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Programa Ensina Brasil capacita jovens para a docência

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Selecionados atuarão como professores remunerados

Capacitar participantes para atuar como professores remunerados em escolas públicas ou órgãos governamentais durante dois anos. Esse é o principal objetivo do programa Ensina Brasil, que realiza formação intensiva sobre educação, didática e gestão escolar com aulas presenciais em sala de aula e acompanhamento de tutores experientes. 

O processo seletivo do Programa abrange cinco etapas. A primeira dela é preenchimento de um formulário online, informando dados sobre histórico acadêmico e atividades extracurriculares. As demais etapas envolvem um teste de múltipla escolha, perguntas dissertativas, dinâmica em grupo e entrevista. Para participar do programa o candidato deve cumprir algumas exigências estabelecidas, como possuir disponibilidade para morar fora de sua cidade. 

Requisitos

Ser brasileiro(a) nato(a) ou naturalizado(a), ter português fluente e ensino superior completo ou com previsão de graduação até dezembro de 2019, neste último há possibilidade de inscrição caso sua data de graduação tenha sido postergada para o primeiro semestre de 2020 em função de greve na sua universidade. Estes casos serão analisados posteriormente. 

Além disso, é necessário ter concluído a primeira graduação há, no máximo, 10 anos, ter disponibilidade para participar da formação inicial de 5 semanas (300 horas): 1 – Módulo presencial em São Paulo de 4 semanas em janeiro de 2020; 2 – Módulo online de 40h em Dezembro de 2019. 

Os participantes também terão que possuir disponibilidade para participar do programa de fevereiro de 2020 até dezembro de 2021 (trabalho remunerado) e morar fora de sua cidade por 2 anos, a partir de fevereiro de 2020. O participante deve estar apto para mudar de Estado caso não seja alocado no seu local de residência; os estados parceiros serão divulgados no momento da oferta.

Capacitação 

Se você já atua na área da educação e deseja se tornar um profissional mais completo, conte também com o apoio do Educa Mais Brasil. O programa possui 15 anos de atuação no mercado e já beneficiou mais de 1 milhão de pessoas com bolsas de estudo para várias modalidades de ensino. Acesse o site parceiro do programa e confira as oportunidades disponíveis na sua região. É possível encontrar pós-graduação e cursos profissionalizantes com até 70% de desconto.  

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Acre 01

Em debate com Roberto Duarte, Moisés Diniz crítica governos de esquerda no Acre 2050

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Fotos: Douglas Barros

A importância de uma política com visão de longo prazo foi debatida na noite desta quinta-feira (05) pelo deputado estadual e pré candidato a prefeito de Rio Branco Roberto Duarte (MDB) e Moisés Diniz, ex-deputado federal e atualmente Secretário Municipal de Educação de Rio Branco, com mediação de Rodrigo Pires, no Painel 2º, do evento Acre 2050.

O evento teve como tema: “Rio Branco do futuro: como pensar uma Rio Branco inteligente e economicamente viável?”.

O deputado estadual Roberto Duarte e pré candidato a prefeito de Rio Branco pelo (MDB) disse que Rio Branco tem muito o que avançar na questão da tecnologia e da internet. Ele disse que é necessário essas duas partes para uma cidade mais inteligente e criticou a falta de gestões anteriores, que vai uma e vem outra, que só pensam em tapar buracos e não tem projetos para malha viária de Rio Branco.

Para Duarte, o caminho para uma Rio Branco inteligente é trabalhar a educação. “A hora é agora, precisamos investir em tecnologia e em internet. Eu acredito muito na parceria pública e privada. Precisamos desburocratizar e integrar todos os setores e esse é o caminho para o futuro”, ponderou.

Já o ex-deputado federal Moisés Diniz cometeu um “sincericídio”. Ele criticou duramente os governos da esquerda, do qual fez parte e foi líder. Diniz disse que “não fizeram nada sobre uma política pública dura para combater o tráfico de drogas pelas fronteiras”.

“Quando governamos nos tínhamos Presidente da República e não se fez uma política pública de fronteiras, ou a gente coloca os políticos do Acre para parar de fazer projetinho bonito, que não resolve nada, e colocar eles para ir cuidar da nossa fronteira”, disparou.

Moisés também criticou a falta de políticas públicas para o fomento da energia solar.

“Nos estamos no lugar mais perto do sol e não temos politicas públicas para essa área. Eu estou com um projeto pronto que irei apresentar para a prefeita e a Câmara para a gente colocar a energia solar nas 86 escolas de Rio Branco. Iremos economizar, em 17 anos, mais de R$ 400 milhões com apenas uma medida. Isso é a metade do orçamento da prefeitura”, afirmou Moisés.

ACRE 2050

O evento contou com a presença de Emerson Jarude, Moisés Diniz, Roberto Duarte, José Adriano da FIEAC, Gabriel Santos do Movimento Acredito BR e Renova BR, Roberto Pires da Agência PWS e um dos organizadores do Acre 2050 e a sociedade civil em geral, que lotaram o auditório do Cine Teatro Recreio.

O Acre 2050 tem a coordenação suprapartidária de um grupo de jovens apoiados pela instituições mais importantes do Estado. Eles mantêm um relacionamento contínuo com as Universidades, grupos de pesquisas e centros acadêmicos, que têm a responsabilidade de reunir as melhores contribuições regionais, nacionais e até internacionais para refletir sobre o que os acreanos desejam para os 30 anos seguintes.

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Acre

Emerson Jarude, Gabriel Santos e Jackson Viana debatem “Cidades Inteligentes” no Acre 2050

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Fotos: Douglas Barros

Na noite desta quinta-feira (05), no Cine Teatro Recreio, por volta das 18h, iniciou o evento Acre 2050, com o tema “Rio Branco do futuro – como pensar uma Rio Branco inteligente e economicamente viável?”.

O encontro foi dividido em três painéis com tempo médio de 20 minutos de duração/cada.

No primeiro Painel do Acre 2050, o tema foi “Cidades Inteligentes” com a mediação do advogado Marcelo Zamora, e os convidados: Gabriel Santos, Jackson Viana e Emerson Jarude.

O vereador Emerson Jarude (sem partido) disse que Rio Branco não é uma cidade inteligente e que a sociedade precisa traçar um planejamento para o futuro.

Fotos: Douglas Barros

“Precisamos investir nas pessoas e principalmente na educação infantil para a gente ter uma sociedade melhor no futuro, segundo precisamos criar soluções tecnológicas, nós temos um potencial enorme em energia solar e não temos ninguém fomentando isso e, precisamos ajudar a iniciativa privada e buscar as indústrias para trazer emprego e renda”, ponderou Jarude.

Para Gabriel Santos, do Movimento Acredito e Renova BR, só é possível discutir uma Rio Branco inteligente e economicamente viável se chamar todo a população para essa construção.

“Precisamos discutir um novo pacto federativo com a maior descentralização de recursos da União e depois saber qual é a prioridade da prefeitura de Rio Branco e hoje a gente não sabe. A gente precisa repensar isso e se perguntar porque a gente precisa de uma cidade inteligente. A gente precisa resolver os problemas básicos, como saúde e saneamento básico, e precisamos falar de sustentabilidade porque isso é um problema conjunto, é um caminho longo, mas tem muita gente pra resolver”.

Já para Jackson Viana, Presidente da AAJAL e Embaixador do Brasil em Harvard, disse que a cidade tem que pensar nas suas particularidades e pensar em investir em educação pública e destacou que é necessário investir e procurar a parceria público-privada.

Fotos: Douglas Barros

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