contratar professor em definitivo. Eu tô chamando só até o mês de setembro 200 professores e em fevereiro de 2020 mais 300. Só de uma lapada vai ser 500 e vou abrir mais concurso público”, disse Cameli.

A manifestação do governador vem após o ac24horas divulgar que a Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte (SEE) está fechando diversas salas de aulas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA), que proporciona a quem não teve condições de estudar no tempo correto, recuperar o tempo perdido.

Além do fechamento das salas de aula e o prejuízo de centenas de alunos, há também o prejuízo para professores que estão sendo demitidos. São profissionais contratados no processo seletivo realizado no início do ano.

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Governo atribui vetos a equívoco no diálogo entre deputados e Gladson Cameli

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Passado o alvoroço decorrente das 340 exonerações de cargos comissionados, ocorridas na tarde dessa quinta-feira, 19, o governo do Estado emitiu uma nota pública acerca dos acontecimentos envolvendo parlamentares da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e o governador Gladson Cameli. Para o Estado, as demissões são medidas que visam resgatar o equilíbrio fiscal do estado.

Sobre os vetos dos deputados estaduais referentes a proposta discutida com membros do Poder Executivo sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo diz: “foi constatada em reunião ocorrida na tarde desta quinta-feira, 19, um equívoco no diálogo entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, situação que está sendo reparada de forma pacífica e respeitosa com todos os membros da Casa do Povo”.

A nota também busca esclarecer a situação da relação institucional do Governo do Estado com a Aleac. “Diálogo com a atual gestão governamental pauta-se pelo respeito e o compromisso com as propostas que visam o bem comum da sociedade acreana, extinguindo retaliações políticas da parte da administração pública estadual”.

Finalizando o assunto, o Estado diz reconhecer a importância do Poder Legislativo como aliado. “(…) nas ações que objetivam o equilíbrio das contas públicas para o devido cumprimento das obrigações da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”.

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Destaque 2

Reunião entre deputados e Major Rocha termina sem resolução

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A vinda do vice-governador Major Rocha e do Secretário de Articulação Institucional, Alysson Bestene a Assembleia Legislativa agravou ainda mais a revolta dos deputados da base contra o governador Gladson Cameli. É que o governo não aceitou a proposta de tornar sem efeito as 340 nomeações. Alguns parlamentares estão dispostos em acompanhar José Bestene no rompimento definitivo com o Palácio Rio Branco.

Após o encontro, Rocha disse que o governo erra quando se distancia da sua base, porém, nesses momentos de crise pode-se construir algo novo. Sobre as exonerações argumentou que o governo precisa solucionar um problema fiscal. “Não foi retaliação aos vetos”, afirmou,o que não convenceu os aliados da base.

Rocha garantiu que a solução definitiva do impasse acontecerá com o retorno do governador Gladson de Nova York na terça-feira, 24. Ele Acredita que o rompimento de Bestene é temporário e que tudo poderá ser resolvido.

Tchê permanece liderança

Depois da reunião, o deputado Luis Tchê declarou que permanecerá no governo para ajudar. Acredita que Gladson está sendo mal orientado ao brigar com o parlamento. Nos próximos dias o governo vai precisar de sua base unida para votar a Lei Orçamentária e outros projetos de interesse do Executivo como, por exemplo, a dívida do Estado e a suplementação orçamentária para não travar o Estado.

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