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Falta de energia afeta 200 mil pessoas em cidades do Amazonas

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No Amazonas, cerca de 200 mil pessoas estão sem energia elétrica nas cidades de Iranduba, a 37 quilômetros (km) de Manaus, e Manacapuru, a 103 km da capital.

A Prefeitura de Manacapuru anunciou a locação de geradores de energia e carros pipa, já que o bombeamento de água na cidade também ficou prejudicado. O prefeito, Beto D´Ângelo, também pediu apoio do governo estadual para garantir a segurança na cidade.

“Acreditamos que mesmo diante da dificuldade, das adversidades, as instituições estão aqui presentes pra a gente dar resposta”, afirmou o prefeito.

O fotógrafo Edmar Barros conta que o comércio nas duas cidades está muito prejudicado. Vários alimentos perecíveis tiveram de ser jogados no lixo e o prejuízo dos comerciantes é grande.

“A situação pior ainda é que nessa época aqui na região amazônia o calor é extremo. Algumas pessoas estão dormindo na rua. Tiram o colchão da casa e botam pra fora a rede e tentam dormir porque está sem condições”, conta Barros.

Órgãos de defesa do consumidor, como o Procon e a Defensoria Pública do Amazonas, acompanham a situação em Iranduba e Manacapuru.

Representantes desses órgãos estiveram nessa segunda com a diretoria da empresa Amazonas Energia, responsável pela distribuição de energia na região.

A empresa anunciou a contratação de mergulhadores para verificar o problema no cabo de energia subaquático. Outra medida tomada foi o envio de geradores para as cidades afetadas e a ativação de uma usina termelétrica para garantir o abastecimento de hospitais.

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Cidades

Prefeitura de Cruzeiro do Sul promove arrastão de limpeza contra a dengue

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul tem intensificado as ações de combate a dengue no município. Nesta quinta-feira, 12, a gestão por meio da Secretaria de Saúde promoveu mais um arrastão de limpeza contra a dengue nas residências, onde se tem encontrado muitos focos do mosquito.

É importante salientar que o combate a dengue é um dever de todos: governo e sociedade. De modo que, se faz necessária a contribuição da população, evitando águas paradas ou recipientes expostas ao tempo que possam virar focos do mosquito. A ação conta com o apoio do Exército Brasileiro.

“A gente vem realizando o arrastão desde outubro, ele antecede a limpeza pública e remoção de entulhos. A gente entra com os quesitos de educação e saúde, em seguida se iniciam o ciclo de visita domiciliar, com a aplicação do lavircida e por último a limpeza pública e remoção de entulhos, que a gente conta com a contribuição da população para remover o lixo dos seus quintais”, endossou a gestora da Saúde, Mona Araújo.

Eli Lima, moradora do Saboeiro, destacou a importância de unir forças. “É importante que todos contribuam. Aqui em casa, faço questão de manter o quintal sempre limpo”, disse.

As orientações dadas pelo poder público geram mais conhecimento aos moradores, como relata Ariele Lima. “Eu já peguei dengue e foi muito ruim. Não quero mais adoecer e tenho seguido todas as orientações para evitar a proliferação do mosquito”, disse.

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Cidades

Prefeito de Feijó sanciona lei que cria o “Sopão Municipal” para famílias carentes

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O prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante, sancionou nesta quinta-feira (12) a Lei de Nº (872) que trata da criação do projeto “Sopão Municipal”. O projeto social é destinado atender pessoas ou famílias em estado de vulnerabilidade.

O “Sopão Municipal”, será coordenado e executado pela Secretaria Municipal de Ação Social com o acompanhamento de um profissional da área de nutrição. Em casos excepcionais de emergências ou calamidade pública, o benefício poderá ser estendido aos atingidos pela catástrofe ambiental.

O “Sopão”, terá por base produtos hortifrutigranjeiros obtidos em parceria com a agricultura familiar e comércio municipal.

A distribuição será efetuada semanalmente nos bairros através de uma unidade móvel do Município, no mínimo uma vez por bairro.

A Secretaria Municipal de Ação Social selecionará as famílias carentes dos bairros periféricos, através de critérios pré-estabelecidos e pesquisas, credenciando essas famílias em locais, datas e horários a serem estabelecidos.

As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão por conta de verbas orçamentárias próprias, suplementadas se necessárias.

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