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Servidores da saúde de Brasileia cruzam os braços e cobram aprovação de PCCR

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Os servidores da saúde do município de Brasileia decidiram cruzar os braços nesta segunda-feira, 12, em um dia de paralisação contra a prefeitura municipal.

A reivindicação, segundo o Sindicato dos Servidores Municipais da Saúde de Brasiléia (Sindsbras) é a frustração na negociação visando a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração – PCCR da saúde municipal, que já se arrasta desde 2011. O sindicato afirma que a intenção não é realizar uma greve geral, mas continuar buscando o diálogo e uma solução pacífica.

“Sem o PCCR estamos tendo uma perda salarial muito grande. Desde 2011 a gente tenta conversar com todas as gestões que passaram até agora e nunca tivemos êxito”, afirma Francisco Dantas, presidente do Sindsbras.

Procurada, a prefeitura emitiu uma nota onde reconhece ser legitima a reivindicação da categoria, se diz aberta ao diálogo e já com uma agenda de reunião marcada para esta quarta-feira, 14.

Nota de Esclarecimento

A Prefeitura de Brasileia reconhece que as reivindicações dos servidores municipais pela reformulação do PCCR da categoria são legítimas. E entendendo a importância da situação, a prefeita Fernanda Hassem, mesmo diante da crise financeira que assola as prefeituras, implementou o Auxílio Alimentação aos servidores em janeiro de 2019, paralelo aos estudos da proposta de PCCR enviada pelo Sindicato.

Destaca ainda que a Comissão formada em 30/07 informou a gestão da paralisação no dia 02/08 e se recusou a conversar com o Secretário de Saúde e equipe técnica na última sexta feira (08/08). No entanto, a prefeita Fernanda receberá a comissão na próxima quarta-feira (14/08), sendo este o encaminhamento da paralisação.

Por fim, reconhecendo como legítimo o direito de manifestação dos servidores, reiteramos a abertura ao diálogo com o objetivo comum de encontrar a melhor solução para o município e seus trabalhadores.

Brasileia, 12 de Agosto de 2019

Prefeitura de Brasileia

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Comitiva parte para 2ª Visita Técnica à Ponte do Rio Madeira

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Com objetivo de se atualizar sobre a real situação da execução da obra – questão de contratos e orçamentos para a sua conclusão – partiu, na manhã desta quinta-feira, 21 de novembro, às 6h50, uma comitiva formada por diversas entidades, empresários e acadêmicos para realizar a 2ª Visita Técnica à Ponte do Rio Madeira. O grupo se concentrou na FIEAC, onde o presidente José Adriano afirmou que o grande número de participantes demonstra a disposição e o interesse da sociedade nessa questão.

“Isso mostra que esta visita não é apenas institucional. A Ponte do Rio Madeira tem uma representação, para nós, não só física mas também emocional. Ela liga o nosso estado ao restante do Brasil. Já estamos há oito anos discutindo isso, esperando que essa obra se conclua”, analisa o empresário. “Então, é natural que tenhamos interesse e curiosidade em acompanhar os seus desdobramentos”, concluiu.

A visita técnica conta com apoio da FIEAC, Fecomércio, Federacre, Dnit, Fiero, Crea-RO, Acisa, Sebrae, STICCEA, Associação das Pequenas Empresas, Aprogeo, CRA, Abee, Aefea, Uninorte, Ufac, Setacre, Amazom Junior, Crea-AC, Ageac, Suframa, Sinpal, Sincepav, Sinduscon, Sindigraf, Sindmóveis, Sindmineral, Sindoac, Sindsorvetes e Sinear. O grupo foi formado por aproximadamente 60 pessoas, sendo metade empresários dos mais diversos segmentos do setor produtivo e, o restante, composto por jornalistas e universitários. De acordo com o assessor de Relações Institucionais da FIEAC, Assur Mesquita, após o retorno da visita, o grupo irá elaborar um relatório que será apresentado para a sociedade.

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Destaque 7

Juiz responde Coronel Ulysses sobre audiência de custódia: “não foi invenção judicial”

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Após entrevista concedida pelo novo comandante-geral da Polícia Militar do Acre ao ac24horas, no Bar do Vaz, o juiz de Direito Giordane Dourado usou as redes sociais nesta quarta-feira, 20, para comentar as críticas proferidas por coronel Ulysses Araújo. Para Giordane, nenhum sente satisfação em colocar um delinquente na rua.

“O que pouca gente observa é que a legislação (feita por políticos, e não por juízes) mostra-se muitas vezes leniente e paternalista com agentes criminosos. E com a futura vigência da malsinada Lei de Abuso de Autoridade (aprovada com votos inclusive de parlamentares do Acre) a situação será ainda mais preocupante”, escreveu o magistrado.

Ulysses declarou que “dói e desmotiva prender bandido que são soltos logo em seguida na audiência de custódia”. O juiz respondeu dizendo que o judiciário faz sua parte. “É comum falarem que a “polícia prende, mas a Justiça solta”, mas basta uma rápida visita aos presídios para verificarem a superlotação carcerária. Se estão presos, é porque uma decisão judicial assim determinou. Onde mais colocaremos presos? Não cabe aos juízes resolver essa questão”, ressalta Dourado.

Sobre a audiência de custódia, Giordane alerta que a medida nasceu de um compromisso legislativo brasileiro. “Não foi invenção judicial. Podemos prender cem mil. Contudo, se o poder público, em comunhão de esforços e princípios, não se organizar para conter o avanço do crime, outros duzentos mil surgirão para aterrorizar a sociedade”, encerrou.

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