Conecte-se agora

Se o Gladson pedisse a minha opinião, eu diria que “nós não precisamos daquele jatinho”

Publicado

em

No programa Boa Conversa com os jornalistas Luís Carlos Moreia Jorge e Astério Moreira, o senador Sérgio Petecão (PSD) afirmou que o sonho de qualquer político é governar o seu Estado. “Se o governador Gladson Cameli (Progressista) não for candidato à reeleição (o que é natural) eu pretendo sim ser candidato a governador”, garantiu. Segundo ele, há quase um clamor da população por onde tem andado para que realmente dispute o cargo de governador na eleição em 2022. Porém, frisou que existem outros bons nomes como o do major Rocha, Márcio Bittar e o próprio Gladson.

O Senador também fez comentários sobre a polêmica licitação de aluguel de um jatinho para servir o governador: “Se ele perguntar a minha opinião eu direi que nós não precisamos desse jatinho”.

Ele também analisou os sete meses do atual governo lembrando que Gladson pegou um Estado devastado, acabado. “A florestania gerou violência e desemprego”, garante.

No cenário nacional, criticou o presidente Jair Bolsonaro (de quem é aliado) por querer empurrar goela abaixo o filho Eduardo Bolsonaro para embaixador do Brasil nos EUA.

Veja a seguir a entrevista:

video

Propaganda

Cotidiano

Acadêmicos realizam semana jurídica para debater novos direitos em sociedade

Publicado

em

Por Ângela Rodrigues

Com um tema atual, os acadêmicos do Curso de Direito realizam a partir da próxima segunda-feira (25) a I Semana Jurídica da Faculdade Pitágoras para debater os desafios dos novos direitos na sociedade contemporânea. O evento segue até sexta-feira (29).

A professora das disciplinas de Direito Constitucional e História do Direito, Helcíria Albuquerque, salienta que o evento irá oportunizar aos acadêmicos a publicação dos artigos científicos na Primeira Revista Eletrônica do Curso de Direito Pitágoras. O evento contará ainda com diálogos, mesa redonda, feira jurídica, concerto musical e apresentação de talentos da faculdade.

“Será nosso primeiro evento acadêmico. Estaremos debatendo um tema que vai de encontro com a sociedade, pois atualmente temos vários arranjos familiares e civis e de como Direito tem acompanhado essas transformações. O grande desafio para o operador do Direito é materializar os direitos fundamentais assegurados na Constituição Federal, quer sejam individuais ou coletivos, públicos ou privados. Nossa proposta é debater esse tema que vem sendo discutido em todas as esferas do Direito”, ressalta Helcíria Albuquerque.

A abertura da I Semana Jurídica terá como convidada de honra, e homenageada, a desembargadora, Eva Evangelista, decana do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a participação ilustre do Desembargador Ciro Facundo. A Juíza Renata Albuquerque Palcoski ministrará sobre “Direito Sistêmico” e, logo, em seguida, o tema “Mediação” com conciliador e especialista em Direito Previdenciário, Márcio Quintão, ambos do Tribunal Regional do Trabalho 14 Região.

O Juiz de Direito Pablo Stolze fará uma palestra, por meio de vídeo conferência. O magistrado, que possui vasta experiência acadêmica, é autor e co-autor de várias obras jurídicas, incluindo o Manual de Direito Civil, o Novo Curso de Direito Civil e o Manual da Sentença Cível.

Continuar lendo

Destaque 3

Bolsonaro anuncia envio ao Congresso de projeto que isenta militar de punição em operações

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (21) que enviou ao Congresso Nacional projeto de lei com regras para isentar de eventuais punições, por meio do chamado excludente de ilicitude, militares das Forças Armadas e integrantes de forças de segurança, como policiais civis e militares, que atuam em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO)

Bolsonaro comunicou o envio do projeto durante discurso na convenção de lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Porém, o Palácio do Planalto não divulgou o texto do projeto de lei até a última atualização desta reportagem.

Segundo Bolsonaro, o projeto contempla as as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e os órgãos de segurança listados no artigo 144 da Constituição, que são:

– Polícia federal;
– Polícia rodoviária federal;
– Polícia ferroviária federal;
– Polícias civis;
– Polícias militares;
– Corpos de bombeiros militares.

O “Diário Oficial da União” publicou nesta quinta, em edição extra, um despacho presidencial com a mensagem do envio ao Congresso de projeto de lei que “estabelece normas aplicáveis aos militares em operações de Garantia da Lei e da Ordem e aos integrantes dos órgãos a que se refere o caput do art. 144 da Constituição e da Força Nacional de Segurança Pública, quando em apoio a operações de Garantia da Lei e da Ordem”.

As operações de GLO são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência e ocorrem nos casos de esgotamento das forças tradicionais de segurança pública. O presidente autoriza o emprego dos militares, a exemplo do que já ocorreu no Rio de Janeiro.

De acordo com a Constituição, esse tipo de operação concede provisoriamente às Força Armadas – por tempo e local determinado – o poder de polícia. Nas ações, as forças de segurança, como as polícias, atuam em apoio ao trabalho dos militares.

Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro afirmou que, caso Câmara e Senado não aprovem o projeto, ele só assinará decretos de GLO de interesse do governo federal, já que as ações nos estados precisam do pedido formal de governadores.

“Se o Congresso não aprovar, não tem problema. Eu não assino GLO. A não ser a que interesse particularmente ao governo. Como por exemplo a GLO do Brics. A gente não podia, tem um problema com autoridade aqui. A GLO de Rondônia, quando nós mandamos para lá, no começo do ano, o Marcola. Fora isso não tem GLO”, disse.

‘Guinada’ no combate à violência

Bolsonaro anunciou que este é o primeiro de uma série de quatro projetos a ser enviados ao Congresso. De acordo com o presidente, não adianta uma pessoa estar “bem de vida” se está preocupada com a segurança de familiares, diante do risco de ser assassinado por “um ladrão de celular”.

“Ladrão de celular tem que ir para o pau. E quando falo em ir para o pau, foi protocolado há poucos minutos na Câmara dos Deputados um projeto nosso que fala, são quatro projetos, foi o primeiro projeto, que fala do excludente de ilicitude para o pessoal que está no artigo 144 da Constituição. Entram as Forças Armadas, Polícia Federal, Rodoviária, Polícia Civil, Polícia Militar”, disse.

Em seguida, o presidente explicou o que é o excludente de ilicitude e pediu apoio aos parlamentares para aprovar a proposta, que, na sua visão, dará uma “guinada” no combate à violência.

“O que é o excludente de ilicitude? Em operação, você responde, mas não tem punição. Vamos depender agora, meus parlamentares, deputados e senadores, de aprovar isso lá [no Congresso]. Será uma grande guinada no combate à violência no Brasil. Nós temos como, realmente, diminuir e muito o número de mortes por 100 mil habitantes no Brasil”, afirmou.

Conforme o presidente, a proposta complementa o pacote anticrime enviado pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) ao Congresso.

Homicídios

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo índice nacional de homicídios criado pelo G1, nos primeiros oito meses deste ano foram registradas 27.517 mortes violentas — 7,9 mil a menos que o registrado de janeiro a agosto de 2018 (35.422).

O índice se baseia em dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Os números representam uma queda de 22% no número de homicídios registrados de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2018.

O levantamento mostra que o número de assassinatos, porém, continua alto: 114 pessoas morreram por dia, em média, no país em 2019.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.