Conecte-se agora

IMC define grupo técnico do Sistema de Gestão de Riscos e Salvaguardas Ambientais

Publicado

em

O Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC) realizou nessa segunda-feira, 12, uma reunião para a formação do grupo técnico que vai revisar e implementar o documento do Sistema de Gestão de Riscos e Salvaguardas Ambientais (SGRSA), conforme plano de trabalho definido na missão com o banco alemão KfW, em maio deste ano. Estiveram presentes representantes das secretarias de Produção e Agronegócio (Sepa) e de Meio Ambiente (Sema), além do IMC.

A proposta é que o SGRSA seja elaborado para responder à demanda da sociedade civil por um acompanhamento dos potenciais riscos das iniciativas que estão sendo financiadas por instituições financeiras; viabilizar o cumprimento do marco internacional de REDD+; identificar os responsáveis e saber reagir à ocorrência de riscos; garantir a qualidade da implementação do projeto; e viabilizar a ocorrência de novos financiamentos futuros garantindo a sustentabilidade do programa.

Para que os recursos do Programa REM cheguem, de forma eficaz, até os beneficiários, é necessário que o seu SGRSA seja capaz de identificar, avaliar, evitar, mensurar, mitigar e monitorar os prováveis riscos socioambientais oriundos das atividades previstas em seus subprogramas.

Durante a reunião, a coordenadora do Programa REM Fase 2, Nésia Moreno, falou sobre a necessidade da criação do grupo técnico, e sobre o Programa da Lei do Incentivo aos Serviços Ambientais (SISA), o Isa Carbono, que possibilitou a execução do Programa REM Acre (REDD+ para Pioneiros). O chefe de Departamento de monitoramento do IMC, Charles Henderson apresentou o documento do Sistema de Gestão de Riscos Salvaguardas Ambientais que será revisado pelo grupo.

O coordenador da implementação financeira do Programa REM na secretaria de Estado do Planejamento e Gestão (Seplag), Josemírio Abreu, mencionou sobre o Acre ser uma referência para o Brasil em relação ao trabalho com o meio ambiente e acrescentou que a proposta da formação desse grupo é importante dentro do Programa. “É necessária a colaboração de todos para a elaboração de um documento preciso e objetivo, considerando a existência de um sistema de governança muito complexo onde há a participação, não só dos que executam o programa, mas também dos que recebem o benefício”.

A líder indígena e chefe de Departamento do IMC, Francisca Arara, participou da reunião e salientou que o trabalho do governo do Acre não pode parar, pois os povos tradicionais já têm resultados que vão além da produção, mantendo a floresta em pé. “O agronegócio no estado do Acre pode avançar sem impactar outros territórios.

O REM fez o Acre ser pioneiro no mundo e não podemos retroceder. Esses recursos que parecem tão pequenos são muita coisa para as comunidades que moram em locais de difícil acesso, por exemplo. O dinheiro na floresta tem outro valor porque não é como a nossa vida na cidade, então isso ajuda muito essas pessoas”, concluiu Francisca.

A diretora executiva do IMC, Julie Messias, ressaltou a importância do Programa REM para a estrutura do Estado, sendo uma política setorial que tem um papel importante principalmente para seus beneficiários, povos tradicionais, indígenas, ribeirinhos, pequenos, médios e grandes produtores e assentados.

“De 2012 a 2017, na primeira fase do Programa REM, foram atendidas mais de 20 mil famílias. O papel das instituições é entender o Programa e seu objetivo, para ter um nivelamento padrão das informações. Para isso, haverá nos próximos meses oficinas com subexecutoras do Programa e seus gestores”, explicou a diretora.

O presidente do IMC, professor Carlito Cavalcanti, falou sobre a importância do Programa REM como parte de um projeto de desenvolvimento do Acre. “O REM gera recursos para manutenção das florestas, reduzindo o desmatamento e agregando valor aos serviços ambientais. O papel das instituições pé o devido emprego dos recursos oriundos desse programa, para assim ter bons resultados”, enfatizou Carlito.

