Conecte-se agora

Inquérito que apura explosão de barco em Cruzeiro do Sul pode ser prorrogado

Publicado

em

A polícia do município de Cruzeiro do Sul pediu que o inquérito que investiga as causas da explosão que ocorreu numa embarcação no início do mês de junho seja prorrogado. Segundo o delegado responsável pelo caso, Lindomar Ventura, ainda falta testemunhas a serem ouvidas e novas diligências para conclusão do caso.

O acidente ocorrido no rio Juruá fez cerca de 18 vítimas durante a explosão e seis pessoas morreram após serem internadas em estado grave. O delegado divulgou que mais de 30 pessoas já foram ouvidas, mas faltam testemunhas importantes, como as vítimas que continuam em tratamento nos hospitais, que precisam ser ouvidas.

Para a polícia, o intuito da investigação não é chegar apenas no âmbito criminal, mas encontrar uma maneira de continuar a distribuição de combustível sem provocar riscos às pessoas.

O inquérito é extenso e o delegado ainda não sabe precisar quantas pessoas podem ser indiciadas. Segundo Ventura, um estudo mais detalhado para chegar a esse resultado deve ser feito agora.

Propaganda

Cidades

Casa é totalmente destruída por incêndio em Feijó

Publicado

em

Uma casa de madeira foi completamente destruída pelo fogo no bairro Zenaide Paiva, em Feijó, cidade localizada a 364 quilômetros da capital Rio Branco. Não houve feridos. O fogo consumiu a residência na madrugada deste sábado (14). Segundo informou o Corpo de Bombeiros, ainda não há resposta concreta do que deve ter acontecido para o fogo atingir o imóvel.

O prejuízo material foi total, mas ninguém ficou ferido. Segundo informações dos bombeiros, na hora do incidente, não havia pessoas na casa. Foram realizados trabalhos de resfriamento nas paredes das casas vizinhas para evitar que as chamas se alastrassem. Nada se salvou do fogo na residência.

O Corpo de Bombeiros trabalha com a hipótese de que o incêndio tenha sido provocado por um curto circuito na rede elétrica.

Continuar lendo

Cidades

Vai para a parada gay no Acre? Saiba o que você pode ou não fazer

Publicado

em

Você é daqueles que passa o ano todo esperando a Parada do Orgulho LGBT? Então se prepare que neste domingo, 15, é dia de espalhar alegria e cores pela cidade de Rio Branco.

O evento que é parte da 14ª Semana da Diversidade e Parada do Orgulho LGBT do Acre, cujo tema em 2019 é “Direitos humanos para todas as pessoas”, e todos os anos reúne milhares de pessoas, acontece neste domingo com concentração a partir das 15 horas em frente ao Colégio de Aplicação da UFAC, no centro de Rio Branco.

Mas para que o evento seja só de festa, plumas e paetês, a organização divulgou um manual do que é e não é legal. O ac24horas apresenta as dicas para que você caia na folia sem passar dos limites.

Saiba o que é NÃO É LEGAL

– Atentado ao pudor (andar nu ou seminu): a manifestação é colorida e o adereço mais confortável é uma fantasia babadeira, afinal, criatividade é a moda do momento;

-Atos obscenos prejudicam, principalmente, a participação das crianças. Sexo é melhor no reservado – e com segurança;

-Brigas ou agressões estão fora de moda. O evento é festivo, cultural. Conte até 10 e faça de sua participação uma luta pela paz;

-Levar bebida alcoólica em garrafas de vidro: garrafas de cerveja e destilados podem servir de arma. Se cair e quebrar, machucarão outros participantes;

-Drogas ilícitas não são legais para ninguém, não fazem bem à saúde e são alvos de lei de proibição, sendo que o cidadão poderá responder criminalmente por exageros ou comercialização;

– Bebida e Direção: Existem outros meios de transporte para ir e voltar do evento. Se beber, não dirija. Sua vida é mais importante!

O que É LEGAL na Parada?

– Toda manifestação de paz;

– Toda e qualquer manifestação de carinho;

– O seu cartaz, sua faixa, seu abadá, sua fantasia, sua forma de reivindicar seus direitos;

– A participação de seus familiares, pois ajuda na manifestação da luta no enfrentamento à discriminação;

– O respeito aos outros participantes;

– A sua participação, que vem ajudar com que possamos cobrar e reivindicar políticas afirmativas no enfrentamento à discriminação e LGBTfobia.

Continuar lendo
Propaganda
Propaganda

Mais lidas