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Encceja 2019: o que você precisa saber antes do exame

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As provas serão aplicadas em 25 de agosto.

Quem deseja adquirir a certificação do ensino fundamental ou médio precisa estar atento a algumas informações básicas sobre o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2019. De forma gratuita e voluntária, podem participar jovens e adultos que moram no Brasil ou no exterior, inclusive pessoas privadas de liberdade. O exame é destinado a brasileiros que não concluíram os ensinos em idade adequada.

As provas serão aplicadas em 25 de agosto. A avaliação ocorre no período da manhã e à tarde, em todos os estados e no Distrito Federal, nos municípios indicados no edital. Neste ano, mais de 2 milhões de pessoas estão inscritas, um aumento de 75% em relação à edição de 2018, que contou com 1.695.607 inscritos. Ainda dá tempo de se informar e saber tudo sobre o Exame. Confira: 

Como saber o local de provas do Encceja 2019?

A consulta ao local de provas do Encceja deve ser feita pela Página do Participante. A consulta é individual, ou seja, cada candidato (a) precisa fazer login no sistema, usando seu CPF e a senha escolhida no ato da inscrição. 

Quando acontecem as provas? 

O Encceja Nacional 2019 acontece no dia 25 de agosto. Já as provas do Encceja Exterior – para brasileiros que moram fora do país – serão aplicadas em 15 de setembro. Por fim, o Encceja PPL – versão para pessoas privadas de liberdade tanto no Brasil quanto no exterior – acontece nos dias 8 e 9 de outubro. 

Como funciona a pontuação das provas? 

Cada prova tem pontuação de 0 a 200 pontos, sendo que a média necessária para aprovação é de 100 pontos. A redação funciona com a mesma proposta: a nota vai de 0 a 10 e, para ser aprovado, precisa tirar no mínimo 5.  

Quando saem os resultados?

 Ainda não há uma data oficial para a divulgação dos resultados das provas, mas cada nível de ensino tem um cronograma específico. 

Agência Educa Mais Brasil  

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Desmate cresce 151% em um ano no Acre, diz Imazon

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A área desmatada no Acre aumentou 151% comparando o mês de agosto de 2019 com igual período do ano passado, segundo o boletim do Imazon divulgado na tarde desta sexta-feira (20).

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 39 quilômetros quadrados de desflorestamento em agosto de 2018 e 98 km² em agosto deste ano. A área degradada foi de 8 km² este ano enquanto que em 2018 não houve registro de degradação no Acre.

A Reserva Extrativista Chico Mendes está em 5º lugar no ranking de desmate nas unidades de conservação da Amazônia, perdendo 13 km² em agosto deste ano. A APA Triunfo do Xingu, no Pará, é a recordista com 38 km².

O Acre tem o Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Remanso entre os dez assentamentos que mais desmataram na Amazônia em agosto. O PAE Remanso perdeu 3 km² de florestas.

Na Amazônia, o SAD detectou 886 quilômetros quadrados de desmatamento, um aumento de 63% em relação a agosto de 2018, quando o desmatamento somou 545 quilômetros quadrados. Em agosto de 2019, o desmatamento ocorreu no Pará (48%), Amazonas (15%), Rondônia (13%), Mato Grosso (12%), Acre (11%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 922 quilômetros quadrados em agosto de 2019, enquanto que em agosto de 2018 a degradação florestal detectada totalizou 119 quilômetros quadrados, um aumento de 675%. Em agosto de 2019 a degradação foi detectada no Mato Grosso (45%), Pará (42%), Rondônia (8%), Amazonas (4%) e Acre (1%).

“Em agosto de 2019, a maioria (48%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (23%), Unidades de Conservação (20%) e Terras Indígenas (9%)”, informa o Imazon.

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Destaque 6

Exportação acreana de castanha cai 52% e madeira cresce 21%

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Um dos principais produtos da economia acreana, a Castanha do Brasil acumula uma queda de 52,4% no volume de exportações entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. Tendo como os principais mercados o Peru e a Bolívia, o produto extrativista já acumula mais de 4,3 milhões de dólares de perdas.

De janeiro a agosto de 2018, com US$ 8,38 milhões, a castanha representava 38% do valor total das exportações do Acre. Neste ano somente 19%, com um total de US$ 3,99 milhões. Considerando-se todo o ano de 2018, o valor exportado pelo Acre em castanha foi de US$ 9,21 milhões, o que correspondeu a 23% das exportações do estado.

Em contrapartida, as exportações de madeiras e compensados do Acre cresceram 21,5% nos mesmos períodos comparados. Segundo dados do Ministério da Economia, analisados pelo Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, o crescimento foi de mais de US$1,4 milhão.

As exportações acreanas entre janeiro a agosto de 2019 somam US$ 21,54 milhões, 3,54% a menos que no mesmo período de 2018, quando havíamos exportado US$ 22,30 milhões. Quanto às importações, a variação para menos é de 42,84% com relação ao ano passado. Em 2018, o Acre importou US$ 2,76 milhões no mesmo período. Neste ano, US$ 1,39 milhões. O saldo da balança comercial acreana é, até o momento, de US$ 20,15 milhões.

Com 0,01% de participação na exportação e 0,001% na importação nacionais, o Acre é o estado é, em 2019, o estado que menos exporta e menos importa entre todas as unidades da federação. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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