Programa REM

O programa REM é uma iniciativa inovadora que premia os pioneiros da proteção florestal e da mitigação do clima. Lançado na Conferência Rio+20, em junho de 2012, com recursos do Fundo de Energia e Clima do Governo Federal da Alemanha, esse Programa incentiva a conservação das florestas e a redução de emissões de carbono de modo a contribuir para a mitigação das mudanças do clima, especialmente do aquecimento global.

O fomento é realizado por meio de remuneração baseada nos resultados adequadamente documentados e verificados de redução de emissões por desmatamento. Na sua segunda fase conta com apoio do Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial (BEIS).

Propaganda

Cidades

Casa é totalmente destruída por incêndio em Feijó

Publicado

em

Uma casa de madeira foi completamente destruída pelo fogo no bairro Zenaide Paiva, em Feijó, cidade localizada a 364 quilômetros da capital Rio Branco. Não houve feridos. O fogo consumiu a residência na madrugada deste sábado (14). Segundo informou o Corpo de Bombeiros, ainda não há resposta concreta do que deve ter acontecido para o fogo atingir o imóvel.

O prejuízo material foi total, mas ninguém ficou ferido. Segundo informações dos bombeiros, na hora do incidente, não havia pessoas na casa. Foram realizados trabalhos de resfriamento nas paredes das casas vizinhas para evitar que as chamas se alastrassem. Nada se salvou do fogo na residência.

O Corpo de Bombeiros trabalha com a hipótese de que o incêndio tenha sido provocado por um curto circuito na rede elétrica.

Continuar lendo

Cidades

Vai para a parada gay no Acre? Saiba o que você pode ou não fazer

Publicado

em

Você é daqueles que passa o ano todo esperando a Parada do Orgulho LGBT? Então se prepare que neste domingo, 15, é dia de espalhar alegria e cores pela cidade de Rio Branco.

O evento que é parte da 14ª Semana da Diversidade e Parada do Orgulho LGBT do Acre, cujo tema em 2019 é “Direitos humanos para todas as pessoas”, e todos os anos reúne milhares de pessoas, acontece neste domingo com concentração a partir das 15 horas em frente ao Colégio de Aplicação da UFAC, no centro de Rio Branco.

Mas para que o evento seja só de festa, plumas e paetês, a organização divulgou um manual do que é e não é legal. O ac24horas apresenta as dicas para que você caia na folia sem passar dos limites.

Saiba o que é NÃO É LEGAL

– Atentado ao pudor (andar nu ou seminu): a manifestação é colorida e o adereço mais confortável é uma fantasia babadeira, afinal, criatividade é a moda do momento;

-Atos obscenos prejudicam, principalmente, a participação das crianças. Sexo é melhor no reservado – e com segurança;

-Brigas ou agressões estão fora de moda. O evento é festivo, cultural. Conte até 10 e faça de sua participação uma luta pela paz;

-Levar bebida alcoólica em garrafas de vidro: garrafas de cerveja e destilados podem servir de arma. Se cair e quebrar, machucarão outros participantes;

-Drogas ilícitas não são legais para ninguém, não fazem bem à saúde e são alvos de lei de proibição, sendo que o cidadão poderá responder criminalmente por exageros ou comercialização;

– Bebida e Direção: Existem outros meios de transporte para ir e voltar do evento. Se beber, não dirija. Sua vida é mais importante!

O que É LEGAL na Parada?

– Toda manifestação de paz;

– Toda e qualquer manifestação de carinho;

– O seu cartaz, sua faixa, seu abadá, sua fantasia, sua forma de reivindicar seus direitos;

– A participação de seus familiares, pois ajuda na manifestação da luta no enfrentamento à discriminação;

– O respeito aos outros participantes;

– A sua participação, que vem ajudar com que possamos cobrar e reivindicar políticas afirmativas no enfrentamento à discriminação e LGBTfobia.

Continuar lendo
Propaganda
Propaganda

Mais lidas