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Confira as últimas promoções de voos do Acre para fora do Estado

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Mais uma promoção de passagens aéreas nos voos sem escalas da Gol entre as cidades de Rio Branco para Cruzeiro do Sul. As passagens de ida e volta estão disponíveis por apenas R$ 466, valor com todas as taxas incluídas. Essa promoção é uma ótima oportunidade para quem deseja fugir das viagens cansativas e longas de ônibus ou de carro entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Você pode parcelar esse valor em 12 parcelas de de R$ 45. (Veja na imagem abaixo).
Os outros destaques são as passagens de ida e volta de Rio Branco para Brasília, também em voo direto, disponíveis nesta promoção por R$ 717. Nos voos da capital acreana para São Paulo a nossa equipe encontrou os bilhetes de ida e volta por R$ 798. Para Manaus você viaja pagando pelas passagens o valor de R$ 881,56. Quem está nestas cidades pode viajar para o Acre pagando o mesmo valor. Basta comprar as passagens de ida e volta. As passagens de ida e volta do Rio Branco para a cidade do Rio de Janeiro estão disponíveis nesta promoção por R$ 894.
As passagens aéreas baratas valem para viagens entre os meses de agosto e novembro deste ano, exceto nos feriados deste período. A compra das passagens neste final de semana poderá ser realizada até às 8 horas de segunda-feira (19/08). Depois desta data o valor das passagens praticamente dobra. Neste final de semana você pode fazer a reserva do hotel com descontos de até 40%.
Passagens de ida e volta com taxas incluídas nos voos do Acre
 

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REGRAS DA PROMOÇÃO: As ofertas estão disponíveis para viagens entre os meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2019, exceto nos feriados deste período. Os preços citados neste texto são por pessoa e estão com as taxas de embarques incluídas. O número de assentos promocionais é limitado. Por isso, os preços podem sofrer alterações quando você for pesquisar. A compra das passagens poderá ser feita até às 12  horas de segunda-feira (19/08).

Fonte: Tudo Viagem

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Destaque 6

STF mantém decisão que proíbe gestantes em atividade insalubre

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Determinação proíbe atuação de grávidas em atividades insalubres - Arquivo/Agência Brasil

Por unanimidade e em ambiente virtual, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e manteve a decisão, tomada em maio pelo plenário, que proíbe o trabalho de gestantes em atividades com qualquer grau de insalubridade.

Também de modo unânime, os ministros decidiram sequer apreciar, por questões processuais, um segundo recurso em que Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) pedia o adiamento dos efeitos da decisão para dar tempo de o governo reavaliar a real insalubridade em diferentes atividades e ambientes hospitalares.

No julgamento de maio, os ministros do Supremo entenderam, por 10 votos a 1, ser inconstitucional um trecho da reforma trabalhista de 2017 que previa a necessidade de recomendação por meio de atestado médico para que gestantes pudessem ser afastadas de atividades insalubres em grau médio e mínimo, e em qualquer grau para lactantes.

A partir de então, passou a valer a regra anterior da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), cujo artigo 394-A prevê o afastamento de gestantes de atividades com qualquer grau de insalubridade.

Por meio de um embargo de declaração, tipo de recurso que busca esclarecer pontos de uma decisão, a AGU pediu ao Supremo para declarar que a gestante poderia se manter na atividade formalmente classificada como insalubre se houvesse comprovação científica de que não haveria risco à gravidez ou ao bebê.

“Isso porque pode haver, por meio de estudos científicos carreados por órgãos oficiais, comprovação acerca da ausência de risco à saúde da mulher e do feto”, escreveram o advogado-geral da União substituto, Renato de Lima França, a secretária-geral de Contencioso da AGU, Izabel Vinchon Nogueira de Andrade, e a advogada da União Maria Helena Martins Rocha Pedrosa.

Eles pediram que a decisão sobre o afastamento de gestantes surtisse efeito somente daqui a seis meses, permitindo assim que os órgãos competentes pudessem auferir o risco real à saúde de gestantes e fetos em diferentes atividades, sobretudo na área de saúde e no ramo hoteleiro. O embargo da AGU levantou também o impacto aos cofres públicos do aumento no pagamento de salário-maternidade, benefício cujo ônus é arcado pelo Estado.

Os ministros do Supremo, porém, não acolheram os argumentos, e mantiveram o efeito imediato da decisão. Votou por rejeitar os embargos inclusive o ministro Marco Aurélio Mello, único que havia votado, em maio, contra a proibição de gestantes em atividades insalubres.

Desse modo, as mulheres grávidas devem ser afastadas de imediato de toda atividade insalubre, em qualquer grau. Caso não seja possível realocá-la em outro tipo de serviço, a gestante deve deixar de trabalhar e passar a receber salário-maternidade, nos termos da lei que regulamenta o benefício, prevê a decisão.

Em nota, a CNSaúde disse ter se reunido com o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Renato Vieira, no fim de outubro, para pedir que seja regulamentado o pagamento do salário-maternidade por período superior aos 120 dias previstos na lei, de modo a dar maior segurança jurídica aos empregadores.

Segundo a confederação, as mulheres representam hoje 76% dos contratos formais de trabalho no setor de saúde, o equivalente a mais de 1,7 milhão de postos de trabalho.

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Destaque 6

Perpétua diz que “setores do governo brasileiro estariam envolvidos com o golpe na Bolívia”

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A deputada federal Perpetua Almeida (PCdob/AC), e integrante da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados do Parlasul, usou seu Facebook para comentar a renúncia de Evo Morales na Bolívia, na noite deste domingo (10). Após saudar Evo pela decisão de convocar novas eleições a comunista afirmou categoricamente que “setores do governo brasileiro estariam envolvidos com o golpe na Bolívia”.

“A Bolívia volta à triste sina que carrega de golpes de estado. De 1825 até aqui são 194 deposições de governos. A economia boliviana é a mais dinâmica da América Latina, com taxas médias de crescimento de 5% ao ano há mais de uma década. Quando Evo Morales assumiu a presidência, em 2005, 78% da população vivia em extrema pobreza. Hoje, menos de 15% da população se encontra nessa condição social. É, portanto, lamentável que a elite do país não saiba conviver com a democracia, o crescimento econômico, a soberania e a inclusão social dos pobres”.

Na sequência, a comunista pede apuração de suposta participação do governo brasileiro em tentativa de golpe no país vizinho. “Isto precisa ser apurado! Está na Constituição que nossas relações internacionais devem se pautar pela defesa da paz e, acima de tudo, pelo respeito à autodeterminação dos povos” denunciou.

Em outro trecho, Perpetua demonstra preocupação com a situação dos estudantes brasileiros. “Me preocupa muito como ficará a situação dos estudantes brasileiros naquele país. Durante a semana irei articular ações no Congresso e no Acre, atuando em conjunto com a Assembleia Legislativa para que acompanhemos de perto a situação desses mais de 40 mil estudantes brasileiros, dos quais cerca de seis mil são acreanos que moram e estudam na Bolívia”, enfatizou.

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